sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Namorado. Ele é doce. Gentil. Cavalheiro. Não me deixa andar na calçada do lado da rua, tem que me colocar sempre no canto. Me leva pra onde eu quiser, onde eu pedir, onde eu mandar. É prestativo. Está sempre pronto a ajudar quem quer que seja. Me agarra escondido no escritório pela manhã pra me dar bom dia. Me enche de beijos. Me aperta, me cheira. É mecânico, mas tá sempre limpinho. Tem A pegada. Gosta mesmo de mim, dá pra sentir. Pelo olhar, pelas palavras, pelas atitudes. É educado, mas não sabe falar muito bem. Escreve errado. É bom no que faz, é bom em matemática, mas é péssimo no português. Me apóia pra melhorar de vida. Me motiva, me empurra, me anima. Foi por causa dele que estou tirando minha carteira de habilitação, e minha auto-escola já estava paga desde 2002. Agora ele tá insistindo pra que eu me informe sobre financiamento de casa própria pela Caixa. Quer fazer faculdade. Várias coisas. Não faz, mas pensa em. Acha inadmissível ser sustententado pela mulher. Incapaz de fazer corpo mole, sempre correu atrás e conseguiu as coisas. Ele está me fazendo bem. Anda comigo pela rua como se fôssemos um casal de namorados. Ele é casado.


O ex. Está comigo há 12 anos. Foi minha família quando todos da minha família se afastaram. Esteve comigo nos bons e maus momentos, ainda que muitos maus momentos tenham sido provocados por ele. Me mima demais hoje. Já me fez sofrer demais ontem. Nunca teve um trabalho fixo, sempre teve a maioria das contas pagas por mim. Sempre foi praticamente sustentado por mim. Quase uma troca. Eu pago suas contas e vc cozinha pra mim, faz massagem antes de dormir, e prepara meu café da manhã. Não vou mentir, teve lá suas compensações. Mas não valeram. Enfim. Tudo o que eu procuro desesperadamente hoje em um homem, é tudo o que ele nunca foi, e eu nunca mais quero passar por isso. Mentiroso, enrolão, enrolado. Bom coração, inteligente, músico. Preciso dele como um amigo, como um porto seguro, mesmo que ele não me ofereça segurança alguma, pelo contrário. Com ele minha vida só desmorona. Mas há algo que me prende a ele. Como se ele fosse um irmão, hoje. Só em enconstar minha pele na dele, já me sinto em casa, me sinto reconhecida, me sinto em um lugar familiar e íntimo. Foi o grande amor da minha vida, e eu sei que, do seu jeito, fui o dele.


ELE. Ele é... perfeito. Ele é tudo o que eu sempre quis em um homem. Ele é inteligente, é bobo, é infantil, é sério, é centrado, anda de skate e é dentista. Surfista e um pai maravilhoso de um menino de 4 anos. Coleciona carrinhos, gosta de Jiraya, e assumiu uma paternidade só descoberta aos 6 meses de gravidez, de uma ex-namorada. Honrado. De caráter. Íntegro. Toca piano. Fala italiano. Ama a natureza, ama animais, ama trilhas, ama praia, ama música. Engraçado. Curte seriados. Os mesmos que eu. Não entende muito de informática. Me pede ajuda pra tudo. Me defende. Me protege. Briga comigo. É grosso. É rude. É delicado. É gentil. É homem. Nunca o vi. Nunca o ouvi. Cinco anos. São cinco anos que o conheço. Pela internet. Nunca permitiu qualquer outra aproximação. São cinco anos que eu sou apaixonada por ele. São cinco anos que eu imploro por uma chance. E agora, por estar com um homem casado, ele me julga. E me diz coisas horríveis. E, o pior, me diz que eu estava quase conseguindo. Que se apaixonou por mim. Que faltou muito pouco pra que ele tomasse A decisão. De me conhecer. Ele dilacera meu coração. Mas o sentimento é mais forte do que eu. Eu não consigo ficar longe dele.


