segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Quatro da tarde, e todo mundo no escritório. Por ‘todo mundo’ entenda-se: meus 3 chefes. O novo, o velho e a anciã. E isso me agonia. Eu vou ficando agoniada, vai me dando um nervoso, pra que tanta gente assim no escritório? Ninguém faz porra nenhuma, ficam aqui só pra me irritar e me atrapalhar e atrapalhar o meu sossego em plena segunda-feira, inicio da semana, que já começou com uma noite pessimamente dormida, meu deus, eu e meus pesadelos, eles não acabam, não vão acabar nunca, nunca mais eu terei uma noite de sono tranquila, leve e feliz, essa noite eu estava com sono, sono, sono, mas quando pegava no sono, acordava sobressaltada, pesadelos e minha imaginação muito, muito fértil, será que foi a porra daquela vela de erva-doce? Mas vela de erva-doce não seria, teoricamente, pra acalmar, cacete? Porque cargas d’agua eu não consegui dormir então? Quando peguei no sono, béééééééééé, o despertador toca, e é hora de acordar e eu levo meia hora pra conseguir me arrastar levantar, e venho pra cá, e agora são quatro, quatro da tarde e todo mundo ainda tá aqui, só pra me irritar. Me irritar e me impedir de ouvir as novas músicas da Amy (ao menos eu acho que são, não sei, não dá pra ouvir a porra da música, porque tem um monte de gente aqui!). Eu quero ganhar na mega-sena. Quando eu ganhar na mega-sena, vou fazer questão de não contar pra ninguém e continuar vindo trabalhar, só pra numa hora dessas poder gritar "porra, vocês não vão embora não, caralho? Vocês não têm uma vida?". E vou dizer isso e ficar mais leve, leve, leve e vou dizer várias coisas que penso, sem medo de ser feliz, porque serei milionária sem me preocupar se serei mandada embora ou não.
Eu não tenho palavras pra descrever o que foi o episódio "The midnight hour", de Grey's Anatomy, pra mim. O que dizer? Que foi escrito pra mim? Que a Shonda deu uma olhada no meu coração e me deu o episódio de presente pra que eu me debulhasse em lágrimas, por horas e horas, em plena tarde ensolarada de um domingo? Que eu sou aquela garotinha que não quer ser um problema pra ninguém, e que assume toda a responsabilidade pra ela, que aguenta o rojão sozinha só pra preservar aqueles que ama, e tudo sem dar um pio, e vai acumulando, acumulando, e não fala pra ninguém e que tudo que eu queria era que alguém enxergasse isso e me desse um ombro, só um ombro pra dormir? Se tem um episódio de Grey's Anatomy que me acertou em cheio, que disse tudo o que eu sinto, e que resume toda a confusão de sentimentos que me assola ultimamente, foi esse. E, afinal, se você quer saber quem eu sou, oi, eu sou essa garotinha e também não durmo há muito tempo.


http://www.youtube.com/watch?v=LZycBRrab-8

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Hoje saí na hora do almoço para procurar mesa de cozinha. Gente. Desde quando as mesas ficaram TÃO caras? Fiquei tão frustrada. Esperava conseguir achar uma mesa boa e baratinha. Mas não. A mais barata custava duzentos reais. O que, na minha atual situação, é cara. MUITO cara. Porque era uma mesa pequena, dobrável e ainda com banquetas! Nem era cadeira. Eu esperava achar uma mesa por 150, parcelada em 10x sem juros, hahahaha. Muito inocente. Enfim. Essa correria toda pra achar uma mesa, era porque uma amiga muito querida está vivendo um momento meio chato e eu queria recebê-la lá em casa, cozinhar, fazer coisas gostosas, e queria ao menos ter uma MESA DECENTE pra bicha poder sentar. Mas não vai dar. Não adianta. Não posso gastar mesmo. Acho que vou ter que pegar a mesa velha que deixei na quitinete antiga, hohoho. Daí disfarço com uma toalha dessas lojas de 1,99. Ai, como é difícil essa coisa de ficar sem dinheiro, oh, Lord.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Tentando entender as razões pelas quais estou me tornando essa completa estranha para mim mesma. Vejamos. Raiva. Raiva por ter sido idiota por tanto tempo. Hm. Talvez um misto de raiva e um sentimento de “que porra adiantou ser boazinha?”. Revolta. Talvez. Chegando à conclusão de que ter caráter e escrúpulos não leva ninguém a lugar nenhum, não te faz ser mais querida, não te faz ter um amor, não te faz ter quem a ame. Faz sim, quem ache que te ama. Mas só te ama enquanto você não tem defeitos. Huge failures. Horríveis. Vergonhosos. Você não tem caráter e nem escrúpulo, vapt!, eles deixam de te amar. E eu não quero amores assim. Eu quero quem me ame até mesmo se eu matar alguém. Não quero quem concorde com isso, só quero que me ame mesmo assim. E esteja ao meu lado. Não para me apoiar, óbvio, mas para não me deixar cair mais ainda. Na verdade eu quero ao meu lado pessoas que enxerguem que determinadas atitudes são mais um pedido de socorro, um grito, um berro, do que necessariamente falta de caráter e escrúpulos. Mas enfim. Não culpo ELE por isso. Culpo a mim. Não que tenha sido algum sacrifício ser quem eu fui nesses 5 ou 6 anos. Não foi sacrifício porque eu era realmente daquele jeito. Mas quando tudo desmoronou, eu fiquei revoltada porque nada meu foi valorizado. Eu fiquei do lado dele esse tempo todo, eu sempre fui cheia de valores e moral, e sempre o ajudei, e sempre estive ali, quase perfeita. Pra nada. E ele só me enrolando, enrolando e enrolando. E iludindo, iludindo, iludindo. Entre aspas, né. Porque eu sabia. Eu sempre soube. E é por isso que eu nunca vou culpá-lo de nada. Porque a culpada sou eu e só eu. Mas na hora em que meu mundo desabou e eu caí, eu só queria que ele me segurasse. Que ele me mantivesse segura. Ali, em seus braços. Ainda que virtuais, eu queria que ele me segurasse. Me apoiasse. Fosse o lugar onde meus pés pudessem se firmar e eu me sentiria segura. Mas não foi nada disso que aconteceu. Ele abriu o buraco ainda mais. E eu caí ainda mais. Desamparada. Perdida. Sem ele. Sem eles. Sem ninguém. Tudo desabou. E eu me vi sozinha. Com isso eu parti do princípio de que: todas as pessoas te julgam. E isso cria raízes. Raízes de amargura. E isso mata. E eu morri. Eu morri e nasceu outra. Uma que não consegue se preocupar com os outros, só consigo mesma. Porque sabe que se preocupar com os outros não lhe trará recompensa alguma. Que essa porra de retorno é bobagem. Mas aí, aos poucos, a casca vai se quebrando. E eu, aquela, de antes, renasço. Mais serena. E certa de que eu não sou de determinado jeito para agradar ninguém. Que eu não tenho que esperar recompensa por nada. Eu só tenho é que ter paz comigo mesma. Com a minha consciencia. Que não importa quem me julgue. Eu é que não posso me julgar culpada. Eu tenho sempre que ter o veredicto “inocente” na minha alma. Se eu faço algo que vai contra mim mesma, eu só me faço mal. Se eu sou boazinha, se eu ajudo quem nunca vai dar valor a isso, se eu não fodo com a vida de ninguém, e se isso não vai me trazer nada de bom, eu só tenho que saber o que isso vai trazer pra MIM. Pra MINHA consciencia. De noite, na hora de dormir. O que vai me fazer ter pesadelos? O julgamento dos outros ou o meu próprio julgamento que eu tento a todo custo manter embaixo do tapete? Eu ando me sentindo uma estranha para mim mesma porque eu SOU uma estranha. Tudo o que eu venho feito ultimamente não sou eu. Não é quem eu sou, por quem eu me conheço. É outra. E assim vai ser até eu realmente me entender e chegar ao ponto crucial em que eu vou saber quem sou eu. Sem pressa. Aprendendo, errando, levando porrada, tombos, quedas, sem ninguém pra aparar. Mas eu. Comigo mesma. Me analisando, me descobrindo, me entendendo. Ao menos hoje eu consegui ver isso. Que os meus atos só dizem respeito a mim. Que não é porque eu não tive “recompensa” em ter sido “boazinha”, que isso não vale nada, não presta pra nada. Pode não valer mesmo, e não presta pra nada mesmo. Mas sou eu. É a minha natureza. E ir contra a minha natureza só por revolta ou amargura só faz mal a mim mesma. Só me mata. E eu não quero ter uma estranha vivendo no meu corpo. Eu não quero essa sensação de estar assistindo de camarote uma outra pessoa vivendo por/em mim. Não. Eu sou eu. Em paz comigo mesma. É tudo o que importa. É só o que importa.

Flores para o mundo...


pq hj eu to assim... =)
pq doar-se é bom
pq todos precisam de atos de delicadeza e doçura
pq fazer o bem faz realmente bem
pq... sei lá, pq tem dias em que eu flutuo, e não é preciso nenhum motivo especial pra isso
e pq eu hoje acordei com vontade de dar flores pro mundo.


Esse final de semana eu passei na minha mãe. Pra economizar na comida, hahaha. E, claro, curtir colinho de mãe, que é sempre bom. Mas a questã é que, no sábado de manhã eu fui me pesar e, oh, 57kg! Ok, 57 E NOVECENTOS GRAMAS, mas ainda na casa dos 57. E eu que estava achando que tinha engordado bem uns 3 kg. Fiquei toda feliz. Só que isso foi ANTES do final de semana, né? Ou melhor, no INICIO dele. Minha mãe me empanturrou de TANTA COISA, TANTA comida, TANTO doce, tanto troço, que hoje eu realmente acho que JÁ GANHEI os tais três quilos que até então estavam perdidos no centro da terra. Mãe, eu te amo, mas não posso passar mais do que três dias na sua casa, porque perco a noção e por pouco não saio comendo a parede da casa.

***

Eu ando tendo pesadelos. Muitos. Direto. Não tenho mais sonhos. Aquela coisa cute, legal, da qual vc curte lembrar. Não tenho. Só pesadelos. Ou estão invadindo minha casa, ou tem um homem me perseguindo, ou eu to numa enchente que nem tá acontecendo em Santa Catarina, ou eu to andando de madrugada numa praia deserta, morrendo de medo, etc, etc, etc. Não sei o motivo. Não entendo nada de psicologia, Jung, Freud, whatever. Acho que vou começar a ler livros sobre. Porque não é possível. Alguma razão tem, algum motivo. Tudo bem, eu ando vivendo um período bem confuso e de mudanças na minha vida, mas... será que eu não posso ter um sonhozinho legal, hein?! Poxa vida.

***
Leio que Maitê Proença e Paulinho Vilhena têm "se entrosado bastante fora das gravações". Sinto um misto de inveja E orgulho da Maitê.

