segunda-feira, 30 de julho de 2007

Tem horas em que eu simplesmente não consigo ouvir a voz humana. Não consigo. Me irrita profundamente, e as pessoas ignoram isso solenemente, não importa quanta cara de cu você faça enquanto eles falam.

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Você já se sentiu assim?
Como se sua vida fosse uma montanha de nada
Me diga
Você já se sentiu assim
Quando tudo o que você faz é sugar o outro
Quando os seus estímulos são as conquistas do outro
Quando você vive como um parasita
Se instala na vida do outro e se realiza através dele
Mas na verdade você nunca fez nada por si
E o outro sempre se vai alguma hora
Então nessa hora você chora
Se deprime
Porque vê que sua vida não é nada
Me diga, você já se sentiu assim?
Você nunca se cansa de viver, respirar, sorrir e chorar
Pela vida de uma outra pessoa?
A vida é dela, e não sua
Você se ilude
Tristemente
Você é quase um encosto
Que não existe. Existe através do outro.

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Quer saber? Cansei de ser gorda. Cansei de não saber o que fazer da minha vida em plenos 30. Cansei de viver esperando, esperando, sem saber o que. Cansei de cruzar os meus braços e esperar que as providências caiam do céu. A vida não é isso. Não pra mim. Acho que ela até é isso sim, pra alguns sortudos. Mas não pra mim. Se eu quiser alguma coisa, eu vou Ter que me sacudir. Sacudir. Sa-cu-dir. Ter coragem. Pagar pra ver. Cansei de não fazer nada por mim mesma, cansei de ser uma parasita, cansei de olhar pra trás e ver resquícios do que eu poderia Ter sido e não fui. Cansei de olhar pra trás com saudades daquela Anne que se perdeu pelo caminho. Basta. Isso termina aqui e o reencontro acontece hoje. Tudo só depende de mim. Não é de namorado, amigo, pai, mãe, família, o caralho. Só de mim. EU. Eu, a responsavel por cada rumo que minha vida toma, por cada dia perdido, por cada hora ganha. EU. Somente eu. (na verdade esse post era pra falar só que eu cansei de ser gorda, e as providencias que ia começar a tomar pra reverter esse quadro, blablabla. Mas tá tudo conectado, uma coisa puxa a outra, na verdade.)

domingo, 22 de julho de 2007

Eu não sei o que fazer da minha vida. Eu não estou satisfeita com a minha vida. Eu não consigo fazer nada pra mudar o quadro da minha vida. Eu não sei o que fazer além de reclamar. Há muita coisa ainda a ser feita, eu sei. Ou não, se eu morrer amanhã ou depois de amanhã. Mas, supondo que eu tenha tempo, ainda há muita coisa a ser feita. Porque essa sensação de insatisfação sempre me acompanha? Porque esse vazio sempre paira ao meu lado? Eu não sei mais o que eu sou, ou quem eu sou. Isso é só comigo? Ou tá todo mundo insatisfeito com sua vida? Eu não sei, só respondo por mim. Me sinto paralisada. Cheguei aos 30, e aí? Tudo vai continuar na mesma? Eu não tenho mais paciência com as coisas. Estou perdida. Caindo, caindo, em um buraco sem fim. Procurando uma corda, um gancho. Ou simplesmente uma porta. Nada. Não sei mais. Não sei.

sexta-feira, 20 de julho de 2007

e eu não sei porquê ainda insisto em abrir o outlook a toda hora. são pequenas doses de tortura pra mim. eu sou masoquista.
E é claro que não é um cartão, ou a falta dele, que vai me fazer achar que fulano não é tão meu amigo quanto eu pensava. Lógico que não. Mas é a lembrança. A importância da lembrança. Quando uma pessoa é importante pra você, é lógico que você lembra. A minha visão é essa, e eu não consigo enxergar isso de outra forma. Esses detalhes não determinam nada, mas são uma espécie de termômetro, de medidor da sua importância para as pessoas. Afinal, eu sei, eu não saí desejando "feliz dia do amigo" pra colegas, nem para os menos queridos. Foram só os mais. Os mais-mais da minha vida. E não recebi nada em troca. Mas, em contraponto, eu lembro de todas as outras formas de amor que eles já demonstraram, de todas as declarações lindas, atos, porque atos valem mais do que qualquer outra coisa, enfim. Eu não estou questionando a amizade dos meus amigos. Eu sei que são um tesouro. Mas não entra na minha cabeça esse esquecimento. Vai ver é porque só eu que me ligo muito em detalhes.
Depois de mandar X cartões de feliz dia do amigo, Y emails e Z scraps, e só ter recebido UM de volta, simplesmente fechei o outlook e orkut, pensando ainda no que consiste o real significado de amigo.
Eu sou uma pessoa pobre. (Ao menos por enquanto, porque ainda não li "O segredo". Mas assim que o ler, eu sei que descobrirei como ganhar na megasena com a força do pensamento. E seguidamente casarei com o George Clooney. E aí nunca mais sentirei fome novamente. Seja de comida mesmo, ou de ser comida. Mas enfim, enquanto eu não descubro "O segredo", eu sou uma pessoa pobre.) Uma pessoa pobre que tem que escolher: ou compra roupa ou compra livros. Ou compra roupa ou compra dvds. Ou compra roupa ou viaja. Daqui a pouco andarei pelada pelas ruas.

