Chove. Chove MUITO na cidade do Rio de janeiro. Chuva com direito a relâmpagos e trovões. Brrrrr. AMO MUITO ESSE TEMPO. Mas não pra ficar aqui no trabalho. Quero ir pra casa, comer uma boa lasanha, tomar um bom vinho, me enfiar embaixo do edredon, assistir a muitos bons filmes e devorar muitos chocolates.
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Das ilusões nossas de cada dia
Eu fiquei tão chocada com a notícia. Eu sempre achei esse casamento tão sólido, tão bonito, tão sincero. Sempre elogiava o cara, sempre dizia que ele parecia mesmo ser um ótimo marido, ótimo pai, e que não estava nem aí pra diferença de idade, e tal. Daí vem a bomba. E a Elba ainda vai direito na ferida: "não é questão de idade, é questão de caráter". Wow. Toma. Pra você ver como a gente se ilude. E como aparências nunca, nunca, nunca são confiáveis. Cada um só sabe de si mesmo, e olha que até de si a gente sabe muito pouco.
Olha que legal, ainda não tinha visto. O clipe (lindíssimo) de Insensatez na voz da Fernanda Takai.
A dica veio daqui.
A dica veio daqui.
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Olha, não é à toa que (diz a lenda) se você dobrar mil tsurus todos os seus desejos serão realizados. Gente, dobrar UM tsuru já é complicado! Dobrar MIL desses, nossa, é um exercício de paciência e perseverança. É muita vontade de ter o desejo realizado. Quase um merecimento. Um espírito nobre. Se você quiser tentar, boa sorte!
Como fazer um tsuru
"Tolice é viver a vida assim, sem aventura"
Lulu Santos é sábio. Quase um guru. Ou um Life coach.
***
Frrrrrrio, muito frio nessa cidade. Ok, nem tanto frio assim, eu é que sou friorenta mesmo. Vontade de tomar café a cada 10 minutos pra esquentar. Ok, a vontade mesmo é de tomar um belo chocolate quente, mas, como não rola aqui no trabalho, me contento com um café quentinho. Pelando.
***
Eu moro do lado de uma padaria que vende picolé da GAROTO. Rá! Felicidade é morar do lado de uma padaria que vende picolé da Garoto, vou te dizer. Batom no palito. Talento no palito. Serenata de amor em forma de cornetto. Prejuízo, muito prejuízo à vista!
***
Aliás, a parte de receitas do site da Garoto também é muito legal.
***
Eu preciso voltar pra academia. Sério. Eu to cercada de ameaças seríssimas à volta da minha protuberância abdominal. Eu tenho que ser forte. E correr. LITERALMENTE.
***
E começaram as novas temporadas das minhas séries queridas e amadas. How I met your mother, Dexter, Californication, Heroes, Secret diary of a call girl, etc. Surpreendentemente, aquelas que eu esperava muito, houve uma certa frustração (oh, por favor, não fodam com Californication, não fodam com o Hank, não, não, não!!!). E já daquelas que eu estava com um certo receio de voltar ruim, me surpreenderam e voltaram como nos velhos e bons tempos (Barney, beijo, eu te amo!). Minhas séries, minhas companias, minhas muitas vezes "instrutoras" na vida. Eu não vivo sem elas, gente. Sério. Amo minhas séries. Fico sem namorado, mas não fico sem minhas séries!
***
Anotação mental: tenho que parar de ver sites de decoração/artesanato antes que enlouqueça querendo fazer tudo-ao-mesmo-tempo-agora.
***
Bem, and... that's all, folks!
Lulu Santos é sábio. Quase um guru. Ou um Life coach.
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Frrrrrrio, muito frio nessa cidade. Ok, nem tanto frio assim, eu é que sou friorenta mesmo. Vontade de tomar café a cada 10 minutos pra esquentar. Ok, a vontade mesmo é de tomar um belo chocolate quente, mas, como não rola aqui no trabalho, me contento com um café quentinho. Pelando.
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Eu moro do lado de uma padaria que vende picolé da GAROTO. Rá! Felicidade é morar do lado de uma padaria que vende picolé da Garoto, vou te dizer. Batom no palito. Talento no palito. Serenata de amor em forma de cornetto. Prejuízo, muito prejuízo à vista!
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Aliás, a parte de receitas do site da Garoto também é muito legal.