***
Acabei de baixar o season finale de True blood! Não vejo a hora de assistir!

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Ódio


a Vivo não sabe o que significa "alguns instantes", porque saporra tá ruim desde semana passada, e eu pre-ci-so mandar mensagens gratuitas, cacete!
Sabe o que eu quero? Viver de amor. E é isso. Tem coisa melhor? Não. Então... só fica faltando acertar a mega-sena. Pronto. Eu seria feliz pra sempre.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Porque eu adoro essas coisas e porque vi no blog dela.

Onde está seu celular? Na mesa ao lado, do lado da minha bolsa.
E o amado? Qual deles? hahaha. Namorado tá na rua.
Cor do cabelo? Castanho
Sua mãe? Em casa
Seu pai? ahn... no limbo? não sei. os ossos estão no cemitério.
Minhas irmãs? Minha irmã tá na roça com meu filhote.
Seu filho? Não tenho
O que mais gosta de fazer? Viajar
O que você sonhou na noite passada? Ando tendo MUITOS pesadelos. Muitos, muitos, muitos. O horror, o horror. Ou estão invadindo a minha casa, ou estão assaltando a empresa, ou qualquer outra coisa assustadora.
Onde você está? No trabalho
Onde você gostaria de estar agora? ah... longe, bem longe. Em algum lugar onde não esteja chovendo. Na Bahia, eu acho.
Onde você gostaria de estar daqui a seis anos? NA ITALIA PELAMORDEDEUS!
Onde você estava há seis anos? Deixa eu ver nos meus outros blogs... hahaha. Mentira. Bem, não sei. Mas estava neste mesmo emprego. E em outra kitinete. E morava com meu ex. E tinha dinheiro para viajar.
Onde você estava na noite passada? Em casa.
O que você não é? Sociável
O que você é? Confusa.
Objeto do desejo? Uma passagem pra Itália!
O que vai comprar hoje? Ingresso pro filme "Romance", se meu chefe assim permitir e liberar namorado cedo.
Qual sua última compra? Um livro. =) Big loira e outras historias de Nova York - Dorothy Parker
A última coisa que você fez? Copiei e colei esse questionario
O que você está usando? Calça jeans, blusa de manga, sandália
Na TV? Todas essas séries listadas alguns posts abaixo
Seu cachorro? Não tenho
Seu computador? Tá ruim
Seu humor? Depende. Agora tá bom.
Com saudades de Alguém? DELE
Seu carro? Não tenho.
Perfume que está usando? Humor, da Natura
Última coisa que comeu? Pão com manteiga e nescau
Fome de quê? massas
Preguiça de? Pensar nos problemas
Próxima coisa que pretende comprar? Um varal de teto
Seu verão? Vai sobrar algum dinheirinho, se Deus quiser
Ama alguém? Claro!
Quando foi a última vez que deu uma gargalhada? Antes de ontem. Tantas que a barriga tá doendo até hoje.
Quando chorou pela última vez? Ontem. Sabe como é, num dia, gargalhadas. No outro, lágrimas.

Surpreeeeesaaaa!!!

Rá! Achei a música* e, guess what? Subi pra vocês! hahaha.

Um romance - Fabio Junior


* gente, eu trabalho. juro.

Na boa, me dá até enjôo de ler uma coisa dessas:






É preciso ter muita "não-vida" pra se interessar na rotina de casada da SANDY. Pelamordedeus. Caso de internação. Não sei o que é pior. Ter quem leia ou ter quem publique. Ou ter quem dê a entrevista e se disponha a passar esse tipo de informação. Sei lá. Me dá enjôo. Eu sei, cada um com seu cada um. Mas esse é o MEU blog e eu falo o que ME dá enjôo e o que não dá.
Ao menos tem o Hugh Jackman ali do lado pra fazer o enjôo passar. E a pergunta "E o Brad Pitt?". Façam-me o favor, né? Quem é Brad Pitt?

Sobre séries


Eu preciso dizer: Don Draper, I miss you.

***

Dexter tem falado diretamente comigo nesses três ultimos episódios. Vou te dizer. Aquele pai do Dexter é mesmo um cara sábio.

"Meu pai dizia para ter cuidado com o quanto achamos conhecer alguém"
"Vemos somente duas coisas nas pessoas: o que queremos ver, e o que elas nos mostram"
"Nunca subestime a capacidade das pessoas de te magoarem"

E eu pego pra mim os conselhos dados a um serial killer. Hohoho.

***

True blood: Mal posso esperar pra assistir o 11º episódio! Estou completamente viciada em True blood. Fico com pena quando o episodio acaba e eu lembro que vou ter que esperar 1 semana ainda para assistir o próximo. E pela primeira vez eu achei a Sooie uma chata de galocha. No 10º episódio. Até então eu a achava ok. Mas no décimo eu tive vontade de socá-la e jogá-la aos lobos. Ou lobisomens. Mas tirando essa pequena irritação, poxa vida, True Blood é demais. Os personagens – todos – são ótimos. Adoro o Lafayette, a Tara me irrita e me dá pena ao mesmo tempo, o Bill já estava me irritando e agora ganhou minha simpatia novamente e a maluca psicopata namorada do irmão da Sookie me dá medo. E todo mundo já sabe quem é o assassino, né? Ao menos eu desconfio. Não sei se é spoiller, mas enfim, se voce não quer saber, não leia, porque eu vou falar. Eu acho que o assassino é o marido da garçonete. Não tá meio óbvio? Talvez por isso NÃO seja, né? Hahaha. É que ele é muito perfeito. Ninguém é assim, tão perfeito. Então pra mim ele é o assassino. O que é uma pena. Eu bem queria que ele fosse perfeito.

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How I met your mother: meu coração fica um pouquinho menor a cada episódio. A série definitivamente não é mais a mesma. Ainda vale acompanhar, mas não é mais a mesma. Já estamos no oitavo episódio e só lembro de um que me arrancou gargalhadas. Mas é minha série do coração. Significa muito pra mim.

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Blood Ties: Segue boa e melhorando. Apesar de ser sobre vampiros, não tem nada a ver com True blood, que é infinitamente melhor. Mas também é BEM legal. E o vampiro é LINDO. Cada vez que ele morde um pescoço, eu fico desejando que fosse o meu. Pick, me! Pick me!

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Californication: Ufa! Me assustaram nos 2 primeiros episodios dessa temporada, mas já devolveram o meu Hank intacto. E a Beca... Beca rox! Orgulho da família e dos fãs da série. Hank me envolveu tanto na primeira temporada dessa série que tinha lugar cativo nas minhas imaginações eróticas. Hahaha.

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Grey’s Anatomy: voltando aos bons tempos. Alguém só precisa pedir pelamordedeus pra Shonda enterrar de vez o Denny. Querida Shonda, nós amávamos muito, muito, muito mesmo, o Denny. Mas UMA VEZ QUE VOCÊ O MATOU, por favor, deixe-o lá, morto, enterrado e longe da série. Não tem mais contexto pra ele. A Izzie daqui a pouco vai ter que ser internada no hospício.

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Dirty Sexy Money: Woooooow! Espetacular! O final do ultimo episódio me deixou de queixo caído e com essa cara de "WOW!" do inicio desse texto. Muito, muito, muito boa. Cada vez melhor. Mas o Nick como marido me irrita. Vontade de jogá-lo pela janela.

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Fringe: Ótima, ótima. Estou totalmente viciada. O pai do "Pacey" (me deu branco, eu não lembro do nome do personagem, e não dá pra procurar no google por enquanto) Dr. Bishop é uma figuraça. A série é boa porque não promete muito, mas tá mantendo o nível. Como posso explicar isso... a série não é nada "uaaauuuu, que série ma-ra-vi-lho-sa!", mas é uma série que ME deixa esperando ansiosa pelo próximo episódio. Enfim, EU gosto muito.

***

Heroes: PAREI de assistir. Já deu. Chega. Uma bosta.

Quando eu era pequena lá em Barbacena, a gente era pobre. Não, pobre eu sou hoje. A gente era BEM pobre. Tipo, roupa nova só 1 vez por ano, no natal. Presentes? Ou de natal ou de aniversário. Nunca os dois. Daí que eu estava lembrando do nosso primeiro disco. Ou LP. Long play. Como preferir. Eu só fui ter um disco pra chamar de meu aos 9 anos, por aí. Nem lembro exatamente o porquê da façanha. Discos. Um luxo. Provavelmente estávamos comemorando algo, não sei se o primeiro salário da minha irmã, hohoho, tadinha. Então saímos eu, minha mãe e minha irmã, à procura do disco preferido de cada uma. Eu, a besta, escolhi Xou da Xuxa. Toda pomposa, feliz da vida, realizada com aquela capa linda, aquele rosa lindo da blusa da Xuxa, fotos atrás da capa, brincando de “onde está wally” pra achar as paquitas nas fotos, etc. Um sonho. Minha irmã, sempre mais esperta, pediu RPM ao vivo. Espetáculo. Também várias fotinhas dos gostosos no encarte, etc. Minha mãe escolheu Fabio Junior. Não lembro exatamente qual era o lp, mas era bom. Tinha aquela musica, “Sem limites pra sonhar”, que ele cantava com a Bonnie Tyler. Bem, a questão é que tinha uma, UMA música daquele disco que me fazia chorar. É. Já aos 9 anos, uma troncha que chora com musiquinhas românticas que falam sobre um amor que dá certo, ou ao menos que pode dar certo. E eu achava aquela musica linda. LINDA. E já naquela época ficava voltando toda hora nessa musica. Ia lá na VITROLA, e voltava manualmente pro inicio da faixa. Morrendo de medo de quebrar a agulha, que era cara, hahaha. Bem. Daí que eu decorei a letra da musica toda, etc. Amava. Mas os anos passaram, tudo mudou e eu esqueci da música. Esqueci. Nem lembrava mais que a bendita existia. Pra dizer a verdade, eu nem lembrava que um dia minha mãe comprou um lp do Fábio Junior pra ELA. Até um dia desses. Um dia desses que EU NÃO SEI PORQUÊ eu lembrei da música. Assim, do nada. Do nada MESMO. E todas aquelas sensações vividas há não sei quantos anos atrás voltaram. Eu lembrei de tudo que eu senti na época. Do coração apertado, da vontade de gritar, dos suspiros por querer que alguém me amasse daquele jeito. E o pior. Continuo sentindo a mesma porra. A música ainda me faz encher os olhos de água. Ainda me faz dizer "own, que linda!". E desde então a música não sai mais da minha cabeça. Simplesmente não sai. Toda hora, do nada, eu lembro do refrão. E lembro de um trechinho. E fico viajando. E eu até agora não sei qual foi o motivo dessa bendita ter reavivado na minha mente. É uma música que ninguém conhece Ninguém lembra. Ninguém acha linda. Não toca nas rádios. Eu não tenho mais o disco. Eu não tinha como e nem porquê lembrar. Mas, é isso. A música que ressucitou na minha mente. Com vocês “Um romance”, Fábio Junior.