quinta-feira, 19 de julho de 2007

E eu cheguei mesmo ao fundo do poço. A al-facinha mais verde do pomar. Eu sequei um motorista de ônibus hoje. Sequei tanto, mas tanto, que ele até me ofereceu chocolate. Isso porque eu estava sentada atrás do cobrador. Mas eu queria mesmo que ele me visse secando. E fiquei muito chateada porque tudo não passou de troca de olhares. Quase que eu deixei meu telefone com o cobrador, pra entregar pra ele. Eu, secando um motorista de ônibus. Cujo nome era Marcelo. Claro que isso nunca entraria no meu currículo. Digo, em meu estado normal. Primeiro, porque motoristas de ônibus, salvo, claro, raríssimas exceções, são muitos safados. Galinhas, mesmo. E segundo porque, fator agravante, de nome Marcelo. Todos os Marcelos, salvo, claro, raríssimas exceções, são muito safados. Galinhas, mesmo. Então, eu estou ficando maluca. Atirando pra todos os lados, matando cachorro a grito. Se ele quisesse me comer ali mesmo, no banco do motorista, eu deixava. Mas espere, há coisas a meu favor. Também não é assim, sem motivo, que eu sequei o homem. Primeiro: ele tinha cara de mau. Só isso já é um chamariz pra mim. Adoro homens com cara de mau e coração de menino. Segundo: ele era doce. Como eu sei? Ele ficou simplesmente o tempo todo conversando e dando toda a atenção do mundo a uma idosa que sentou naquele banco bem do lado do motorista. Terceiro: o sorriso dele era lindo. Quarto: ele dirige muito. Quinto: olhar penetrante. E por aí vai. Não era só um motorista de ônibus. Era um motorista de ônibus, assim, de boca cheia. Mas não deu em nada, e eu to meio triste. Eu queria que rolasse ao menos uma troca de telefones, mas nem isso. Mas ao menos agora eu estou mais aberta às possibilidades. Ninguém pode dizer que eu sou exigente. Eu dei mole, mas muito mole, para um motorista de ônibus.

terça-feira, 17 de julho de 2007

O tempo é escasso, e pra certas coisas é tão lento, e construir demora muito, e eu não tenho mais paciência pra construir relacionamentos. Leva-se anos para atingir determinado nível de intimidade, de maturidade, de liberdade, de confiança, e são muitos anos e eu não tenho mais esses anos todos. Talvez por isso eu tenha tanto medo de perder os relacionamentos que já conquistei. Porque foram conquistados arduamente, anos e anos de dedicação, de tato, de renúncia, de paciencia. Talvez por isso eu relute tanto e tenha tanto desânimo frente à possibilidade do novo. O novo leva tempo pra se tornar um bom vinho. E sinceramente, só de imaginar isso eu já fico cansada. Talvez eu tenha mesmo que terminar sozinha. Talvez, e são muitos "talvez" nesse post, por isso eu sempre tive medo de terminar a vida sozinha. Porque no fundo, no fundo, a gente sempre sabe o que nos espera.