Eu sou doente.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Só pra desencargo de consciência, pra evitar confusões, e pra eu me lembrar disso no futuro, preciso esclarecer. Há, no momento, três homens na minha vida que eu cito nesse blog. O ex, o namorado e ELE. Só pra esclarecer.
Ontem fui com namorado assistir "O procurado". O ex tinha me dito que era um filmaço, ação o tempo todo, blablabla. Eu tinha lido por aí que não era isso tudo, que era cópia de Matrix, mas que dava pra levar, e tal. Ok. O filme é ok. Legalzinho. Algumas cenas empolgam. Ver o personagem principal se "libertar" do escritório é muito empolgante. Mas. Faltou algo. Que eu não sei o que é. A Angelina tá magra demais, tá estranha, não tem mais aquela aura de mulher rebelde. Angelina Jolie agora é mãe e ponto. Foi-se a época. Infelizmente. Confesso que esperava cenas tórridas dela com o James McAvoy. Mas não há. Aliás, eu amo o James McAvoy. Cada personagem é bem diferente do outro, e, se a gente não conhece bem o ator, nem liga uma coisa à outra. E de resto, o filme é legal. Nada mais, nada menos. Legal. Ou os filmes andam muito fracos, ou eu tenho mesmo que parar de tentar assistir filmes com namorado. Mas eu presto atenção no filme, eu juro!
Esbarrei com meu primo no shopping. Eu estava sentada na praça de alimentação, sozinha, comendo. O vi passar e, como ele não olhava pra mim e eu já tinha terminado de comer, saí desembestada da mesa e fui em direção a ele. Quando cheguei perto, brinquei:

- não olha pro lado, não? tive que acenar, gritar, fazer sinal de fumaça, e nem assim vc me viu!

- ah, po, nem te reconheci! vc tá diferente. Parece que tem 20 anos!

*momento de explosão interior de felicidade, e eu fiquei muda, só com aquela cara de quem iria amar o meu primo dali em diante pro resto da vida*

- ...de CORPO.

*momento de implosão interior, e eu fiquei muda, com vontade de socar o meu primo e me sentindo um et, com cara de velha e corpo de adolescente.*
Eu sei, eu sei, não posso dar lugar à tristeza. Mas é triste. É muito triste.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Da série: coisas legais por menos de dez reais


Pra quem é pobre POBRE, mas limpinho:













Pantene Pro-V da Bundchen
- Gente, sério, na Bundchen eu acredito. Porque eu sou pobre, mas tenho cabelos problemáticos que me faz gastar ricos dinheirinhos em experimentos de shampoos. Já usei TANTOS shampoos, mas TANTOS. E, não sei, mas meu cabelo (thanks lord) não se dá com produtos caros. E eu amo o meu cabelo por isso, senão estaria falida. Mas é. Ou é ele que não se dá, que me ama muito e colabora com minha conta bancária, ou então os produtos mais caros realmente só têm nome e preço. Porque eu já usei shampoo da natura, da payot, da Eh, da Avon (não riam), do caramba a quatro. Todos uma bosta. Nenhum deixou o meu cabelo legal. Então eu sempre voltava pro Elseve ou pro Seda. Mas eles nunca tiveram um aproveitamento de 100%. Até que... a luz! Bundchen fez a campanha da Pantene, eu acreditei na Bundchen, e... não me arrependi! Eu amo, AMO esse shampoo. Ele deixa o cabelo REALMENTE hidratado, leve, brilhoso, uma graça! E não tem essa de ter que mudar o shampoo pq ele perde o efeito não! Eu to usando há um tempão e ele sempre deixa minha cabeleira tinindo! Podem comprar. In Bundchen we trust.


Anti-frizz linha Seda Teens - A propaganda dessa linha é ridícula. RI-DÍ-CU-LA. Eu odeio. Preconceituosa. Como assim, só pra adolescentes? Adolescente meu koo! Só não desejo que a linha empaque nas prateleiras, porque eu preciso dela. Ao menos do anti-frizz, que é per-fei-to pro meu cabelo. Não fica pesado e fica realmente sem frizz! E tem um cheirinho bom. Adoro, adoro. Meu cabelo é pobre e adolescente. Meu cabelo é meu melhor amigo.


Desodorante Bí-O 48 horas da Garnier - os shampoos da Garnier podem ser uma bosta (é, eu também já usei), mas o desodorante... ótimo! Um cheirinho maravilhoso e... funciona! Não fica grudado na roupa, e o efeito dura, dura, dura. Ok, ao menos durante um dia ele funciona. Eu não espero as 48 horas de prazo, of course. Mas, assim, de manhã até a noite, até aquela hora em que você chega cansada do trabalho e VAI TOMAR BANHO ANTES DE DORMIR (lembrem-se: pobres, porém limpinhos!), ele funciona. Nem sinal de cheirinho ruim embaixo do braço. Muito bom ter produtos baratinhos e bacanas, que realmente funcionam.