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Eu preciso voltar pra academia. Sério. Eu to cercada de ameaças seríssimas à volta da minha protuberância abdominal. Eu tenho que ser forte. E correr. LITERALMENTE.
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E começaram as novas temporadas das minhas séries queridas e amadas. How I met your mother, Dexter, Californication, Heroes, Secret diary of a call girl, etc. Surpreendentemente, aquelas que eu esperava muito, houve uma certa frustração (oh, por favor, não fodam com Californication, não fodam com o Hank, não, não, não!!!). E já daquelas que eu estava com um certo receio de voltar ruim, me surpreenderam e voltaram como nos velhos e bons tempos (Barney, beijo, eu te amo!). Minhas séries, minhas companias, minhas muitas vezes "instrutoras" na vida. Eu não vivo sem elas, gente. Sério. Amo minhas séries. Fico sem namorado, mas não fico sem minhas séries!
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Anotação mental: tenho que parar de ver sites de decoração/artesanato antes que enlouqueça querendo fazer tudo-ao-mesmo-tempo-agora.
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Bem, and... that's all, folks!
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Eu não sei se realmente minha chefe é muito ingênua ou muito cínica. Às vezes ela chega pra mim e diz: "Anne, numa hora em que você estiver menos ocupada, eu vou precisar que você faça isso e isso e isso pra mim.". Eu juro, ela fala isso e eu não noto sinais de cinismo. Ela fala sério. Ela realmente acha que eu fico sentada o dia inteiro aqui em frente ao micro porque eu tenho coisas realmente sérias e importantes pra fazer no micro o dia inteiro. Eu só olho pra cara dela por uns segundos, olho bem nos olhos, procurando algum traço de cinismo, alguma faísca, e como não acho, então digo "ah não, que isso, a hora que você quiser, eu não estou tão ocupada assim não." Mas, cara, isso me comove. A ingenuidade do ser humano. Algum restinho de ingenuidade ainda existente em algum ser. Sério. Comovente.
Links:
Como fazer um organizador de bolsa
Como criar um poster usando sua impressora comum
Como fazer cadeiras de garrafas pet
Enfeite natalino com cds inutilizados
Faça uma bolsa com sua calça jeans
Redecorando capas de caderno
Reciclagem de geladeira com vinil
Como fazer uma sapateira na parede
Pintando peças de MDF
Como fazer um organizador de bolsa
Como criar um poster usando sua impressora comum
Como fazer cadeiras de garrafas pet
Enfeite natalino com cds inutilizados
Faça uma bolsa com sua calça jeans
Redecorando capas de caderno
Reciclagem de geladeira com vinil
Como fazer uma sapateira na parede
Pintando peças de MDF
Meu sobrinho (lindo) nasceu e a única coisa que eu penso em escrever sobre o acontecimento aqui (não porque meu sobrinho não mereça um post, mas sim porque, no momento, são tantas emoções embaralhadas que eu simplesmente não consigo escrever nada sobre o que sinto) é a frase do ano, saída da boca do meu querido tio, enquanto minha irmã amamentava L.:
- hehehe, ele é tão pequenininho...
- ...
- porra, junta teus dois peitos e dá quatro cabeças do moleque!