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Engraçado que antes de você, tudo tinha graça. Tudo era legal. Todos eram divertidos. Eu me divertia. E muito. Aí veio você. E me levou pra outro nível. E sem perceber, eu fui subindo vários níveis. E eu fiquei exigente. E hoje, tudo aquilo que me divertia antes de você se tornou tão sem graça, tão banal. Hoje só tem graça com você. Se você estiver. Comigo. Mas hoje você não está. E eu tento regredir. Descer de nível. Lembrar como era legal. Mas não dá mais. Vc me infectou. Como um vírus. E agora, caralho, o que eu faço? Com que porra eu tiro você do meu sangue, das minhas veias, dos meus poros, do meu cérebro? Cadê a vacina? Quem vai me aplicar? Eu não aguento mais. Estou morrendo aos poucos. Sem você eu morro aos poucos. E não aceito mais doses mínimas suas. Não me bastam. Só quero muito, muito, muito. Todas as doses do mundo de você. Você inteiro em mim. Você tomando conta do meu corpo, você me invadindo, você vivendo em mim. É isso que eu quero de você. E eu tenho ouvido tantas musicas que falam sobre sonhar acordado. E eu sempre fiz isso, e agora faço mais. Com você. E com isso a sua força em mim só aumenta. E eu enfraqueço. E você cresce em mim. Abstrato, como um sonho. Mas cresce em mim, e eu posso sentir. Eu ontem chorei. Eu ontem chorei, chorei, chorei. E pensei tanto em como eu pensei que já estava curada. Mas que nada. Pura ilusão. Você sempre esteve lá, escondido. Nunca saiu de mim. E ontem eu sofri como achei que nunca mais fosse sofrer de novo. E eu destrambelhei, eu gritei, eu chorei, eu taquei coisas na parede, no chão, eu desmaiei. Porque eu estou enlouquecendo. Porque te quero como nunca. Além de tudo você é daqueles vírus que ficam encubados e quando voltam, voltam com força total, pra destruir. E é isso que você está fazendo comigo. Eu agora tenho mais experiência, é verdade. Eu agora vou agir com mais cautela, ao menos na sua frente. Mas quando eu fico sozinha, quando você não está, eu fico pior. Pior do que antes, dá pra acreditar? E eu nem quero mais falar sobre isso com ninguém, porque ninguém tem mais saco de me ouvir, e eu não tenho mais cara de pau pra falar. O que você tem? Você é perfeito pra mim, só isso. Nessa ilusão que eu criei, é verdade. Talvez, se você passasse a existir, eu veria que você na verdade não existe e pronto, me curaria. Aliás, talvez essa seja a cura. Ver você. Você existir pra mim. Mas que tristeza a minha, estou condenada a viver pra sempre com isso, porque você me nega a cura, e você já disse isso com todas as letras. E o que eu faço agora? Passo a beber? Saio com todos os caras que aparecerem na minha frente? é tão dificil quando eu vejo que eles não são você. Que não me divertem como você, que não têm o seu caráter, o seu senso de justiça, seu charme, seu humor, sua infantilidade, você, você, você. Você, o homem da minha vida. Você. Ah, que triste você.

sábado, 14 de julho de 2007

Eu preciso de mais um dia, sempre, mais um. Sempre, pra tudo.
Eu preciso sempre de mais um minuto, ou melhor, mais uns minutos, eu preciso, os minutos nunca, nunca são suficientes.
Eu preciso sempre de menos um dia, sempre, menos, porque eu sempre me arrependo de não ter feito, e quero voltar no tempo.
Eu preciso sempre de mais um beijo, sempre mais, mais, porque foi muito pouco, porque pode ser o último, porque podia não acabar nunca.
Eu preciso sempre mais de você, porque todo o muito é muito pouco, porque todo o tempo do mundo é como se fosse um segundo, porque

sexta-feira, 13 de julho de 2007

depois de você, o que vai ser?

uma vida em cinza.
Mas que a gente podia, ah, a gente podia...
E eu só queria te indicar aquele filme de surf que vai passar em Ipanema no domingo. Porque só por causa de você, tudo que fala de surf agora me interessa. E eu sou mais antenada do que você, e descubro tudo pra você, e você sequer me agradece, e eu gosto disso. Eu gosto.
Você me diz que eu estou muitíssimo mal acostumada. Você faz questão de usar o superlativo. Eu já sei disso, querido. Nenhuma novidade até então. O pior é que eu sei. Mas até então você não sabia. Descobriu. Agora chegou a hora de eu me conter e sofrer em silêncio, fingindo que você não me faz falta, fingindo que você não é meu vício. E nem te fumar escondido eu posso. Então ao menos terei as minhas fortíssimas crises de abstinência em um lugar aonde ninguém possa ver. Aonde você não possa, ao menos.
Ele é o homem dos meus sonhos. E só nos meus sonhos mesmo é que ele pode ser meu. Por isso eu sonho sempre que posso. Quase sempre acordada.
Constatação óbvia: mulher que não consegue usar ob nunca se masturbou.