Ela chegou, e se sentou no bar
Vi meu destino mudar
As palavras, pra quê palavras
Se tudo é dito no olhar

Compreende, tenta compreender
Foi com você que eu sonhei
Realidade pode estar perto
Não custa nada perceber

Quantas vezes, eu pensei
Só me entregar ao amor que eu sonhei
E a razão da minha timidez foi natural
Oh, dá um sinal pro sonho virar real

Um romance pode acontecer
A o se esbarrar em alguém
Abre os olhos, sonha acordado
E não quer saber de mais ninguém

Quantas vezes, eu pensei
Só me entregar ao amor que eu sonhei
E a razão da minha timidez foi natural
Oh dá um sinal e mostra que me entendeu

Sei que um romance sempre pode acontecer
Mas não sei pedir se por direito é todo meu
Oh quantas vezes sonhei com você
Vê se entende, dá certo demais
Está tão perto
Do sonho virar real
real

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Em situações delicadas qualquer coisinha toma uma proporção muito maior do que a real. Não pela ‘coisinha’ em si, mas por tudo o que ela significa. Então qualquer furo de namorado se torna um imenso buraco, como se um meteoro tivesse caído ali. Ontem pelo telefone eu pedi pra namorado passar na minha casa hoje de manhã, pra me levar pro trabalho. Eu disse inúmeras vezes “se der pra você”, “se você quiser”, etc. E várias vezes namorado repetiu “dá, eu passo” , “eu quero, eu passo”. Pois bem. Daí que planejei tudo pra quê? Pra namorado passar hoje de manhã lá em casa. Você, querida leitora, passou? Nem ele. Tudo bem, ele avisou. Seis e quinze da manhã me manda um torpedo dizendo que tinha acontecido um imprevisto. Imprevisto de coo é rola. Fiquei muito poota. Mas muito. Não por ele não ter passado lá necessariamente. Mas, caramba, que merda de situação, né? Que que eu to fazendo nisso, meu deus? Eu sei o que eu to fazendo. Medo de ficar sozinha. Medo de abrir a relação e demorar, de novo, anos e anos pra encontrar alguém que me interesse E que tenha algum interesse em mim. Olha só a merda. Aí eu me sujeito a passar por esse tipo de situação. Qual terá sido o imprevisto? A esposa acordou mais cedo e ele não pode sair? A esposa quis fuder de manhãzinha? A esposa passou mal? Argh. Agora vê. Eu. Ainda questionando. No quinto episódio de Dexter, terceira temporada, teve uma cena que muito me serviu. Uma cena em que o pai dele diz que ele, Dexter, vai ter que escolher quem será a amante e quem será a esposa na vida dele. Era uma metáfora (espero que a figura de linguagem esteja certa, hahaha) para uma outra situação, mas teve uma frase que não mais saiu da minha cabeça. “Você vai ter que decidir quem vai ter prioridade, Dexter”. Quem vai ter prioridade? A esposa, ÓBVIO, sempre vai ter prioridade. Amante é quando der. Se der. Amante é step. É substituição. É, eu sei de tudo isso. Eu sempre soube. Juro, eu não tenho sentimentos fortes por ele. Eu tenho é medo de ficar sozinha. Não exatamente “medo”. Mas eu não quero ficar sozinha. E como eu não fico com qualquer um, eu fico com ele. Mas não dá. Não tá dando. Eu não nasci pra ser uma substituta. Pra me ver quando der, etc. Não. Meu temperamento não combina com isso. Eu não gosto de perder pra ninguém, hahaha. Deprimente. Mas é. Eu não gosto de ser preterida. E cada vez que isso acontece, o orgulho é ferido. É, não é por gostar dele, é orgulho ferido. Ao menos eu tenho algum senso a ponto de não deixar o orgulho falar tão alto e eu me enfiar a destruir o casamento dele. Tipo aquelas amantes, “ou ela ou eu”. Hahaha. Que horror. Não, eu não acho nenhuma graça nisso. É que eu rio nas piores situações, mesmo. Agora estou eu aqui. Muito puta com isso tudo, por estar sentindo isso, essa “frustração”, por não querer sentir isso, por não querer passar por essa situação, querendo dar um basta em tudo, e colocando tudo na balança pra ver o que realmente eu faço da minha vida. Saporra acabou com a minha segunda feira que, ironicamente, eu tinha planejado começar muito bem.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

"Yo estoy sen un puto man...Yo estoy na capa...La plata que me mata...¿La plata, donde está?"
(La plata - Jota Quest)

hahaha! to chegando à conclusão de que esse novo cd do Jota Quest foi feito pra mim.

Gente, pára tudo porque eu preciso falar sobre o Grammy "brasileiro" exibido ontem pela Band. O que foi aquilo??? O horror, o horror! Muita, muita, muita vergonha alheia! Um show de desorganização, gente perdida, câmeras perdidos, direção perdida, todo mundo perdido. Eu não sabia se ria (ao menos me fez rir muito) ou se me enfiava embaixo da cama, de vergonha. Alguns momentos que ficaram na minha mente:

momento mico (MICÃO): todo e qualquer momento em que a Daniela Cicarelli aparecia. Encurvada, sem postura, olho arregalado, apagada, cara de perdida, mecanica. O horror, o horror.

momento emoção sincera: Chitãozinho e Xororó no palco mandando a galera cantar e a mesma não decepcionou. Todo mundo cantou o refrão da música. Bacana, pra mandar o preconceito pra cucuia.

momento nojo: Champignon comemorando a premiação do CPM 22 (é que Charlie Brown Jr também estava concorrendo). Porra, até parece que aquela merda faz parte de alguma porra de banda. Recalcado do caralho, vai se fuder. Charlie Brown rox!

momento show: Irmãs Galvão. Tirem a Cicarelli do palco e coloquem as irmãs para apresentar a premiação. Têm super jogo de cintura, são engraçadas, sabem improvisar, sáo ó-te-mas. E fofas.

momento baba: Marina de la Riva! Sexy! Linda! Sedutora! ah sim, e Pepeu Gomes.

momento "não precisava": a premiação inteira. hahaha, brincadeirinha. mas a ceninha dos meninos do CQC com a Cica. Pra quê aquilo? Sem sentido, sem necessidade. Ainda agora sinto muita VA, vou te dizer.

resumindo: o grammy brasileiro só serviu para uma coisa: ver as pernas cada vez mais maravilhosas da Paula Toller (nesse caso, tapei os ouvidos e só olhei as pernas).

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Eu ando com um certo medo, uma certa paranóia, de que ELE descubra esse blog. Se isso acontecer, é o fim. E um fim apoteótico, diga-se de passagem. Já até pensei em colocar senha aqui pra ler, etc. Mas é um saco, né. E ao mesmo tempo que eu acho difícil alguém descobrir um blog anonimo, eu acho que, se você souber procurar, usar as palavras certas - ao menos se você conhece bem a pessoa e seus gostos e um pouco do seu jeito de escrever - no google, você acha fácil. Pode ser muita paranóia minha. Mas eu só sei é que todos os dias vou correndo no sitemeter pra ver quem entrou nesse blog. Vou digitar no google: "como se tira um blog do google?".


***


Idolos, né. Não preciso nem falar. Que os três menos votados dessa semana foram só os meus três preferidos. E saiu a Cassia. Sem comentários. Não assisto mais essa merda.

***

Eu não consigo fazer sexo só por fazer. Não adianta. Não dá. Me sinto usada. Mesmo que não seja isso. Eu me sinto. Prefiro muito mais pegar o vibrador e gozar. Sozinha. E todas as vezes em que eu teimo e vou contra os meus proprios sentimentos, eu me fodo. Me fodo e fico me sentindo mal. Achando que sou a fodona e que consigo ter sexo só pelo sexo, só pelo prazer, só pelo gozo. Não dá. Eu não sou assim. Por que, eu queria saber, por que eu vou tanto contra mim? Por que eu faço essas coisas? Se eu sei como eu vou me sentir depois? É uma espécie de auto-boicote? É uma espécie de punição? É uma tentativa de me adaptar ao mundo e tentar sentir o mesmo que a maioria sente? Ou todo mundo sente a mesma porra de sentimento, mas ninguém fala? Eu não sei. Só sei é que eu insisto. E depois me sinto mal, mal, mal.

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Eu só sei é que o Fabio Assunção tá mal, hein? (e acabado. assim, de aparência. é, ele está.)

***

"Será que é difícil entender por que eu ainda insisto em nós? Será que é difícil entender? Vem andar comigo..."

Claro. Novo cd do Jota Quest que eu acabei de baixar e olha a letra da primeira musica que eu coloquei pra ouvir. (e foda-se quem acha Jota Quest ruim, ok? Eu amo. AMO a voz do Rogério Flausino. É.)

***

Eu só sei é que eu ando mal. Mal, muito mal. Mal porque não sei por onde ir. Mal porque estou perdida. Estou em um labirinto dando voltas e voltas, tentando sair, tentando voltar, tentando entrar, tentando, me atropelando, caindo, levantando, me sujando toda de lama, me arranhando e sem ver a saída. Sem saber sequer se quero sair (consegui montar uma frase quase toda com palavras iniciadas em 's', mas ok). A fase mais perdida da minha vida. Meldels.

***

Aliás, eu estava pensando. É estranho e engraçado. O tempo. Em uma das fases mais doídas, perdidas e rasgantes da minha vida, o tempo muda. Só chove. Como se eu controlasse o tempo. Como se o tempo acompanhasse minhas emoções. Como se só o tempo mesmo soubesse como está aqui dentro. Essa chuva toda. Essa loucura toda. Esses poucos dias de sol. Mas, bem, um sol. É inacreditável isso. Mas o tempo nunca esteve assim, tão doido, tão sem saber o que ser, tão cinza e chuvoso e nebuloso. E eu também.

***

Sempre quis ser a Tempestade (e a Vampira. e a Psylocke). Relevem.

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Eu só sei também é que tenho que tomar uma decisão. Tenho. Preciso. Tá na hora. Tomar decisão nunca foi o meu forte. Ao menos não pra minha vida. Decidir pros outros é comigo mesmo. E, na boa, decido certo. Agora eu quero alguém pra decidir pra mim.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Eu sou uma pessoa desprezível. Ridícula. Egoísta. Bem, tudo isso se resume melhor com o "desprezível". Fiquemos com ele então.

Sexta feira teve show do Maroon 5, minha banda preferida e-v-e-r, aqui no Rio. Eu não pude ir. Não tive dinheiro (oh!) pra comprar o ingresso. Também não quero saber de nada do show. Não quero saber se foi bom, se foi ruim. Aliás, cheguei a torcer pra que tivesse sido ruim, hohoho. Não quero nem pensar nisso. Quero esquecer que houve um show. Eu não fui. Eu não pude estar lá. Eu não quero saber.