Momento descontrol

E então, depois de ter tido um dos dias mais depressivos da minha vida por causa de você, eis que hoje eu tenho vontade de gritar, bem alto, com toda a força dos meus pulmões:

FOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOODAAAA-SEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE!!!

você e todos os seus valores, e todas as suas regras, e toda a sua índole, e toda a sua rigidez e toda a sua preservação dos bons costumes, e toda a sua covardia, e todo o seu medo, e toda a sua burrice e todo o seu julgamento implacável, e tudo, tudo, tudo, tudo que me fez sofrer tanto, tanto, tanto, e me fez sentir tão vazia, tão sem alma, tão oca, e tão zumbi, e com tanta vontade de nada, praticamente um ser inanimado. Porque, meu bem, ainda bem que existe o crepúsculo. Pra me lembrar que TUDO ACABA. Todos os dias. Os dias acabam. Não importa o quão perfeito ou imperfeito tenha sido o dia, eles sempre têm que acabar. E ontem acabou. ACABOU. Ficou pra trás.

E hoje eu sou o SOL, meu bem.

Hoje eu me sinto a STORM. Saí de casa e estava nublado. Cheguei no trabalho, liguei o som, me liguei ao sol e ele apareceu. Sério. Me sinto com o poder de fazer o sol brilhar hoje.

Ufa! Me sinto leve. Flutuante. Então vamos lá, cantem comigo....

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Ontem ia ao cinema com namorado, mas frente a tantas opções desanimadoras, desisti. Então passamos no Habib's, comemos uma pizza (e meu trauma de pizzas do Habib's foi finalmente superado), namoramos bastante e depois fomos para casa. Ele pra dele, eu pra minha, obviamente. Cheguei em casa cedo, nove e alguma coisa. Mas tenho andado tão cansada, que já cheguei tirando a roupa, deitando na cama, e... dormindo. Isso mesmo. Fui dormir antes das dez da noite. E hoje acordei às seis e meia, depois de ter ouvido o celular despertar, e namorado ter me ligado (só como um reforço para o despertador, não que eu vá atende-lo. Mas ele sempre me liga às seis, para eu acordar), ainda assim eu não consegui acordar. Se a menstruação não tivesse vindo, eu começaria a desconfiar de gravidez. ;o) Mas não é. Então não sei. É um cansaço mental, eu acho. Então não há descanso que dê jeito. Enquanto não resolver tudo com relação à mudança, acho que vou ficar assim. Sempre cansada, e sem conseguir descansar direito, já que não consigo descansar a mente.
Eu tenho vontade de enfiar, sei lá, um novelo de lã na boca do Galvão. Sério. Irritante.
Que graça. E as meninas do vôlei ganharam. 25 a 14, o ultimo set. Então no final do jogo, todas mandando recadinhos* para familia e amigos através da câmera da Globo. Todas gritando ao mesmo tempo, cavando um espacinho na câmera. E o Galvão falando junto. "beijo, mãe!" "beijo, lígia!", e o Galvão tagarelando, e a tela dividida, metade mostrando o futebol, metade mostrando as meninas e seus recados. De repente o Galvão se toca e diz: "vamos ouvir o que as meninas estão dizendo, vamos ouvir os recadinhos delas, elas merecem". 3 segundos depois, acabou. Ou seja. Quando o Galvão finalmente se toca que tem que calar a boca para que a gente consiga ouvir as meninas, o tempo acaba e a imagem muda. Mais uma vez: CALA A PORRA DA BOCA, GALVÃO!

* beijo, Fabi!
E o Pelé está no estádio, assistindo às meninas do futebol. Show de ball, hein? Pra elas deve ser uma baita emoção.
Que agonia. Consegui ligar aqui no trabalho uma tv de, sei lá, 7 polegadas (duas? uma??) pra assistir o vôlei das meninas contra a China. Daí agora começou o futebol feminino e a Globo simplesmente parou de transmitir o vôlei. Não que eu também não queira ver o futebol, mas eles podiam ao menos mostrar em duas janelas, não? Ao menos sei que as meninas do vôlei estão ganhando. Terceiro set. 13 a 7. Dá-lhe meninas!