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Não é que eu seja do tipo ingrata, que não reconhece nada que fazem por mim. Não é. Eu não sou. Eu sei que você fez sacrifífios. Não, você não fez o seu melhor. O seu melhor seria o melhor. Mas você fez o possível para fazer o de sempre. Você se sacrificou um pouco. Você estava cansado, enrolado, cheio de coisas na cabeça, e memso assim fez. Mas aí foi aonde você errou. Você fez o que tinha que fazer. Você fez o que sempre é feito. Você fez o que achou que eu esperava que fizesse. Você fez mais por obrigação do que por vontade, por querer fazer. Você fez pensando em uma moeda de troca. Algo como:"Ela está esperando por isso". E aí, happy feet, não funciona. Sai tudo errado. Não era a sua intenção, mas não funcionou. O efeito foi contrário. Você conseguiu transformar o meu dia em um dia comum, em um dia ordinário. Você me fez repensar sobre o que nos tornamos. Eu tive tantas, tantas alegrias imensas durante o dia, e com você, justo com você, que era pra ser tudo mais divertido, mais leve, mais sem obrigações, mais sem formalidades, justo com você, happy feet, foi a parte mais triste. Cheguei a me sentir um peso. Porque eu vi essa responsabilidade nos seus olhos, no seu tom de voz, no seu mover. E não era pra ser assim, jamais. Nunca de você. Nada de fazer as coisas porque elas viraram um dever. Não é o meu lema, não é o que eu sigo. Reconheço o que você fez, mas sejamos sinceros, não foi bom pra mim e nem pra você. Eu não quero isso pra mim. E já não temos isso há muito tempo, na verdade. Mas a foto nunca havia ficado tão nítida. Foi duro ver como você conseguiu tornar um dia especial em um dia ordinário, comum. Mas não é culpa sua. No fundo, a culpa é minha também. Por deixar chegar nesse ponto.

É é incrível como você, o outro, o que não existe, mas que está sempre comigo, incrível como você, com um só email, um só, conseguiu tornar o meu dia o mais feliz em muito tempo. Incrível como você, só com um email, me fez flutuar, aumentar o som, dançar, sorrir para o mundo e abraçar o mundo. Incrível como você, só com a sua sinceridade, me faz a pessoa mais feliz do mundo e torna o meu aniversário inesquecível. Sem obrigações, só aquilo que se quer fazer ou falar. É mesmo uma pena, que, pra não estragar isso, pra não perder isso, nunca possamos viver isso. Mas é assim, não se pode ter tudo, não é?

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Não sei bem como cheguei aos 30. Sinto um misto de orgulho, de convencimento, de inconformidade, de insatisfação, de sensação de tempo perdido. Sinto que algo começa aqui. Sem alarde. Silenciosamente. Mas vem como um furacão. E eu não sei o que é. Nem como é. Mas sei que vem. Não sei o que vai me trazer. Mas sei que vem. E fico feliz, porque precisa vir. Porque eu preciso. É como se realmente nascesse uma outra de mim. Nascesse de dentro de mim. Brotasse. O que eu deveria ter sido desde o início. Ou não.
Eu preciso ler uma coisa crua, rasgada, cortante, que arde enquanto desce pela minha garganta. Que me acorde, me estabefe, me sacuda, me jogue, me empurre. Não quero coisas bonitinhas, com florzinhas, borboletas ou jardins. Quero a realidade do pó, do chão, do sujo, do podre, do submundo. Quero a vida, a real, enfumaçada, quente, suada e escaldante.
Todo excesso é prejudicial. Mas como não querer em excesso aquilo que nos faz tão bem? Como conseguir auto-controle suficiente para não querer se lambuzar no pote de mel? Como imaginar que aquilo que nos faz tão bem, em excesso pode se tornar o que mais mal nos faz? Como prever que o excesso de algo que te faz tão bem é como uma teia, que te prende, não te deixa sair, e você fica no meio do algo tão bom, que te faz tão mal, mas você não consegue sequer se mexer mais. Há de se ter um auto-controle tão grande, que lhe permita enxergar antes a situação à frente. Há de se ter um auto-controle que lhe permita apertar o botão "stop". Pra não perder tudo. Por querer demais. É difícil. Quase impossível. Mas não dá pra repetir o erro numa segunda chance.