Namorado me deu a senha de acesso do celular pela internet. Para que eu pudesse mandar mensagens online de graça, etc. O que eu fiz? Fucei as contas dele. Claro. A doente. Eu só não contava com a competência da Vivo, que avisa por torpedo que o usuário fez tal e tal coisa. Tipo um histórico das ações no site. hahahaha. Eu não sabia onde enfiar minha cara. Sorte que namorado não se ligou muito na parte em que dizia "conta". Só se ligou na parte em que dizia "troca de senha" e isso eu tinha que fazer mesmo, e ia falar pra ele. Mas vê se a pessoa não é doente de fazer isso? Paranóica!

Eu meio que me desentendi com um dos meus melhores amigos. Não briguei, nem nada. Só uma troca de palavras mais forte e tal. Isso foi na quinta ou sexta feira. Hoje já é segunda. Ele não se pronunciou. Não mandou um email. Nem um torpedo. Nada. E eu? I don't care. Eu não estou nem aí. Eu acho que me tornei um ser frio, sem sentimentos. Tudo pra mim agora tá bom. Se quer falar, fala. Se não quer falar, não posso fazer nada. Ou eu evoluí muito como, cof, ser humano e respeito tanto o sentimento alheio que isso acaba parecendo uma frieza digna do Iceman, ou eu realmente virei a Icewoman. Não sei não, mas algo me diz que a segunda opção é a certa.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Enfeites de natal. Presentes de natal. Confraternização de Natal. Natal. Acho que esse vai ser o natal mais duro da minha vida. Nunca precisei tanto de um $uper pre$ente de Papai Noel. Oh, Lord. Ao contrário de muita, muita gente hoje em dia, eu adoro o natal. Mesmo com toda essa coisa de que natal é só mais uma data comercial, que as pessoas só pensam em presentes caros, que é uma época em que as pessoas só gastam e esquecem da essencia do espirito natalino, que o natal foi uma data criada pela Coca-cola, etc. Eu vou contra a onda e amo o Natal. Amo. Todo o clima. Todos os enfeites. Todas as decorações. E esse ano, mesmo dura, será um natal diferente. Eu tenho o L. Meu bebê. Meu sobrinho. E tenho a minha casa. Sem nada (muito engraçada, não tinha teto, não tinha nada), mas, bem, é o meu cantinho. E eu vou querer enfeitar de alguma maneira. Eu nunca fui muito boa com essas coisas. Decoração, etc. Eu nunca enfeitei minha casa pro natal. Mas também, minha ‘casa’ nunca foi uma casa pra se enfeitar. E agora é. Agora que eu não tenho dinheiro, hahaha. Que piada. Mas dane-se. Quem não tem cão, caça com gato. Vou começar a procurar um gato galhos pela rua e montar essa árvore linda aqui:



Junte-os com ajuda de arames formando uma espécie de copa de árvore.
Fixe-os em um vaso à sua escolha com seixo rolado ou brita.
Com ajuda de uma tinta spray (a utilizada aqui foi na cor branca) pinte todos os galhos e deixe secar.
Depois é só decorar com muita criatividade. Bolas diferentes, como as de espelho fazem bonito. E as luzes não podem faltar.
Para um visual mais regional e nem um pouco menos chique, você pode usar brinquedinhos de miriti como enfeites e envolver o vaso com juta. Fica rústico e muito chique!
A idéia também pode ser adaptada em menor escala para arranjos. Ficam lindos em aparadores, mesas laterais, próximos a espelhos e onda mais você quiser decorar.


Olha, nunca mais, quando eu quiser sair, chamar um amigo e ele disser que está sem dinheiro, nunca mais eu insisto se não for pra pagar. Porque, poota que pariu, como é chato você ter que ficar dizendo "não tenho dinheiro" e a outra pessoa não entender e ficar insistindo. É só dizer a palavra mágica: "é por minha conta", e tudo certo! Mas, alow, quando alguém diz que está sem dinheiro, ao menos no meu caso, é porque ela não tem mesmo nem um centavo nem dois reais pra passagem. É uma coisa tão simples, mas caramba, como é difícil das pessoas entenderem! Eu sei, eu já estive lá. Do outro lado. Do lado dos que não entendem. Mas verdade também que eu já disse a palavra mágica váarias e várias vezes. Não é por nada não, mas eu tenho senso. Ao menos algumas vezes. Agora, que eu já sei, vou ter sempre.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

"You got me begging you for mercy, why won't you release me?"

Meu cooooooooo que eu preciso que alguém me liberte. Eu mesma tiro as algemas, dou tchau e vou embora.
A pior coisa que alguém pode fazer consigo mesmo é se tornar emocionalmente dependente de alguém. Tornar-se dependente de alguém, por si só, em qualquer nível de dependencia, já é muito, muito ruim. Mas tornar-se emocionalmente dependente de alguém é a pior coisa que você pode fazer consigo. É uma armadilha, e é difícil às vezes não cair nela. Mas saia. Saia o quanto antes, saia assim que você tiver o primeiro centelho de luz pra te guiar pra fora. Saia, porque o buraco só tende a se abrir mais e mais e você só tende a cair mais e mais, e no fim, se destruir. Então saia. Logo. Não fiquei nem um segundo nessa. Porque isso te cega, né. Você fica um bom tempo sem conseguir enxergar um palmo à sua frente. Mas a luz sempre vem. Mais cedo ou mais tarde. E você tem que se agarrar a ela. E aí você volta a enxergar. No mais, é só cuidar para não cair de novo na mesma armadilha, porque, uma vez fora, wow, você não quer mais voltar mesmo. A sua vida é muito linda só com você nela. Se alguém aparece para dar um brilho extra, aproveite. Mas não esqueça que a sua vida é a sua vida sem precisar de ninguém. Só você. Pra fazer dela uma festa. Na verdade, pra fazer dela o que quiser. Só você. Pro bem ou pro mal. Faça a sua vida brilhar. Sem precisar estar apoiada em ninguém pra isso.
tãn-tãn-tãn-tãn-tãn-tãn. trrrtãn-tãn-tãn-tãn-tãn-tãn.

eu des
co-bri
que te-
nho-pro-ble-mas
não sei
so-lu
cio-nar
meus di-le-mas

Problemas - Wonkavision.

ou, se você preferir, a música da minha vida.


***

aimeudeus, mega-sena (megassena?) acumulada, eu tenho que ganhar! Eu preciso! Urgente! Ah, é, eu tenho que jogar também, inclusive.

***

Cara, tantas notícias cruéis e inacreditáveis com crianças pelos jornais que, sinceramente, me dá enjôo. Meu estômago revira. Muita crueldade, meu Deus. A humanidade está chegando ao limite, mesmo.

***

Não consigo parar de ouvir o novo cd da Pink.

***

Mais uma série para, ao que parece, me viciar. Só assisti ao primeiro episódio (duplo) até agora, e no início tava achando meio paradona, mas depois deu uma melhorada. Tá valendo. Vou baixar os outros episódios pra ver qual é a da série. Mas sério, eu quero virar vampira. Eu fico excitada com aquela coisa dos vampiros bebendo o sangue dos humanos e tal. Não parece que o humano quase goza quando está sendo "bebido" pelo vampiro? E o melhor, ele não se torna um vampiro! Ah, fala sério, onde estão os vampiros dessa cidade?

***

Acho que meu humor hoje está um pouquinho melhor. Em compensação, a conta bancária... hohoho!

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Eu sinto como se minha imunidade estivesse baixa. Como se eu fosse um alvo fácil. Como se estivesse exposta. Fragilmente exposta. Não é como se tivesse baixado a guarda, porque quando a gente baixa a guarda, isso significa que você está dando uma chance. A si mesma ou ao outro, tanto faz. Mas é uma escolha consciente sua. Eu não baixei a guarda. Eu simplesmente não tenho mais forças, e nem ânimo, para sustentá-las. Eu sou um alvo fácil. Pra quem quiser atirar. Eu não tenho mais defesas, pois não tenho mais forças. Me sinto febril e só quero chorar. E dormir. E, lá no fundo, desejo com toda a minha vida que alguém enxergue através da capa, e me ajude. Pq eu não tenho mais forças. É como se eu afundasse lentamente. E ninguém vê.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

No final das contas, só quem perdeu fui eu.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Aviso

Estou respondendo os comentários na caixa de comentários... só pra constar! =)

Pára tudo

Michael Bublé faz show no Brasil com ingressos a R$ 1.000,00

Tá. Mas QUEM VAI? Porque, vamos combinar, né? Nem Madonna. Nem Diana Krall. Nem Joss Stone. Michael Bublé é o famoso QUEM pra cobrar isso? Olha... eu acho que ele vai tocar pras moscas. (ok, sempre tem uns malucos que não têm nada melhor pra fazer com o dinheiro, eu sei.)

Fotos de um domingão*

Eu, digo, Mandy, Billy, Magali e o burro. Meus amigos sempre presentes.



Almoço do domingão de uma pessoa que mora sozinha e não tem gás de cozinha ainda:



Aliás, gente, esse atum é apimentado MESMO. Eu não compro mais, hohoho.



Mensagem para você. (é. eu sei. meninas poderosas E celular pré-histórico. não. ninguém precisa dizer NADA.)



Arrisquei meus dotes culinários e fiz o complicadíssimo bolo de caneca no microondas



Dá pra ver melhor assim, eu acho...

Pra devorar com sorvete e assistindo A princesa e o plebeu





*em que a pessoua não tinha nada melhor pra fazer

Bem, voltando à nossa programação normal, vamos falar do que interessa: Botafogo nasceu pra ser injutiçado. Não é possível, né? Até na porra do concurso do Caldeirão do Huck o Botafogo perde injustamente! Não é porque é meu time não, juro. Não sou fanática, nem nada. Mas sou justa. E, caramba, ou aqueles homens todos foram comprados eram cegos ou então eu não sei, eu não tenho muito gosto pra mulher. Mas vamos lá, vai me dizer que isso:




é melhor que isso:


Não, né? Isso porque não dá pra colocar aqui o vídeo, porque aquela lá do Vasco anda que nem uma pata choca, toda desengonçada, etc. Mas quem é que foi eliminada no quesito beleza??? A do Botafogo, claro! Não tem jeito, mesmo, Fogão. É pênalti que não existe sendo marcado, é gol sendo impedido mesmo quando é válido, é musa perdendo pra outra mais feia no quesito beleza. Uma hora a roda gira, hein?! Esperamos. Pro lado certo, claro.

Da série: passe longe.