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Fui assistir Batman, o cavaleiro das trevas. Semana passada. Esqueci até. Não achei nada demais. Quer dizer, achei bom. Achei legal. Mas perto do que tenho lido e ouvido, nada demais. Talvez porque tenha assistido dublado. Acreditam que só tinha uma sessão legendada, e às 22h??? Quer dizer, o filme dura 3 horas praticamente. Isso significa que, entrando no cine às 22, eu só sairia de lá o quê, uma da manhã???? Absurdo total. Não acreditei. Fiquei olhando pro painel, olhando, olhando, pasma. Mas enfim. Daí assisti o dublado mesmo. Horrível assistir filme dublado, detesto. Namorado também não me deixava assistir direito. Talvez tenha sido por isso também. Mas ainda assim, o filme não me chamou tanta atenção. Só olhava pro Coringa e pensava "como pode, como pode ter morrido, meu deus, como pode???". E adorei também a Maggie Gyllenhall substituindo a Katie Holmes como Rachel Dawes. Amo a Maggie. Mas tenho que assistir ao filme de novo. Em casa, de preferência. Legendado, de preferência. Pirata, obviamente. hohoho.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Minha nova casa tem uma porta de vidro no banheiro. Cool!

domingo, 17 de agosto de 2008

Rapidinhas direto da lan house:

* Primeiro, antes de tudo, antes que eu me esqueça: CALA A PORRA DA BOCA, GALVÃO!

* Segundo: odeio postar de lan houses sem privacidade, como essa onde estou agora

* (não tem terceiro) Fui conhecer minha nova casa! Ou melhor, minha nova quitinete. Que ao menos não é micro, mas ainda assim é uma quitinete. Pela qual eu vou pagar o preço de um apto de 1 quarto. Mas ok, ao menos eu vou sair da favela. Trezentos reaus é o preço. E vam'quevamu.

* Vou ficar desidratada. Não tenho mais por onde chorar mais com o Cielo. Não tem jeito. Cada vez que mostram ele chorando na hora em que toca o hino nacional, e toda aquela comoção do povo, e a familia, etc, eu me acabo de chorar. Ele e eu, soluçando.

* O ex já voltou do Paraguai, foi tudo bem, mas, guess what? Ainda não me pagou. Me trouxe um perfuminho pra me comprar fazer feliz, mas ainda não me pagou. Esperemos (e oremos).

* Além de ficar desidratada, vou ter um ataque cardíaco assistindo a qualquer jogo de volei do Brasil. Volei de praia, masculino, feminino, quadra, não importa. Assisto a qualquer um aos berros e com o coração saindo pela boca.

* Passando o final de semana meio deprimida, o tempo todo em casa, assistindo montes de filmes e, well, comendo.