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Eu sempre fui acostumada - ou tive que me acostumar - a não contar com ninguém. Sempre. Não pude contar com minha mãe. Desde os 14 anos eu trabalho e meu dinheiro sempre foi todo pra dentro de casa, pra ajudar nas contas, compras, etc. Não porque minha mãe quisesse isso, mas porque precisávamos disso. Depois arrumei um namorado/marido que só deitava. E eu só deixava. Fazia tudo. Pagava contas - todas -, resolvia pendencias, me desdobrava no meu trabalho e ainda o ajudava no "trabalho" dele, resolvia os meus pepinos e os dele. Ou seja, eu nunca pude delegar, nunca pude descansar e esperar que alguém fizesse alguma coisa por mim. Ao menos nas partes mais importantes da minha vida. Talvez por isso eu valorize tanto, tanto, tanto os meus amigos, aqueles que me conhecem há tanto tempo e que, ainda que não muito, ainda que não sempre, me amparam quando eu preciso, pouco, muito, mas fazem o que podem. Eu posso contar nos dedos as pessoas que me socorrem quando eu preciso. Duas. Meus dois ex-namorados. Que são meus amigos até hoje e que, sempre que eu preciso, e peço, eles vêm de onde estiverem e me socorrem. A pergunta "então porque eu não me apaixono por eles?" não vai entrar aqui. Ela sempre me vem à mente, sim, mas não tenho resposta. Simplesmente não acontece. Eu simplesmente preciso deles ao meu lado (e já se vão 15 anos de amizade com um e 5 anos com outro), mas não como namorados. Eu os amo, mas como meus "tripés" que são. Mas a questão aqui também não é essa. O que eu preciso desabafar aqui é que com isso, com a vida inteira sendo o apoio sempre, a vida inteira sendo quem resolve, quem toma a frente, quem banca, quem faz tudo sempre, eu simplesmente não consigo pedir ajuda. Não conseguia. Há até bem pouco tempo atrás. Semanas atrás. Porque eu cansei, né. Eu to cansada há muito tempo. Há muito tempo eu simplesmente desisti. Se alguém fizesse por mim, beleza, se não fizessem, nem eu faria. Daí é um processo. Depois desse cansaço, dessa "desistência", eu comecei a pedir. Muito sem jeito no início, muito incomodada por "incomodar os outros", mas não tinha jeito, eu tinha que aprender a pedir socorro. Eu não conseguia mais levar tudo sozinha nas costas. E assim foi, hoje eu já to melhor, já peço mais frequentemente, com mais cara de pau e menos remorso. Mas ainda é uma coisa que me deixa... fascinada. Encantada. Apaixonada. Sério, você quer que eu morra de amores por você? Faça qualquer coisa que eu pedir. Coisa simples, coisa complicada, não importa. Eu me acostumei por tanto tempo a não ter a quem pedir ajuda, e pior, a pedir ajuda e não ser ajudada, que me espanta e impressiona e fascina e encanta quando eu peço ajuda e sou respondida, sou ajudada. E namorado me ajuda sempre. E isso me deixa abobalhada. Tudo o que eu peço, ele faz. Coisas complicadas, coisas simples. Ele sempre me ajuda. Precisei que ele fosse em tal lugar no meio do expediente? Ele dá um jeito e vai. Precisei que ele me buscasse em algum lugar meia noite? Ele dá um jeito e vai. Eu posso contar com ele. Isso é algo que eu nunca tive. O ex sempre me encheu de problemas e nunca, nunca de soluções. Quando eu precisava da ajuda dele, ele furava. Poucas vezes, mais ultimamente, mais pra época próxima do fim, ele começou a resolver algumas coisas. Mas, como vou dizer, coisas fáceis. Ele não se sacrificou pra me ajudar, nunca. Não estou exatamente reclamando, não é isso. Eu não gosto de reclamar, o que eu fiz tá feito, o que passou, passou. É só uma constatação. Em como eu me perdi nisso de nunca pedir ajuda, nunca imaginar que as pessoas também podem me ajudar, que algumas realmente me ajudam. E isso me dá... medo. É. Eu amo, fico eternamente grata a namorado, meu sentimento, meu gostar por ele cresce, mas.. eu fico com medo. De me acostumar. De contar sempre, e uma hora ele não poder, e eu me decepcionar. De não conseguir equilibrar e, pelo tanto tempo que não levei nada, que não tive ajuda alguma, cobrar demais dele e me desapontar extremamente se ele, por algum motivo, falhar ou fazer algo diferente. Sei lá. Porque é bom demais. Eu não vou conseguir nunca aqui explicar o quão importante isso é pra mim. A ajuda. O disponibilizar-se. O sacrifício feito de forma feliz. A boa vontade. A vontade de me ajudar. A preocupação comigo. Essas coisas. Ele, namorado, e minha melhor amiga e seu marido estão me ajudando demais nessa fase de mudança. Enquanto eu to aqui no trabalho, R. está lá em casa, esperando pelo técnico (outro) da geladeira. Namorado foi lá entregar a chave do portão que ainda não estava com ele. E, se não fossem eles, eu estaria fudida. Fu-di-da. Dá até vontade de chorar. De gratidão. E aí eu até esqueço que ontem fiz a pergunta mais idiota da face da terra e tive a resposta mais brochante da face da terra. "Seu casamento é legal? Ah, ela implica muito com os meus pais, eles não se dão, e isso acaba causando muitas brigas." ISSO. A esposa não se dá com os pais dele, e essa é a única coisa que ele lembra de ruim do casamento. Ou seja. O casamento dele é legal. O que eu estou fazendo no meio disso tudo, mesmo? Oh, acabando com uma família. Oh yeah.