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Não, eu não aprendo. Nunca. E não consigo saber como isso cresceu tanto, e quanto mais ainda eu vou deixar crescer. Todo esse absurdo. Esse você que não existe, e, no entando, tá ali. Pra mim. Mas você não existe, eu sei. Vc é outra pessoa, e eu já to cansando dessa brincadeira. Mas é como um vício. Me faz mal, mas é bom, é muito bom. E eu não consigo suportar ficar sem. Mas eu vou te matar aos pouquinhos, eu vou. Eu vou parar de falar de você para os meus amigos. Quando me perguntarem "E o I.?" "ah, morreu." "jura?" "sim, eu acho. ele nunca mais entrou em contato" "ah, que pena", e aí eu recebo um abraço de conforto. Vou começar a dizer que nunca mais falei com você, que nos afastamos, que eu não sei, e eu não sei mesmo. Só sei é que vou te matar aos pouquinhos. Pra eu não morrer primeiro. Porque eu não posso morrer primeiro e deixar você matar assim tantas outras depois de mim.
Daí vc respira fundo, mas tão fundo que o nariz sangra.
Você só não sabe se ele sangra pela violência com que o ar entrou pelas narinas, ou se é simplesmente a alma transbordando.

quinta-feira, 5 de julho de 2007

E de repente me pego fazendo teste de revista adolescente: Qual é a sua poção mágica?

Qual é a sua poção mágica?
Que tipo de feiticeira você é? O tem no seu caldeirão para enfeitiçar os meninos?
Resultado -
Disfarçada de anjo

Olhando de longe, muita gente não acreditaria que você faz jogos de sedução e tem um jeito especial de se aproximar quando está a fim. Nem os meninos percebem, o que faz parte da sua tática. Além de não intimidar os meninos que gostam de se sentir dominando a situação, seu jeito é uma boa forma de se proteger quando está na dúvida. Mas essa é uma etapa da conquista que precisa ser superada. Você deve saber a hora de partir para outra ou revelar seus sentimentos.



E não é que o resultado foi certinho?

quarta-feira, 4 de julho de 2007

sou peça inacabada
sem graça
sem nada

sou o quase
peça vomitada
porque quem é quase, é nada

sou uma obra esquecida
que se permitiu esquecer
mas que um dia esteve na vitrine.

terça-feira, 3 de julho de 2007

ou talvez eu goste de você só porque eu sei que não posso ter, e também pode ser isso.
Eu sinto falta de você porque você me faz rir fácil, e até de um modo meio ingenuo, inocente, e é isso.
Em grande parte é a tpm. Verdade. Quando ela chega, tudo fica mais difícil, mais macabro, os horizontes se estreitam, as luzes falham, as esperanças en fraquecem, as perspectivas somem. Verdade. Mas, puta que pariu, que merda que as coisas ficam às vezes. E o pior é que eu sou uma pessoa consciente. Eu não culpo ninguém pelo meu fracasso. Eu sei que a única culpada sou eu. E é aí que eu fico mais deprimida. A tpm me faz enxergar a realidade. Fora dela, eu vivo em um conto. Não exatamente de fadas, mas um conto bom. A tpm é o meu General Franco.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Já se passou 1 mes e até agora nada. Que vergonha, hein Anne?

eu não consigo mais conversar com as pessoas, e é isso. eu fujo delas. pq acho que não vou ter assunto. e eu tenho tanto assunto comigo mesma. mas não com as pessoas. eu me limitei a duas pessoas com quem conversar. mesmo que eu queira conhecer mais gente, conversar com mais pessoas. mesmo que eu queira. eu não consigo mais. eu estou me tornando um bicho, ou o quê?

e vc me perturba tanto, me tira tanto do sério, me tira do eixo, me vira de cabeça pra baixo, aliás, vc acaba com a minha cabeça, com minha sanidade, com minha racionalidade. vc me fode tanto, infelizmente não do jeito que eu queria, mas você me fode tanto que eu até esqueci qual a porra do login do meu outro blog*, aonde eu ia postar isso. e agora eu tenho que colocar aqui mesmo, nesse, que não é a minha cara no momento, mas que é o único que eu ainda lembro login e senha.

* que era esse. mas eu gostei tanto desse post tão espontâneo que, agora que já lembrei minha senha e login, tirei do oooutro blog onde tinha postado e passei pra cá.
E aí, estava escrevendo um texto sobre você
E o word deu pau
E eu perdi tudo
Todas as emoções que estava sentindo
O word apagou
Apagou
Apagou
Será que ele estava querendo me dizer alguma coisa?
Algo tipo "deixa de ser idiota e pára com essa babaquice de novo!"?
Acho que sim
Mensagem recebida
Mensagem entendida
Mas que eu continuo querendo você aqui
E pensando em você
Ah, isso eu continuo
E não há word que apague isso de dentro de mim