* Oops, só mais 2 minutos na lan house. Vou terminar por aqui antes que seja interrompida sem dó nem piedade.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Então que hoje foi a minha primeira aula prática de direção na auto-escola. Que fique bem especificado: na auto-escola, porque eu já sei dirigir. Não vou dizer que bem, mas sei. Sorte minha, porque se eu dependesse da bomba de instrutor que peguei, tava ferrada. O cara não tava nem aí pra hora do Brasil. Eu quase bati com o carro de propósito, pra ver se ele acordava. Ele simplesmente nem olhava direito pro que eu estava fazendo. Fez umas duas observações sobre uns vícios que eu tenho, e mais nada. Nada. Como eu sou sortuda pra cacete, eu também comecei num dia ótimo. O instrutor 'oficial' tinha que estar numa prova prática com um aluno, daí me passaram essa bosta de quebra-galho. Que, além de tudo, só me deu meia hora de aula. Começou 10 minutos depois do horário (isso porque eu tive que ir lá e perguntar se ia demorar muito pra começar), e terminou QUINZE minutos antes. Como eu já disse, sorte a minha que eu já sei dirigir. Se não soubesse, estaria cortando os pulsos (e o pinto dele antes, em pedacinhos bem picados). Tomara que amanhã seja mais organizado. Agora, sorte a deles também que HOJE eu não estava a fim de me estressar. Estava zen. O que., obviamente, não vai se repetir amanhã. Duvido que eles sejam TÃO sortudos assim.
Ontem consegui comer tanto, tanto, tanto, que quando fui dormir, estava com minha barriga (ou meu estomago, não sei exatamente) doendo. Sim, doendo. Sério. Sabe quando você quase não consegue respirar, de tão esticada que sua barriga fica? E aí dói quando você respira? Então. Saí do trabalho sem comer nada, passei no meu tio pra instalar a impressora nova que ele comprou (e ensinar a usar o micro novo que ele também comprou), a esposa dele lá na cozinha, preparando comida pra mim, e eu tendo horário pra ir embora, porque tinha que me encontrar com D., e, como eu imaginei, não deu tempo de filar a bóia na casa do meu tio, então lá fui eu sair com fome. Como a conversa com D. era mais ou menos chata séria, não pensei em comer no ‘durante’. Só depois. Daí não prestou. Quase 11 horas da noite, lá estava eu nas barraquinhas comprando duas, eu disse DUAS fatias de torta, um x-tudo e uma coca. Tudo pra viagem. Cheguei em casa, troquei de roupa (é, não tomei banho não), sentei na cama, liguei a tv, respirei fundo e ataquei. Não aguentei comer a outra fatia de torta. Já estava explodindo ‘só’ com o x-tudo e uma fatia de torta. E a coca, claro. Fui dormir assim. Estufada. Parecendo uma grávida de 4 meses. Como já nem sei mais há quanto tempo estou sem geladeira, guardei o outro pedaço de torta sem refrigeração mesmo, e hoje trouxe pro trabalho. Derramou um pouco da cobertura e tal, mas acho que não estragou não. Não sei. Vou pagar pra ver daqui a pouco. Coloquei no freezer, que é mais fácil de comer ela bemmmm gelada. Se tiver algum gosto ruim fica mais difícil de sentir. E se eu sumir, é porque tive alguma infecção estomacal, hohoho.
Há muito tempo que venho pensando em.... tortas. Não sei se é por influência de Pushing Daisies, ou se é simplesmente o meu instinto, ahn, tiernal (?) falando mais alto. Mas a questão é que ultimamente tenho guardado todas as receitas de tortas que vejo pela frente. Ontem descobri um tópico no Orkut de receitas de tortas de maçã. Meudeusdocéu. Tortas de maçã! Com gostinho de vó! Quentinha e confortante. Bonita, brilhosa, cheirosa e apetitosa. Sempre que começo a pensar em como vai ser quando estiver na nova casa, me vejo em uma cozinha branca, limpa, de avental, sorriso no rosto, janelas abertas, passarinhos cantando, musica alta e tirando do forno uma deliciosa torta de maçã. Não tem outra. A primeira coisa que eu vou fazer quando me mudar será uma torta de maça. Minha casa terá cheiro de infância, cheiro de segurança, cheiro de paz, cheiro de aconchego, cheiro de... vó (ou... tia. =) )




terça-feira, 12 de agosto de 2008

Quanto mais se dorme, mais sono se tem. Fato.
Não é que eu não saiba usar feeds, rss, etc. Não, reformulando: eu não sei, mesmo. Mas não é que eu não possa aprender. O problema é que eu tenho preguiça. Então continuo adicionando os blogs legais aos meus favoritos e indo de um em um diariamente pra ver se tem atualização. =\
Vontade louca de comer bananada. Não, não estou grávida (espero. minha mãe não aguentaria). Mas também não quero ser uma tia gorda. Oh, sim, eu vou ser tia =). Mês que vem, se tudo correr bem. E sou uma tia muito babona, que conversa com o sobrinho ainda na barriga, que canta pra ele, e que já vê o mundo como um lugar muito mais fácil de se viver só em estar perto daquela barriga, só em saber que ali está uma criaturinha linda, inocente, pra quem tudo é novo, que quer descobrir o mundo, pra quem tudo é desafio, espanto, surpresa, excitação, diversão e cores, muitas cores. Um mundo colorido. São tantas coisas que mudam pra mim, que sou tia. Imagina pra minha irmã, que vai ser mãe. Meu deus. Não consigo imaginar muito bem. Eu viraria uma leoa, mesmo. Pensando nesse mundo louco, pensando em uma vida inteira para aquela criaturinha tão minúscula, tão indefesa, tão inocente. Ui. Ficaria com medo. Um monte de sensações, todas misturadas e indefinidas. Mãe tem que ter serenidade e equilíbrio, né? Tem mesmo. Senão pira. Se deixar se levar pela fragilidade da vida, do mundo, pela incoerencia e loucura das pessoas. Então foquemos nos pensamentos bons. No mundo colorido. Naquele que o bebê vai ver, e que nós vamos embarcar de carona, pra aproveitar bastante a viagem.
Palhaçada sem tamanho: gente que bloqueia a função "copiar" (ou "selecionar tudo", que seja) do seu blog/site. Acho tão ridículo. De que adianta? Há 'n' outros meios de copiar o bendito-sagrado-intocável texto. Pff. Palhaçada.
Eu ando tão absolutamente encantada por blogs de moda tão bons, tão bons, que andam pipocando por essa rede, que, sinceramente, tenho vontade de largar tudo pra lá (por tudo entenda-se: trabalho) e ficar só estudando, lendo, observando, tentando entender pra ver se algum dia, quem sabe, eu consigo me vestir bem. Porque eu sou um desastre com relação a moda. Ou melhor, com relação a me vestir, mesmo. Opto sempre pelo básico, pelo comum, porque? Porque não tenho a mínima idéia de como fazer (e acertar) o diferente. Então agora que estou descobrindo esses blogs maravilhosos ensinando o be-a-bá da moda, nossa, meus olhos chegam a ficar ardendo de tanto que eu leio, releio, olho as fotos, clico nos links, vejo os vídeos, etc. A internet é realmente uma fonte sem fim. De qualquer coisa que a gente quiser.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Emocionante é pouco pra definir o discurso do Steve Jobs (dica da Rosana) na formatura de uma turma de Stanford. Emocionante, motivador, renovador, lindo. Veja, veja, veja. Eu vou abrir minha livraria e ser fotógrafa.