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
E ontem finalmente eu consegui assistir Idolos, na Record. Precisei me mudar pra conseguir, vejam vocês. Daí que a irmã da Claudia Leite tá lá, néam? Gêmea quase. Igualzinha, inclusive a voz. Pra Craudia ver como é legal ser copiada, néam? E tb vi a Shane. E a Lan-lan. Esse Idolos tá cheio de ídolos, mesmo. Gostei muito da Paula Lima como jurada, viram? Ela é a melhor ali, e manda em tudo. "Eu quero que esse passe". E pronto. Falou, tá falado. Chorei, claro, com os últimos cinco que achavam que estavam fora e, voilá, estavam dentro! Muito legal. Eu acho muito legal isso. O esforço das pessoas, a dedicação, o sacrifício. Me emociona quando conseguem. Achei justa a seleção. E já tenho meus favoritos. São eles:
Esse Rafael é uma graça. Uma g-r-a-ç-a. Tem carisma, tem uma voz linda, presença de palco, charme, tudo. Encanta. Já ganhou o meu coração. A Cassia... bem. A Cassia, há de se frisar aqui, é perfeita. Caramba, a mulher canta muito. E é simpática. E canta muito. Muito. Eu já disse ‘muito’? Pois é. Eu tava tão feliz achando que, pronto, o Rafael tem que ganhar. Daí vi a Cássia. E meu coração se dividiu. Porque seria injusto ela não ganhar. Mas seria injusto o Rafa também não ganhar. Então, daí que não sei. Vou roer as unhas pelos dois. Se alguém eliminar os dois, eu jogo uma bomba nos responsáveis.
Os outros que eu também gostei bastante e vou torcer para que cheguem longe:
Renata Bacal – fofa, fofa, fofa. Canta com o coração. Eu amo quem tem a música assim, como algo sublime. Fo-fa-de-mais.
Hellen Cristina – Caraca, a mulher canta muito! Só vi um trechinho, mas gostei bastante. Improvisa, inventa, renova a música. Muito boa.
Pedrinho Black – Gostoso, né? Negão gostoso. E voz linda. Não vi escorregão nenhum na apresentação dele, mas o Calainho disse q teve, e escorregão feio, blablabla, então me recolhi à minha insignificancia. Mas é bom o cara.
Maria Christina – porra, essa mulher tem 19 anos??!?!??? Fala sério! Não parece. Mas adorei. Apesar do visual, não é limitada musicalmente, não canta tudo a la Cassia Eller não. Pega tudo e faz bonito. Gostei mesmo.
Rubens Daniel – Não sei, até acho que ele não canta tudo isso, mas eu gostei do jeitinho dele. E da presença de palco. Me cativou.
Hellen Cristina – Caraca, a mulher canta muito! Só vi um trechinho, mas gostei bastante. Improvisa, inventa, renova a música. Muito boa.
Pedrinho Black – Gostoso, né? Negão gostoso. E voz linda. Não vi escorregão nenhum na apresentação dele, mas o Calainho disse q teve, e escorregão feio, blablabla, então me recolhi à minha insignificancia. Mas é bom o cara.
Maria Christina – porra, essa mulher tem 19 anos??!?!??? Fala sério! Não parece. Mas adorei. Apesar do visual, não é limitada musicalmente, não canta tudo a la Cassia Eller não. Pega tudo e faz bonito. Gostei mesmo.
Rubens Daniel – Não sei, até acho que ele não canta tudo isso, mas eu gostei do jeitinho dele. E da presença de palco. Me cativou.
E por enquanto são esses. Lembrando que eu sou uma pessoa de gosto extremamente mutável e tudo isso pode mudar (dã) de uma hora pra outra. Com exceção do Rafael, claro. O doce ídolo dono do meu coração.