Eu ando tão... estranha. Perdida. Confusa. Triste. Insatisfeita. É tudo tão estranho, tão... não sei. Parece que não sou eu que estou vivendo. Parece que estou assistindo a vida de alguém. Parece que estou do lado de fora. Não estou ali. Ou melhor, aqui. O que eu quero não é o que eu tenho, o que eu tenho é bom, mas não é o que eu quero, todavia o que eu quero é impossível, então eu tenho que fazer do que eu tenho algo grande. Eu ainda sinto tanta falta DELE. Tanta, tanta. Tanta, que dói. Mas são tantas coisas a pensar. Foram cinco anos. CINCO anos. Quase ininterruptos. Pela internet. Sem nenhum contato físico. Sem um encontro. Sem uma camera. Sem sequer uma foto decente. Sem uma ligação. Sem sequer ouvir sua voz. Mas foi tão intenso. Tão concreto, tão real, que hoje eu sinto essa falta absurda DELE. O pior é eu pensar que o perdi, quando na verdade eu nunca o tive. Nunca. É tudo balela o que ele diz. Que agora estava quase. Balela. Se eu não tivesse começado a sair com namorado, tudo estaria exatamente do mesmo jeito. Mas mesmo assim, mesmo sabendo disso tudo, eu continuo sofrendo por ele. Deus, como pode? PorquÊ? Eu não entendo. Eu não sou uma adolescente, eu não sou uma romântica idiota. Não é isso. Mas é tão difícil de explicar. A nossa sintonia foi tão grande. Tão "perfeita". Eu sinto dentro de mim que ele é o homem da minha vida, e aí? Meu lado racional diz que, se ele fosse realmente o homem da minha vida, ele estaria ao meu lado a essa hora. Meu lado emocional diz que, de alguma maneira, em algum lugar, em algum tempo, nós vamos nos encontrar e nos amar pelo resto de nossas vidas. Argh. Me sinto tão idiota. Eu tento tanto lutar contra. Aliás, é por isso que estou com namorado. Pra não enlouquecer. Porque, veja, uma vez que eu o perdi (ELE), eu não posso mais ficar sozinha. Eu não tenho como. Não iria aguentar. Eu perdi o ex também. Eu perdi tudo de uma vez. Eu sou uma pessoa que dificilmente se interessa por alguém. Se eu terminar com namorado agora, provavelmente vou ficar sozinha por um bom tempo, já que não fico com ninguém por quem me interesse ao menos um pouco, e sou dificil de me interessar, isso leva anos. É necessário uma amizade antes. Eu sou complicada e dificil. Então eu não quero ficar sozinha, daí tenho que fazer do meu relacionamento com namorado algo legal. Mas quando me vejo sozinha, vem o vazio. A falta DELE. Tudo o que ele é. Toda a perfeição. Tudo o que temos em comum. Tudo vem à tona. Meu coração não bate mais forte por namorado. Eu não sinto frio na barriga por namorado. Nenhuma musica me lembra namorado. Mas tudo isso acontece com ELE. Que bosta. No entanto, eu não sei o cheiro DELE, eu não sei como é o toque DELE, eu não sei como é o beijo DELE. E tudo isso acontece com namorado. Quem é real? Quem é ilusão? Quem vale a pena? Ou o quê? Eu não tenho as respostas. E por isso fico tão confusa. Só sei é que, se ELE falasse "larga tudo e eu fico com você", eu largaria tudo sem pensar. Sem dúvida. Feliz. Mas ele não fala. E eu sei que ele não vai falar. Eu já sabia disso antes, e sei muito mais agora, já que, na visão dele, eu sou uma adúltera, hohoho. Uma zona. Minha cabeça, meus sentimentos, está tudo uma zona. Eu tenho que esquecer. Ou um, ou outro. Em termos práticos, eu tenho que esquecer DELE. Só falta dizer isso aos meus sentimentos.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Meu chefe: até que enfim tá trabalhando.

eu: até eu to me estranhando!

E é verdade. Eu tinha acabado de abrir o editor do blog pra escrever aqui que eu não sei o que me deu, mas eu hoje estou com uma vontade incrível de trabalhar. Sei lá. To meio elétrica. Acho que é felicidade por outubro acabar.
Ai, deixa eu anotar aqui que é pra não esquecer no futuro. Quando eu zerar minhas dívidas, ou seja, ano que vem (saber qual mês já é demais também), vou me endividar DE NOVO, mas dessa vez, por um (vários) motivo(s) justo(s).

Azulejaria

e

Chria

e depois vou processar todo mundo, cara, porque fazer essas coisas tão lindas e deixar gente pobre ver é crime!

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Cara... eu ODEIO esse esquema de votação do Idolos. ODEIO. Não tem sentido. O povo é burro e não sabe votar. Depois o ganhador do programa não vira ídolo. Fica esquecido. Porquê? Porque a votação é burra. Não se pode deixar tudo nas mãos do povo assim não! Os jurados tinham que escolher os 3 piores e aí sim o povo escolheria quem tirar. Mas não, deixam tudo na mão desse povo burro. Burro e SURDO. Que ódio. Que ódio. Isso me revolta. Por isso que parei de assistir saporra.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Descobri alguém que tá gostando tanto de True blood quanto eu! Mas só clica se você já viu ao menos até o episódio 7! Divergimos quanto à abertura. Não que ela não seja fantástica. Ela é. Ela é maravilhosa. É ALGO, como eu já tinha dito. Mas é meio forte pra mim (a sensível), e eu não consigo ver assim, de boa. Mas é perfeita. Alguém me entende?
A imaginação (fértil) das pessoas é algo curioso. Aqui no trabalho funciona assim: há os funcionários do escritório, e eu estou neste grupo (meio óbvio, eu acho) e há os funcionários da oficina. Os pobres meninos da oficina ganham cinco reais para almoçar. É. E o povo do escritório almoça aqui mesmo, sem ganhar dinheirinho nenhum, porque há a fofoqueira venenosa tia da cozinha que faz a nossa comida, e comemos fartamente, etc, etc. Então - e eu acho que já disse aqui -, como eu estou numa dureza nunca antes vivida - mas esperançosamente com dias contados (uns 90 dias ainda, mas ok, ao menos estão contados) - o que eu estou fazendo alguns dias? Sim, leitor amigo (ou leitora amiga) e inteligentíssimo, você acertou se respondeu "você está deixando de almoçar para economizar cinco reaus por dia"! Bingo! Só que eu sou uma pessoa reservada. Discreta. Misteriosa. Implicante. [Insira aqui a característica que achar melhor]. Então eu não falo o que eu vou fazer na hora do almoço. Eu simplesmente chego pra tia da cozinha e digo "hoje eu não vou almoçar aqui, hein", que é pra ela fazer menos comida, etc. E tia da cozinha responde "ah tá, vai almoçar fora". Mas eu sei que tia da cozinha imagina que eu ando tendo altos almoços diários, com comida farta e cara, bancada por algum ficante/namorado/amante que ela deve imaginar que eu tenho aos montes. Eu sinto que a tia da cozinha fica muito poooota porque eu não digo nada sobre o meu almoço, mas ela acha que eu ando comendo melhor do que comeria se ficasse aqui. Hohoho. Não é engraçado? Ou melhor, não seria cômico se não fosse trágico? É, porque eu tenho que sentir o cheiro da comida, me alimentar disso, do cheiro, volto do almoço morrendo de fome, mas tenho que manter a pose que é pra não dar na pinta de que estou esfomeada, senão vão começar a imaginar que vou só dar uma rapidinha na hora do almoço e nem tempo pra comer eu tenho. A imaginação é algo realmente engraçado. A gente acha que tá imaginando uma coisa super certa e na real é exatamente o contrário daquilo. E ainda tem gente que se deixa levar pela imaginação e até acredita naquilo que imagina, mesmo não tendo sequer uma prova. Imaginação é algo poderoso. Perigoso. Melhor eu parar de imaginar as coisas.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Essa podia estar na Trocando de biquini sem parar, mas vai ficar por aqui mesmo:

Tá tocando no rádio a nova música do Akon, "Right now". Eu a-do-ro a musica. Canto em alto e bom som (principalmente em casa. espero que meus vizinhos não entendam ingreis): "I wanna make love right now na na", e penso "nossa, essa música é o máximo, o cara tem urgencia em fazer séquisso". Até que agora, aqui no trabalho, sem nada pra fazer e olhando pro relógio onde as horas não passam, resolvi ver a letra da música, pq afinal alguma coisa tem que valer a pena nesse dia. Daí que. A letra: "I wanna make UP right now na na". Porra! O cara quer fazer as pazes (segundo a tradução encontrada, pq eu não faço idéia do que significa "make up" nesse contexto)! O cara todo cheio de boas intenções! E eu aqui toda animada e orgulhosa do Akon achando que ele queria fuder. Sinceramente, Akon, acho a minha letra muito mais legal. Da próxima vez agarra logo a moça que fica muito mais fácil de fazer as pazes, tá bom?
Gente, sério, pelamordedeus, alguém faz as horas PASSAREM nesse horário de verão. Porque elas não passam. NÃO PASSAM! Estão estacionadas. Que a-g-o-n-i-a.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Bem, eu não tenho mais o meu melhor amigo para comentar os seriados vistos. Não, ele não morreu. Só nossa amizade que, ao que parece, acabou. Ao menos como era. Então o fato é que não há mais clima para comentar dos meus seriados com ele. Tudo bem que comentar aqui também não vai ser a mesma coisa, ninguém vai fazer os comentários engraçados que ele fazia, e ninguém vai me dizer que não entendeu e muito menos ninguém vai começar a assistir determinado seriado só porque eu mandei recomendei. Mas eu preciso extravasar as emoções que tenho com os meus seriados em algum lugar. E é pra isso que existe esse blog, inclusive. Mas o que eu quero falar mesmo é sobre True Blood, minha mais nova obsessão. Aliás, vampiros são minha mais nova obsessão (acabei de ler "Prazeres malditos"). Ou melhor, vampiros com algum romance são minha mais nova obsessão. E então, depois de ler coisas muito boas e coisas muito ruins sobre a série, resolvi pagar pra ver (verdade seja dita, primeiro eu li a coisa muito boa. só depois de ter assistido o primeiro episódio é que li o resto). E, nem preciso dizer, estou a-do-ran-do. Várias coisas. Primeiro: sempre fui fã da Anna Pakin. Sempre. Depois que ela interpretou a Rogue, então (mesmo odiando o que fizeram da Rogue no filme, mas ok, Rogue é sempre Rogue, mesmo quando constroem um personagem muito aquém do que ela realmente é), aí entrou no meu coração pra sempre. E agora, oh, apaixonada por um vampiro! E tenho que abrir um parêntese aqui pra elogiar a boa forma da moça. Tá com umas pernas que vou te dizer. Mas enfim, voltando à série. O vampiro, a princípio, não me chamou a atenção. Eu não gostei. Mas no segundo episódio já me simpatizava com ele, e no terceiro já tinha uma melhor impressão. É. Até que é um bom vampiro. E é uma série que tem muito sexo. Sexo com vampiros. Boquete em vampiros. E uma virgem que se masturba pensando no vampiro, hohoho. Coisas legais. E a abertura da série. Bem. É algo à parte. Eu não gosto. Não gosto mesmo. Muito pesada. Não me faz bem. Eu pulo. E até agora (só vi os 3 primeiros episódios, estou baixando o 4º) a série sempre termina com um gancho legal. Eu sempre dou um ligeiro pulinho seguido de "oh!". É legal. Claro que pode ser bizarra em algumas cenas, mas, hello, estamos falando de uma série sobre vampiros. Então, se você curte vampiros e quer uma série bacana pra assistir (já que filmes sobre vampiros, never more, né?*), assista True blood.