Um dos posts mais tristes que eu lembro de já ter lido:

Pai (minha metralhadora cheia de mágoas)

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

If you kissed the sun right out of the sky for me
And if you told me all the lies that I deserve
And if you laid all night in the rain for me
Well, I couldn't love you more
I just couldn't love you more
I couldn't love you more

And if you loved me till my eyes gave no more shade for you
If you walked beside me all the long way home
If you wasted all of your time on me
Well, I couldn't love you more
I just couldn't love you more
I couldn't love you more

And if you gave me all the things I'd never ask of you
And if you showed me all the ways you have to cry
And if you laid all night in the rain for me
I couldn't love you more
I just couldn't love you more
Just couldn't love you more



Couldn't Love You More - John Martyn
Sou obrigada a ouvir a moça que trabalha na limpeza do escritório, que é a pessoa mais fofoqueira e venenosa que eu já conheci, reclamar da tia, por tomar conta da vida dela. É, é de família pelo visto. Tá nos genes. Mas é difícil enxergar que se tem teto de vidro, né?
"Tolice é viver a vida assim, sem aventura."

as músicas do Lulu Santos são inspiradoras.
Quando você se acostuma a ficar sozinho, tudo fica mais fácil. Você está acostumado. Não estranha, não sente falta de nada, ao menos na maior parte do tempo. E você pode ficar assim por anos e anos e anos. Você nem sente o tempo passar. Mas aí, de repente, você rompe com a solidão. E arruma alguém. E, mesmo que não seja nenhuma paixão avassaladora, você acaba se acostumando com a compania, com as risadas, com os abraços, com os cheiros, com os mimos, com o apoio, com tudo. E de repente parece que você nunca mais vai se acostumar a ficar sozinha novamente. O problema é que você tem que ficar. E aí fica essa bosta de confusão na cabeça. Você sabe que a melhor atitude é a separação. Para não se apegar mais e não sofrer lá na frente, porque você vê o funil chegando, e tudo ficando mais estreito. O sofrimento é praticamente certo. Então você rompe com tudo. E fica assim. Sem saber. Querendo estar com. Pensando no quão chato é não ter. E pensa "será que vou ter que voltar pra minha vidinha sem graça e solitária de novo?". Sim. A resposta é sim.
Blogger maluco. Me fez perder um dia porque não gravou minha nova senha direito, e então eu fiquei sem senha, já que não lembrava da antiga, e ele não me permitia mudar a senha duas vezes no mesmo dia pelo método da pergunta. Confuso, não? Pois é. Deixa pra lá.

***

Ando muito perdida. Muito mesmo. Não sei onde vou parar.

***

Detesto quando não estou bem, estou triste, sem vontade de sorrir, desanimada, e aparecem pessoas que não me conhecem, que nunca me viram, e acabam ficando com a impressão de que eu sou assim, desse jeito. Séria, triste, cara de desânimo. Elas acabam pagando pelo meu mau humor, de uma certa maneira. Mas eu não consigo fingir, e se estou triste, eu não consigo dar um sorriso. Se não tenho vontade, não consigo fazer. E isso vale pra tudo na minha vida. Se não tenho vontade, não faço.

***

Às vezes eu deixo minha carência falar alto demais. Demais.

***

Que dia... *suspiros*

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Motel deixa cheiro na gente? Não sei. Mas acho que a culpa deixa.
oi

qto tempo...

acho que voltarei pra cá.

Welcome, Anne.