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Eu to sem dinheiro. S-e-m-d-i-n-h-e-i-r-o. Tive um ataque de choro hoje no trabalho quando recebi a ligação do técnico dizendo que o problema da minha geladeira - que não gela - é mais sério do que pensávamos, e eu vou ter que chamar um técnico da assistência. Caralho. Fudeu. Eu-não-tenho-mais-dinheiro. Já to pegando adiantamento do 13º. É dura a vida de uma pessoa dura. Eu-não-tenho-mais-dinheiro-e-estou-me-desesperando. Não aguento mais ficar sem geladeira. Não aguento mais despesas. Eu-não-tenho-mais-dinheiro-ca-ce-te. E também não tenho panelas, e nem panos de prato, e nem bujão de gás cheio, e nem uma tomada compatível com a minha máquina de lavar roupa, e nem um monte de coisas. Eu não tenho dinheiro, eu não tenho mais estrutura, e hoje eu surtei e tive uma crise de choro que durou umas duas horas. No trabalho. Ainda bem que não tinha ninguém aqui. Ou melhor, quase ninguém. Apareceu um pobre coitado aqui que não entendeu nada e ficou esperando eu me acalmar pra ser atendido. Sério, eu to triste. Muito triste. Eu não tenho dinheiro pra comprar uma geladeira nova, meu deus. E eu paguei mil reais naquela porra daquela geladeira e nunca a usei. É pra desesperar. Vou dar o cu vender doce no onibus, cerveja no maracanã, torta no portão, sei lá, qualquer coisa. Faço qualquer coisa. Eu to desesperada. Sério.
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Eu sei que ficar ansiosa não adianta. Eu sei que essa ansiedade não serve pra porra nenhuma. Mas eu não consigo me controlar. Eu estou tentando, mas tá difícil. Vejam vocês (vocês? vocês quem??) que eu estou TÃO ansiosa, que estou até TRABALHANDO pra distrair a mente. Pois é. A que ponto cheguei. Fundo do poço. Tenho que trabalhar para ficar calma. Para esquecer. Pra não ficar pensando nos dias seguintes, no amanhã, no dia da mudança, na semana que vem, no nascimento de L., em como serão os meus dias na casa nova, nas coisas que ainda tenho que comprar (que, acreditem, são MUITAS), etc. Tenho que tentar me controlar e não pensar no amanhã. Esquecer que o amanhã existe. Me conscientizar de que só o que existe, existe MESMO, é o AGORA, é o PRESENTE. O amanhã, só Deus sabe como vai ser, e não adianta eu ficar me martirizando querendo que o amanhã chegue logo. Não vai passar mais rápido só porque eu anseio por isso. Não vai. Vai passar no mesmo ritmo. Lento. Eu tenho que focar. No hoje. No agora. Now. Um dia de cada vez. Não é assim? Então é. E vam'que-vamu.
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Fazer omelete. De manhã.
Tomar o meu nescau. Gelado.
Chegar da rua e encontrar a casa LIMPA. E CHEIROSA.
Ler meus livros. SOZINHA.
Assistir meus dvds sem a interferência de NINGUÉM.
Dançar sozinha pela sala.
Pular, pular, pular.
Gritar, muito.
Acordar com musica.
Dormir com musica.
Dormir à noite sem ninguém abrindo a porta e acendendo a luz para interromper o meu sono.
Muita coca-cola na geladeira.
Uma GELADEIRA!
E sorvete. MUITOS SORVETES NA GELADEIRA.
Deitar no chão. LIMPO.
Pegar sol no "quintal".
ABRIR TODAS AS PORTAS E JANELAS.
Comprar papel higienico NEVE.
Usar o sabonete que eu bem quiser.
Acordar e ouvir jazz.
Acordar e ouvir os pássaros.
Acordar e me ouvir. SÓ ME OUVIR.
Saber que meu shampoo está acabando porque EU USEI. SÓ EU.
Não me preocupar com mais ninguém além de mim nas coisas referentes à casa.
Muito queijo minas na geladeira.
Falar no telefone À VONTADE.
Assistir o que eu quiser na tv.
NÃO LIGAR a tv.
Deus, como é bom morar SOZINHA. Como é bom estar indo pra minha nova casinha. Como é bom, como é bom. Muito obrigada, Deus. Muito obrigada.
Tomar o meu nescau. Gelado.
Chegar da rua e encontrar a casa LIMPA. E CHEIROSA.
Ler meus livros. SOZINHA.
Assistir meus dvds sem a interferência de NINGUÉM.
Dançar sozinha pela sala.
Pular, pular, pular.
Gritar, muito.