* mentira, mentira! Em dezembro vai estrear o melhor filme sobre vampiros de todos os tempos! Crepúsculo. Você não pode perder! Sério! Depois não diz que eu não avisei! Alguém segure os meus dedos para eu não digitar exclamação a torto e a direito?!
TPM é uma bosta, mesmo. Faz você mandar sms pra pessoua dizendo "te adoro cada dia mais", quando você sabe que não é verdade, que é só uma carência temporária acentuada por causa da tpm. Aí depois que a tpm passar é que eu quero ver.

Enqto isso, pela caixa postal

Eu: eu ontem chorei com musica do zeca pagodinho. e hj eu quase chorei pq c. não veio me dar bom dia. isso, my friend, é tpm brabíiiiiiiiiiiiiiiiissima.

Ele: que musica foi? manda o c. se fuder. se quiser eu posso ajudar.

Eu: todo mundo me pergunta qual foi a musica, e eu não sei. eu não sou (não era) fã do zeca pagodinho! mas era uma musica nova, ele cantou no faustão.

Ele: "ele cantou no faustão". parei de falar com vc.




E cada vez mais perco a fé na humanidade...

... e amo mais os animais.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Você sabe que a fama tá sendo demais pra cabeça da pessoua quando ela começa a tornar pública suas maluquices.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Que constem nos autos

saporra de horário de verão tá acabando com o meu sono!

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Sabe aqueles dias em que você se sente simplesmente cansada? Mas cansada de... gente? Argh! Não falem comigo, pelamor. Me esqueçam. Não me enxerguem. Eu não estou aqui, eu sequer existo. Não venham me falar sobre coisas inúteis, redundâncias, palhaçadas. Não venham rir de suas próprias piadas sem graça, porque eu não vou retribuir o riso, foda-se se é minha chefe ou o papa. Não me dêem bom dia, não olhem para a minha cara. Eu não estou aqui, eu quero ser invisível hoje. Me deixem.

E sapooorra de horario de verão, hein? Where da fucking hell eu tava com a cabeça quando disse que gostava de horário de verão? Os dias não passam. Os dias simplesmente não passam! Dias longos, chatos, cansativos, entediantes. E enquanto isso eu vou comendo, vou comendo. E vou engordando, e vou engordando. Ai, eu quero minha vidinha de 1 ano atrás de volta. Eu quero, viu. Que merda.

Acho que to na tpm. Só acho.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Da série: amigo é pra essas coisas

Eu : só faço merrrrrrrrda, né? É mta carencia, eu acho. mta vontade de ter alguém q SE DIGA apaixonado, e tal. ai, ai. mas isso é coisa pro meu terapeuta. hahahaha só sei q vou comprar uma cx de bombom pra comer sozinha hj.


Ele: claro, não tem com quem comer mesmo. hahahaha

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Então, levanta o dedo aí quem consegue queimar o arroz no micro-ondas e ainda de quebrar derreter o fundo da vasilha plástica!

\o_

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Melhor continuar com meus testes, néam? (não, eu não estou afim de trabalhar hoje.)




You Act Like You Are 24 Years Old



You are a twenty-something at heart. You feel like an adult, and you're optimistic about life.

You feel excited about what's to come... love, work, and new experiences.



You're still figuring out your place in the world and how you want your life to shape up.

The world is full of possibilities, and you can't wait to explore many of them.



asifudê, HSBC Arena do caralho! Pista VIP? Quatrocentos reais? Meu cooooooooooooooooo. Que ódio. Eu hoje to só um pouquinho descontrolada. Mas olha, cobrar QUATROCENTOS reais por uma recém inventada pista VIP é de revoltar, né não? Ainda mais quando você não tem nem os DUZENTOS pra pista normal. Ainda mais quando é a sua banda preferida. Que raiva.

Adooooooooooro esses testes

You Are a Natural Beauty!
You're the kind of beauty that every guy dreams about...
One that looks good in the morning - without a stitch of makeup
That's doesn't mean you're a total hippie chic though
You have style, but for you, style is effortless


segue a vida segue a gente
Daí que, caralhos, quando eu morava na porra da favela, eu não tinha preocupação nenhuma. Ok, a única preocupação era não chegar depois de meianoite (tudo junto? com hifen? asifudê também a poorra dessa reforma ortográfica que só serviu pra confundir mais ainda a minha cabeça já um tanto confusa) pra não correr o risco de estar de repente no meio de um tiroteio. E tinham as coisas chatas, como sair ao meio dia em um domingo e dar de cara com uns carinhas vendendo drogas na esquina. Ou então sair qualquer horário e dar de cara com uns carinhas armados e tal. Mas ninguém mexe com você (gente, especificamente na favela onde eu morava. eu sei que há outras piores e tal). Ninguém te incomoda. Você se sente segura. Sério. Eu dormia de porta aberta. Eu esquecia de trancar a porta e só via isso no dia seguinte de manhã. Eu deixava minhas coisas do lado de fora. Eu não tinha preocupação alguma com qualquer coisa relativa à minha segurança. Exceto as balas perdidas e tal. E olha que nem tiroteio tinha muito lá. Era coisa rara mesmo. Meu ex chegava lá às duas da manhã sem problemas. Enfim. Daí que eu largo tudo isso pra morar numa rua civilizada. Numa rua civilizada pertinho da delegacia. Numa rua civilizada pertinho de pontos de onibus e uma avenida principal. Numa rua civilizada com casas lindas - realmente lindas e enormes - e carros mais lindos ainda. Daí que na pooorra da rua civilizada, o que acontece? Tem muito assalto a carro, já tinham me avisado antes. Beleza, eu não tenho carro. Namorado tem, eu fico meio com medo quando ele chega/vai embora, mas nada assim, muito grave, nem nada. Só fico, digamos, esperta. Até aí tudo bem. Mas ontem a minha vizinha vem me contar que tentaram arrombar a porta dela. Putaquepariu. Tudo bem que a porta dela é na rua. Sabe aquelas casas sem muro, que dão de cara pra rua, mesmo? Então. E tudo bem que é a porta da varanda, e tudo. Mas, caralho. Tentaram arrombar a porta da mulher no domingo de eleição. Meia noite. Dois caras em um carro preto. Eu moro sozinha. Tudo bem que moro nos fundos e o cara teria que pular um muro ou então quebrar o cadeado, arrombar a fechadura de um portão e depois arrombar a fechadura da minha porta, mas... caramba. Já fiquei paranóica. Quem disse que eu consegui dormir à noite? Toda hora ficava olhando no buraco do portão pra ver se a luz da garagem acendia (tem sensor de presença lá). Não dormi. Já to querendo arrumar spray de pimenta com minha irmã, um bastão de beiseball (foda-se se não tá escrito certo saporra), colocar alarme, mais uma tranca no portão, um rotweiller na garagem, etc. E eu amo dormir de porta aberta. Nesse calor da porra que tá fazendo, até então eu dormia de porta aberta, confiando no portão e tal. Agora já to 'assim'. Paranóica. Não sabia se não dormia pelo calor, pelos mosquitos, ou só pela paranóia mesmo. Que raiva, viu. Vou voltar pra favela. Tudo bem que eu não tinha (nem nunca terei) coragem de levar ninguém lá, e esse foi um dos principais motivos pelo qual eu queria tanto me mudar, mas caramba... eu quero me sentir segura, né? Tá tudo invertido mesmo. Na favela tu tem segurança. Na rua asfaltada de casas bonitas, não.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Ah, o calor... que maravilha! Ontem cheguei do trabalho, passei na padaria, comprei um picolé Talento Avelã e um brownie, cheguei em casa, coloquei o lixo lá fora, a roupa na máquina, tirei fotos da lua (que estava linda), fiz um (mentira, dois) queijo com banana (no micro-ondas. não gostei muito não. mas comi os dois assim mesmo), me entupi de Pepsi (nem gosto, mas era o que tinha, que tinha vindo com uma pizza que pedi semana passada quando estava com namorado) e durante o processo (a comilança), assisti a mais alguns (dois) episodios da primeira temporada de Mad Men, que, da primeira vez que vi, não estava no clima para entender, e hoje, não sei quantos meses depois (um ano, talvez?), fico bebendo (e babando pela) a série, meio pu-ta porque são episódios de uma hora e meu sono anda me atacando cedo e eu só consigo assistir a, no máximo, dois por dia.
Eu sou uma pessoa estranha que não sabe muito bem interagir com outras pessoas ainda não íntimas. Assim, vou tentar explicar. Eu tenho um carinho imenso, imenso mesmo, por algumas pessoas da internet. Mas eu não consigo dizer isso, expressar isso. Por exemplo, a pessoa some do blog. Não posta. Eu fico preocupada. Mas não mando email. Ou até mesmo aqui nos comentários. Eu tenho vontade de responder por email, mas... travo. E tenho vontade, sabe? Mas, sei lá, fico ressabiada. Ou tímida. Ou sem graça. Não sei. O fato é que tem um monte de gente (mentira, nem tantas assim) dessa internet que me encantam, mas eu sou um ser estranho que não consegue se comunicar com todas as pessoas com quem gostaria.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Eu só quero saber por quais cargas d'água eu fui ouvir "With you I'm born again" nesse fim de semana. Que ódio.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Eu to ficando vesga com tantos sites deliciosos.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Foto genial que vi na Mary W.


sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Dia lindo, finalmente o sol dá as caras nessa cidade. Pena que é por pouco tempo. A previsão do tempo já avisou. Eu ando precisando muito de sol. Renovar as energias. Pre.ci.so.
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Sobre Ídolos: Armandi classificado. Deixaram de fora o Rubens que, pra servir de consolação, foi pra repescagem. O talento conta, mas a torcida é O que conta. E a Paraíba INTEIRA votou no Armandi. Só isso explica. Mas ok, o Rafa e a Maria Christina estão dentro. Próxima semana será mais fácil, muitos candidatos fracos.
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Como alguém consegue assistir a programação da tv aberta? Não tem nada. Se não tivesse outra opção (beijo, internet. eu te amo), preferia desligar a tv e ouvir música.
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E Grey's Anatomy voltou. Fraca. Me decepcionou. Mais do mesmo. Oh, Lord. Justo a minha série amada? Mas será que é a série ou sou eu? Não sei. Mas, cara, as mesmas coisas, os mesmos casais, as mesmas tramas. Não, não sou eu. Quem acreditou naquela cena inicial? QUEM? Pelamor. Previsível até a alma. Ai, ai, dona Shonda. Não se perca, não se perca.
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Quinta feira, 19h. Entro em casa já tirando a roupa, protagonizando cenas de amor e sexo selvagem com namorado.
Quinta feira, 23:59h. Sento na cama, coloco Heroes no dvd, e devoro uma lasanha congelada com (muito) vinho. Sozinha e jurando que nunca mais deixo ele entrar lá se não for pra passar a noite inteira comigo. Argh.
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Eu sou uma tia tão, tão, tão, mas TÃO coruja que já tasquei a foto do meu dotoso no primeiro porta-retrato da casa nova. E eu não preciso de mais nada, só de olhar pra foto eu esqueço do mundo e sorrio, sorrio, sorrio. E choro, porque ele é a coisa mais linda de Deus.
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Eu prefiro não pensar no futuro. Sabe?
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"A partir do instante em que nos metemos a pensar, vamos ficando só olhos, ou só testa, ou qualquer outro horror. Olhe para os homens que vencem em qualquer dos ramos do saber. São inteiramente hediondos! Exceto na Igreja, naturalmente. É que os eclesiásticos não pensam. Aos oitenta anos, o bispo continua dizendo as mesmas coisas que dizia aos dezoito; e, como consequência natural, conserva uma aparência deliciosa. O seu misterioso jovem amigo, cujo nome você nunca me disse, mas cujo retrato me enfeitiçou realmente, não pensa. Estou certo disso. "
Lorde Henry Wotton, meu personagem preferido de todos os tempos, em "O retrato de Dorian Gray" - Oscar Wilde.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

E ontem eu consegui ver Idolos de novo. Tava quase dormindo quando acordei sobressaltada ouvindo um som musical vindo da tv. Estava começando o programa. E eu tava num soninho tão bom que fiquei na dúvida se assistia ou dormia. Mas comecei a assistir e vi que o meu Rafinha ia cantar. Então assisti o programa todo, já que ele foi o penúltimo. Gente. Vou te dizer. Que tortura. Ou melhor: que burrice! Como eles colocam quatro dos melhores candidatos numa leva em que só três se salvarão? Como assim?????? Vários dos meus preferidos nesse programa e só podem ficar três! Que dó. Ainda bem que eu não gostei da apresentação da Helen. Foi um alívio. Porque então tem que ficar: Rafa, Maria Christina e Rubens Daniel. Eu fiquei bem impressionada com o quanto os outros candidatos foram ruins. Mal mesmo. Quase saí correndo na hora da Renata. Fico com pena, muita pena. Mas, sei lá, como você vai escolher Skank numa eliminatória? Gente! Não pode. Muito cuidado e muita calma nessa hora. Bye bye, Renata. Só espero que esse povo vote direito. Se a Maria Christina sair, poxa vida. Vou ficar muito puta enraivecida. Ela é um doce. Uma graça. E tem uma voz linda. O Rafa eu nem cogito sair. Tenho quase certeza de que ele já é o vencedor. Sério. Ele é um bruxinho. Eu até dei gritinhos quando ele começou a cantar ontem Ele me encanta, fato. Não sei o que ele tem. Mas, pra mim, já é o IDOLO.

Eu dei uma sumida do blog (???) porque essa foi uma semana punk. Perdi um amigo. Uma morte tão inesperada, tão chocante, tão cruel. E ele tão novo, tão ingenuo, tão puro de coração. E não to falando isso porque ele morreu, não. Ele era mesmo. O cara acreditava em super heróis, e tudo. Gostava de gibis, rpg, musica e seriados de super heróis. Queria viver de música. Tocava violão. Enfim. Não falo nada de bom sobre uma pessoa só porque ela morreu. O caso é que ele era mesmo puro, não tinha maldade. E morreu assassinado. Lugar erradíssimo na hora erradíssima. E ele só tava fazendo um freela. Tocando. Enfim. Isso me chocou muito. Não chorei, nada. Só fico com aquela sensação de que não aconteceu. Porque não vi. Não fui no enterro. Não queria nem saber da notícia, na verdade. A ficha não caiu. É muito estranho. Eu não tenho experiencia com isso. Morrer pessoas próximas. Não sei lidar com isso. Prefiro abstrair. Mas o que eu quero falar aqui é como o orkut é algo mórbido nessas horas. O cara escreveu um testemonial pra mim. Tá lá. O cara me mandou scrap um dia antes de morrer. Tá lá. E eu não sei o que eu faço com isso. Se deixo, se apago. Eu só sei é que já deixei minha senha do orkut com meu melhor amigo, encarregando-o de apagar aquela bosta quando eu morrer. Não tem nada pior do que a pessoa morrer e o perfil do orkut continuar vagando por aí. E os scraps pro morto? Pelamor, gente! Que coisa horrível, que gente mais sem noção. Falam mais com o morto do que com o vivo. Quando o cara era vivo, ninguém scrapeava. Aí agora que morreu, todo mundo quer falar com ele no além. Fala sério. Gente muito sem loção. E a vida é isso aí. Frágil. E isso me assusta. Não por mim, não pela minha morte. Só pela morte das pessoas que eu amo. Eu fico logo paranóica. Eu quero que todas as pessoas que eu amo morram velhinhas. E depois de mim, de preferência.
Graças a Deus, setembro passou.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Chove. Chove MUITO na cidade do Rio de janeiro. Chuva com direito a relâmpagos e trovões. Brrrrr. AMO MUITO ESSE TEMPO. Mas não pra ficar aqui no trabalho. Quero ir pra casa, comer uma boa lasanha, tomar um bom vinho, me enfiar embaixo do edredon, assistir a muitos bons filmes e devorar muitos chocolates.

Das ilusões nossas de cada dia

Eu fiquei tão chocada com a notícia. Eu sempre achei esse casamento tão sólido, tão bonito, tão sincero. Sempre elogiava o cara, sempre dizia que ele parecia mesmo ser um ótimo marido, ótimo pai, e que não estava nem aí pra diferença de idade, e tal. Daí vem a bomba. E a Elba ainda vai direito na ferida: "não é questão de idade, é questão de caráter". Wow. Toma. Pra você ver como a gente se ilude. E como aparências nunca, nunca, nunca são confiáveis. Cada um só sabe de si mesmo, e olha que até de si a gente sabe muito pouco.
Olha que legal, ainda não tinha visto. O clipe (lindíssimo) de Insensatez na voz da Fernanda Takai.

A dica veio daqui.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Olha, não é à toa que (diz a lenda) se você dobrar mil tsurus todos os seus desejos serão realizados. Gente, dobrar UM tsuru já é complicado! Dobrar MIL desses, nossa, é um exercício de paciência e perseverança. É muita vontade de ter o desejo realizado. Quase um merecimento. Um espírito nobre. Se você quiser tentar, boa sorte!

Como fazer um tsuru
"Tolice é viver a vida assim, sem aventura"

Lulu Santos é sábio. Quase um guru. Ou um Life coach.

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Frrrrrrio, muito frio nessa cidade. Ok, nem tanto frio assim, eu é que sou friorenta mesmo. Vontade de tomar café a cada 10 minutos pra esquentar. Ok, a vontade mesmo é de tomar um belo chocolate quente, mas, como não rola aqui no trabalho, me contento com um café quentinho. Pelando.

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Eu moro do lado de uma padaria que vende picolé da GAROTO. Rá! Felicidade é morar do lado de uma padaria que vende picolé da Garoto, vou te dizer. Batom no palito. Talento no palito. Serenata de amor em forma de cornetto. Prejuízo, muito prejuízo à vista!

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Aliás, a parte de receitas do site da Garoto também é muito legal.

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Eu preciso voltar pra academia. Sério. Eu to cercada de ameaças seríssimas à volta da minha protuberância abdominal. Eu tenho que ser forte. E correr. LITERALMENTE.

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E começaram as novas temporadas das minhas séries queridas e amadas. How I met your mother, Dexter, Californication, Heroes, Secret diary of a call girl, etc. Surpreendentemente, aquelas que eu esperava muito, houve uma certa frustração (oh, por favor, não fodam com Californication, não fodam com o Hank, não, não, não!!!). E já daquelas que eu estava com um certo receio de voltar ruim, me surpreenderam e voltaram como nos velhos e bons tempos (Barney, beijo, eu te amo!). Minhas séries, minhas companias, minhas muitas vezes "instrutoras" na vida. Eu não vivo sem elas, gente. Sério. Amo minhas séries. Fico sem namorado, mas não fico sem minhas séries!

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Anotação mental: tenho que parar de ver sites de decoração/artesanato antes que enlouqueça querendo fazer tudo-ao-mesmo-tempo-agora.

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Bem, and... that's all, folks!



quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Eu não sei se realmente minha chefe é muito ingênua ou muito cínica. Às vezes ela chega pra mim e diz: "Anne, numa hora em que você estiver menos ocupada, eu vou precisar que você faça isso e isso e isso pra mim.". Eu juro, ela fala isso e eu não noto sinais de cinismo. Ela fala sério. Ela realmente acha que eu fico sentada o dia inteiro aqui em frente ao micro porque eu tenho coisas realmente sérias e importantes pra fazer no micro o dia inteiro. Eu só olho pra cara dela por uns segundos, olho bem nos olhos, procurando algum traço de cinismo, alguma faísca, e como não acho, então digo "ah não, que isso, a hora que você quiser, eu não estou tão ocupada assim não." Mas, cara, isso me comove. A ingenuidade do ser humano. Algum restinho de ingenuidade ainda existente em algum ser. Sério. Comovente.
Links:

Como fazer um organizador de bolsa

Como criar um poster usando sua impressora comum

Como fazer cadeiras de garrafas pet

Enfeite natalino com cds inutilizados

Faça uma bolsa com sua calça jeans

Redecorando capas de caderno

Reciclagem de geladeira com vinil

Como fazer uma sapateira na parede

Pintando peças de MDF

Meu sobrinho (lindo) nasceu e a única coisa que eu penso em escrever sobre o acontecimento aqui (não porque meu sobrinho não mereça um post, mas sim porque, no momento, são tantas emoções embaralhadas que eu simplesmente não consigo escrever nada sobre o que sinto) é a frase do ano, saída da boca do meu querido tio, enquanto minha irmã amamentava L.:


- hehehe, ele é tão pequenininho...
- ...
- porra, junta teus dois peitos e dá quatro cabeças do moleque!