Acordar com musica.
Dormir com musica.
Dormir à noite sem ninguém abrindo a porta e acendendo a luz para interromper o meu sono.
Muita coca-cola na geladeira.
Uma GELADEIRA!
E sorvete. MUITOS SORVETES NA GELADEIRA.
Deitar no chão. LIMPO.
Pegar sol no "quintal".
ABRIR TODAS AS PORTAS E JANELAS.
Comprar papel higienico NEVE.
Usar o sabonete que eu bem quiser.
Acordar e ouvir jazz.
Acordar e ouvir os pássaros.
Acordar e me ouvir. SÓ ME OUVIR.
Saber que meu shampoo está acabando porque EU USEI. SÓ EU.
Não me preocupar com mais ninguém além de mim nas coisas referentes à casa.
Muito queijo minas na geladeira.
Falar no telefone À VONTADE.
Assistir o que eu quiser na tv.
NÃO LIGAR a tv.
Deus, como é bom morar SOZINHA. Como é bom estar indo pra minha nova casinha. Como é bom, como é bom. Muito obrigada, Deus. Muito obrigada.
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Da série: TOC
Sempre que eu mando uma sms, eu releio a mensagem na pasta "Enviadas" pra confirmar se mandei pro número certo. Medo, muito medo de confundir mensagens!
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
E depois de um dia muito, muito, muito quente e abafado, começa a ventar. Será que o tempo vai virar de novo na sexta? Só porque eu preciso de finais de semana de sol pra organizar minha mudança?
Só quero ver como que eu hoje vou olhar pra cara do pedreiro. Mas tudo bem.
Estou tão ansiosa (e repetitiva). Sei lá, tanta coisa pra fazer, tanta coisa pra comprar, tanta coisa pra pagar. Tenho que comprar praticamente tudo novo, não vou levar nada da casa antiga, vou deixar tudo com o ex. Todas aquelas coisas velhas. Lençol, travesseiro, copos, pratos, talheres, panelas, tudo, tudo, tudo. Ou melhor: nada, nada, nada. Então vou ter que gastar um dinheiro. E agora to numa vibe decoreba de ser, então passo horas no micro (do trabalho) pensando no que eu vou fazer com a descarga, com o piso, com a 'salarto', etc. Quero fazer uns adesivos, quero tapete vermelho, quero tanta coisa! Mas to numa dureza braba. Eu sei, eu só tenho que ir com calma. Eu não vou fazer tudo isso em um mês. Eu vou fazer isso aos poucos. E eu preciso controlar a minha ansiedade e lembrar que basta ir com calma. Respirar fundo, contar até 20 e tranquilizar. oooooooooouuuuuuuuuuuuunnnnnnnnnnn. Equilíbrio, Anne. Equilíbrio.
Acho que dá pra ter uma idéia de como anda a minha cabeça, se eu contar que perdi meus cartões de crédito dentro de casa, né? Que tipo de pessoa perde dois cartões de crédito e um cartão do banco dentro da própria casa? Eu simplesmente não lembro onde os coloquei. Eu lembro de tê-los tirado da carteira, porque ia pra Madureira e, justamente pra não correr o risco de ser roubada, ou algo assim, achei melhor sair sem eles. Pois bem. Essa é a última imagem gravada na minha mente. Depois disso eu simplesmente não lembro onde enfiei a porra dos cartões. Que raiva. Já procurei em bolsas, gavetas, não sei mais onde procurar. Vou ficar maluca. Quer dizer, já estou. Nunca vi isso. Deve ter um vilarejo de duendes (ladrões) na micro kitinete, não é possível.
Pra completar o bolo de pêlo de gato no meu cérebro, ontem o pedreiro da kitinete me agarrou. É. Minha fantasia erótica de trepar com um peão puxando meus cabelos quase se realizou. Isso me fez pensar muito, sobre várias coisas. Não, não sobre a fantasia. Mas... sei lá. Fiquei preocupada se realmente ultimamente não tenho mandado muitos sinais errados. E se isso é tão inconsciente assim, ou se eu minto pra mim mesma. Eu acho que não dei motivos pra ele me agarrar assim. Eu, sinceramente, não estava esperando essa atitude dele. Se havia um certo interesse? Sim, havia. Se eu dava mole? Não, não dava. Só conversava. Ai, sei lá. Se eu queria que ele me agarrasse? Se eu ficava imaginando como seria o beijo dele? Sim, queria. Sim, imaginava. Afinal, ele tem só 20 aninhos! É 'gatccchhhinhu' e tudo. Forte. Macho. Educado. Esforçado. Enfim. Fiquei confusa. Até porque fiquei com remorso por causa do namorado. Que, eu sei, é casado. E não há realmente um compromisso entre a gente. Há, mas não há. Porque ele não pode exigir nada de mim, já que todos os dias ele vai pra casinha dele ficar com a mulherzinha dele. Então eu não necessariamente traio. Eu só sigo com a minha vida. Mas esquecendo esses detalhes, há o sentimento. E namorado gosta mesmo de mim. Dá pra perceber. Depois de ter sido agarrada pelo pedreiro, percebi mais ainda. O quanto namorado me respeita. Se preocupa comigo, se não está me ofendendo de alguma maneira, se eu não estou me sentindo mal por alguma coisa. Namorado me trata realmente como uma namorada, e nunca como uma amante, no pior sentido da palavra. E com o pedreiro não, foi uma coisa só física. Me senti meio objeto. E olha que foram só alguns beijos. Claro, porque eu segurei o homi. Senão rolava ali mesmo, no meio do cimento, da terra e da pá. Então eu percebi que essa coisa de sexo só pelo sexo comigo não rola. No máximo rola na minha cabeça, nas minhas fantasias. Mas na hora 'h', na hora do "vem cá, minha nega" não dá. Não é a minha praia, eu saio fora, me sinto mal, não quero mesmo. Eu tenho que saber que a outra pessoa gosta de mim. Gosta muito de mim. Se preocupa comigo mais do que com o sexo. Aí sim, fica tudo bem.
Só quero ver como que eu hoje vou olhar pra cara do pedreiro. Mas tudo bem.
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Quem lê, pensa que eu vou me mudar pra uma mansão, e é justamente o contrário. Mas ainda não me mudei. Primeiro porque só hoje comprei o dormitório (yay!). E segundo porque... ainda não limpei a kitinete toda! De tão suja que estava. Pintei a kit todinha no sábado. Passei a metade do domingo lavando o banheiro. Segunda, que foi aniversário de mamy, não apareci por lá. E ontem lavei o chão da sala(quarto), cozinha e área. Justamente porque estavam reformando a bendita, então já viu, né, fica tudo cheio de dedos e pés e cimento, etc. Não vejo a hora de IR. Sinceramente. Hoje volto lá pra lavar a cozinha. E aí é só esperar chegar a cama, colchão e guarda-roupa. Depois, levar as coisas pequenas. E depois, finalmente, a mudança do resto. Estou ansiosíssima, mas to conseguindo me conter. Tô até espantada comigo mesma.
Eu só queria saber o que leva uma pessoa a pagar dezessete mil reais em um faqueiro. Não dá. É demais pra minha cabeça. E eu precisando de MIL reais, e não tendo. E esse povo vai enfiar na boca um garfo que custa não sei quantos mil. Por pura ostentação. Sério. Me poupem. Argh.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Sério, eu posso ficar sem comprar roupas, sem ir ao salão de beleza, sem comprar sapatos ou perfumes. Mas não me proíbe de comprar livros, não. Eu morro. Eu MORRO. Não consigo. Mas não posso comprar nada. Nada. Então por que entrei no site da Travessa??? Não sei! Porque sou masoquista. Ou pior ainda, porque sou uma mulher sem dinheiro ALGUM que não consegue se controlar e deixa de pagar alguma outra conta pra comprar livros.
Setembro sem fim
Aniversário da minha mãe.
Aulas práticas na auto-escola.
Aniversário da minha vó.
Nascimento de L., meu sobrinho.
Prova prática do Detran.
Melhor amigo vindo de Sampa me visitar.
Comprar móveis, ver frete, encaixotas as coisas.
Minha mudança.
TUDO em Setembro. TUDO. Legal, né?
Aulas práticas na auto-escola.
Aniversário da minha vó.
Nascimento de L., meu sobrinho.
Prova prática do Detran.
Melhor amigo vindo de Sampa me visitar.
Comprar móveis, ver frete, encaixotas as coisas.
Minha mudança.
TUDO em Setembro. TUDO. Legal, né?
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