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Eu sempre fui acostumada - ou tive que me acostumar - a não contar com ninguém. Sempre. Não pude contar com minha mãe. Desde os 14 anos eu trabalho e meu dinheiro sempre foi todo pra dentro de casa, pra ajudar nas contas, compras, etc. Não porque minha mãe quisesse isso, mas porque precisávamos disso. Depois arrumei um namorado/marido que só deitava. E eu só deixava. Fazia tudo. Pagava contas - todas -, resolvia pendencias, me desdobrava no meu trabalho e ainda o ajudava no "trabalho" dele, resolvia os meus pepinos e os dele. Ou seja, eu nunca pude delegar, nunca pude descansar e esperar que alguém fizesse alguma coisa por mim. Ao menos nas partes mais importantes da minha vida. Talvez por isso eu valorize tanto, tanto, tanto os meus amigos, aqueles que me conhecem há tanto tempo e que, ainda que não muito, ainda que não sempre, me amparam quando eu preciso, pouco, muito, mas fazem o que podem. Eu posso contar nos dedos as pessoas que me socorrem quando eu preciso. Duas. Meus dois ex-namorados. Que são meus amigos até hoje e que, sempre que eu preciso, e peço, eles vêm de onde estiverem e me socorrem. A pergunta "então porque eu não me apaixono por eles?" não vai entrar aqui. Ela sempre me vem à mente, sim, mas não tenho resposta. Simplesmente não acontece. Eu simplesmente preciso deles ao meu lado (e já se vão 15 anos de amizade com um e 5 anos com outro), mas não como namorados. Eu os amo, mas como meus "tripés" que são. Mas a questão aqui também não é essa. O que eu preciso desabafar aqui é que com isso, com a vida inteira sendo o apoio sempre, a vida inteira sendo quem resolve, quem toma a frente, quem banca, quem faz tudo sempre, eu simplesmente não consigo pedir ajuda. Não conseguia. Há até bem pouco tempo atrás. Semanas atrás. Porque eu cansei, né. Eu to cansada há muito tempo. Há muito tempo eu simplesmente desisti. Se alguém fizesse por mim, beleza, se não fizessem, nem eu faria. Daí é um processo. Depois desse cansaço, dessa "desistência", eu comecei a pedir. Muito sem jeito no início, muito incomodada por "incomodar os outros", mas não tinha jeito, eu tinha que aprender a pedir socorro. Eu não conseguia mais levar tudo sozinha nas costas. E assim foi, hoje eu já to melhor, já peço mais frequentemente, com mais cara de pau e menos remorso. Mas ainda é uma coisa que me deixa... fascinada. Encantada. Apaixonada. Sério, você quer que eu morra de amores por você? Faça qualquer coisa que eu pedir. Coisa simples, coisa complicada, não importa. Eu me acostumei por tanto tempo a não ter a quem pedir ajuda, e pior, a pedir ajuda e não ser ajudada, que me espanta e impressiona e fascina e encanta quando eu peço ajuda e sou respondida, sou ajudada. E namorado me ajuda sempre. E isso me deixa abobalhada. Tudo o que eu peço, ele faz. Coisas complicadas, coisas simples. Ele sempre me ajuda. Precisei que ele fosse em tal lugar no meio do expediente? Ele dá um jeito e vai. Precisei que ele me buscasse em algum lugar meia noite? Ele dá um jeito e vai. Eu posso contar com ele. Isso é algo que eu nunca tive. O ex sempre me encheu de problemas e nunca, nunca de soluções. Quando eu precisava da ajuda dele, ele furava. Poucas vezes, mais ultimamente, mais pra época próxima do fim, ele começou a resolver algumas coisas. Mas, como vou dizer, coisas fáceis. Ele não se sacrificou pra me ajudar, nunca. Não estou exatamente reclamando, não é isso. Eu não gosto de reclamar, o que eu fiz tá feito, o que passou, passou. É só uma constatação. Em como eu me perdi nisso de nunca pedir ajuda, nunca imaginar que as pessoas também podem me ajudar, que algumas realmente me ajudam. E isso me dá... medo. É. Eu amo, fico eternamente grata a namorado, meu sentimento, meu gostar por ele cresce, mas.. eu fico com medo. De me acostumar. De contar sempre, e uma hora ele não poder, e eu me decepcionar. De não conseguir equilibrar e, pelo tanto tempo que não levei nada, que não tive ajuda alguma, cobrar demais dele e me desapontar extremamente se ele, por algum motivo, falhar ou fazer algo diferente. Sei lá. Porque é bom demais. Eu não vou conseguir nunca aqui explicar o quão importante isso é pra mim. A ajuda. O disponibilizar-se. O sacrifício feito de forma feliz. A boa vontade. A vontade de me ajudar. A preocupação comigo. Essas coisas. Ele, namorado, e minha melhor amiga e seu marido estão me ajudando demais nessa fase de mudança. Enquanto eu to aqui no trabalho, R. está lá em casa, esperando pelo técnico (outro) da geladeira. Namorado foi lá entregar a chave do portão que ainda não estava com ele. E, se não fossem eles, eu estaria fudida. Fu-di-da. Dá até vontade de chorar. De gratidão. E aí eu até esqueço que ontem fiz a pergunta mais idiota da face da terra e tive a resposta mais brochante da face da terra. "Seu casamento é legal? Ah, ela implica muito com os meus pais, eles não se dão, e isso acaba causando muitas brigas." ISSO. A esposa não se dá com os pais dele, e essa é a única coisa que ele lembra de ruim do casamento. Ou seja. O casamento dele é legal. O que eu estou fazendo no meio disso tudo, mesmo? Oh, acabando com uma família. Oh yeah.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

E ontem finalmente eu consegui assistir Idolos, na Record. Precisei me mudar pra conseguir, vejam vocês. Daí que a irmã da Claudia Leite tá lá, néam? Gêmea quase. Igualzinha, inclusive a voz. Pra Craudia ver como é legal ser copiada, néam? E tb vi a Shane. E a Lan-lan. Esse Idolos tá cheio de ídolos, mesmo. Gostei muito da Paula Lima como jurada, viram? Ela é a melhor ali, e manda em tudo. "Eu quero que esse passe". E pronto. Falou, tá falado. Chorei, claro, com os últimos cinco que achavam que estavam fora e, voilá, estavam dentro! Muito legal. Eu acho muito legal isso. O esforço das pessoas, a dedicação, o sacrifício. Me emociona quando conseguem. Achei justa a seleção. E já tenho meus favoritos. São eles:

Esse Rafael é uma graça. Uma g-r-a-ç-a. Tem carisma, tem uma voz linda, presença de palco, charme, tudo. Encanta. Já ganhou o meu coração. A Cassia... bem. A Cassia, há de se frisar aqui, é perfeita. Caramba, a mulher canta muito. E é simpática. E canta muito. Muito. Eu já disse ‘muito’? Pois é. Eu tava tão feliz achando que, pronto, o Rafael tem que ganhar. Daí vi a Cássia. E meu coração se dividiu. Porque seria injusto ela não ganhar. Mas seria injusto o Rafa também não ganhar. Então, daí que não sei. Vou roer as unhas pelos dois. Se alguém eliminar os dois, eu jogo uma bomba nos responsáveis.

Os outros que eu também gostei bastante e vou torcer para que cheguem longe:
Renata Bacal – fofa, fofa, fofa. Canta com o coração. Eu amo quem tem a música assim, como algo sublime. Fo-fa-de-mais.
Hellen Cristina – Caraca, a mulher canta muito! Só vi um trechinho, mas gostei bastante. Improvisa, inventa, renova a música. Muito boa.
Pedrinho Black – Gostoso, né? Negão gostoso. E voz linda. Não vi escorregão nenhum na apresentação dele, mas o Calainho disse q teve, e escorregão feio, blablabla, então me recolhi à minha insignificancia. Mas é bom o cara.
Maria Christina – porra, essa mulher tem 19 anos??!?!??? Fala sério! Não parece. Mas adorei. Apesar do visual, não é limitada musicalmente, não canta tudo a la Cassia Eller não. Pega tudo e faz bonito. Gostei mesmo.
Rubens Daniel – Não sei, até acho que ele não canta tudo isso, mas eu gostei do jeitinho dele. E da presença de palco. Me cativou.

E por enquanto são esses. Lembrando que eu sou uma pessoa de gosto extremamente mutável e tudo isso pode mudar (dã) de uma hora pra outra. Com exceção do Rafael, claro. O doce ídolo dono do meu coração.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Eu to sem dinheiro. S-e-m-d-i-n-h-e-i-r-o. Tive um ataque de choro hoje no trabalho quando recebi a ligação do técnico dizendo que o problema da minha geladeira - que não gela - é mais sério do que pensávamos, e eu vou ter que chamar um técnico da assistência. Caralho. Fudeu. Eu-não-tenho-mais-dinheiro. Já to pegando adiantamento do 13º. É dura a vida de uma pessoa dura. Eu-não-tenho-mais-dinheiro-e-estou-me-desesperando. Não aguento mais ficar sem geladeira. Não aguento mais despesas. Eu-não-tenho-mais-dinheiro-ca-ce-te. E também não tenho panelas, e nem panos de prato, e nem bujão de gás cheio, e nem uma tomada compatível com a minha máquina de lavar roupa, e nem um monte de coisas. Eu não tenho dinheiro, eu não tenho mais estrutura, e hoje eu surtei e tive uma crise de choro que durou umas duas horas. No trabalho. Ainda bem que não tinha ninguém aqui. Ou melhor, quase ninguém. Apareceu um pobre coitado aqui que não entendeu nada e ficou esperando eu me acalmar pra ser atendido. Sério, eu to triste. Muito triste. Eu não tenho dinheiro pra comprar uma geladeira nova, meu deus. E eu paguei mil reais naquela porra daquela geladeira e nunca a usei. É pra desesperar. Vou dar o cu vender doce no onibus, cerveja no maracanã, torta no portão, sei lá, qualquer coisa. Faço qualquer coisa. Eu to desesperada. Sério.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Todo mundo quando se muda estranha o lugar e dorme mal? Porque, vou te dizer, como eu estranho quando me mudo! Não consigo dormir direito e não sou ninguém no dia seguinte, tipo hoje.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Eu sei que ficar ansiosa não adianta. Eu sei que essa ansiedade não serve pra porra nenhuma. Mas eu não consigo me controlar. Eu estou tentando, mas tá difícil. Vejam vocês (vocês? vocês quem??) que eu estou TÃO ansiosa, que estou até TRABALHANDO pra distrair a mente. Pois é. A que ponto cheguei. Fundo do poço. Tenho que trabalhar para ficar calma. Para esquecer. Pra não ficar pensando nos dias seguintes, no amanhã, no dia da mudança, na semana que vem, no nascimento de L., em como serão os meus dias na casa nova, nas coisas que ainda tenho que comprar (que, acreditem, são MUITAS), etc. Tenho que tentar me controlar e não pensar no amanhã. Esquecer que o amanhã existe. Me conscientizar de que só o que existe, existe MESMO, é o AGORA, é o PRESENTE. O amanhã, só Deus sabe como vai ser, e não adianta eu ficar me martirizando querendo que o amanhã chegue logo. Não vai passar mais rápido só porque eu anseio por isso. Não vai. Vai passar no mesmo ritmo. Lento. Eu tenho que focar. No hoje. No agora. Now. Um dia de cada vez. Não é assim? Então é. E vam'que-vamu.