quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Hoje saí na hora do almoço para procurar mesa de cozinha. Gente. Desde quando as mesas ficaram TÃO caras? Fiquei tão frustrada. Esperava conseguir achar uma mesa boa e baratinha. Mas não. A mais barata custava duzentos reais. O que, na minha atual situação, é cara. MUITO cara. Porque era uma mesa pequena, dobrável e ainda com banquetas! Nem era cadeira. Eu esperava achar uma mesa por 150, parcelada em 10x sem juros, hahahaha. Muito inocente. Enfim. Essa correria toda pra achar uma mesa, era porque uma amiga muito querida está vivendo um momento meio chato e eu queria recebê-la lá em casa, cozinhar, fazer coisas gostosas, e queria ao menos ter uma MESA DECENTE pra bicha poder sentar. Mas não vai dar. Não adianta. Não posso gastar mesmo. Acho que vou ter que pegar a mesa velha que deixei na quitinete antiga, hohoho. Daí disfarço com uma toalha dessas lojas de 1,99. Ai, como é difícil essa coisa de ficar sem dinheiro, oh, Lord.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Tentando entender as razões pelas quais estou me tornando essa completa estranha para mim mesma. Vejamos. Raiva. Raiva por ter sido idiota por tanto tempo. Hm. Talvez um misto de raiva e um sentimento de “que porra adiantou ser boazinha?”. Revolta. Talvez. Chegando à conclusão de que ter caráter e escrúpulos não leva ninguém a lugar nenhum, não te faz ser mais querida, não te faz ter um amor, não te faz ter quem a ame. Faz sim, quem ache que te ama. Mas só te ama enquanto você não tem defeitos. Huge failures. Horríveis. Vergonhosos. Você não tem caráter e nem escrúpulo, vapt!, eles deixam de te amar. E eu não quero amores assim. Eu quero quem me ame até mesmo se eu matar alguém. Não quero quem concorde com isso, só quero que me ame mesmo assim. E esteja ao meu lado. Não para me apoiar, óbvio, mas para não me deixar cair mais ainda. Na verdade eu quero ao meu lado pessoas que enxerguem que determinadas atitudes são mais um pedido de socorro, um grito, um berro, do que necessariamente falta de caráter e escrúpulos. Mas enfim. Não culpo ELE por isso. Culpo a mim. Não que tenha sido algum sacrifício ser quem eu fui nesses 5 ou 6 anos. Não foi sacrifício porque eu era realmente daquele jeito. Mas quando tudo desmoronou, eu fiquei revoltada porque nada meu foi valorizado. Eu fiquei do lado dele esse tempo todo, eu sempre fui cheia de valores e moral, e sempre o ajudei, e sempre estive ali, quase perfeita. Pra nada. E ele só me enrolando, enrolando e enrolando. E iludindo, iludindo, iludindo. Entre aspas, né. Porque eu sabia. Eu sempre soube. E é por isso que eu nunca vou culpá-lo de nada. Porque a culpada sou eu e só eu. Mas na hora em que meu mundo desabou e eu caí, eu só queria que ele me segurasse. Que ele me mantivesse segura. Ali, em seus braços. Ainda que virtuais, eu queria que ele me segurasse. Me apoiasse. Fosse o lugar onde meus pés pudessem se firmar e eu me sentiria segura. Mas não foi nada disso que aconteceu. Ele abriu o buraco ainda mais. E eu caí ainda mais. Desamparada. Perdida. Sem ele. Sem eles. Sem ninguém. Tudo desabou. E eu me vi sozinha. Com isso eu parti do princípio de que: todas as pessoas te julgam. E isso cria raízes. Raízes de amargura. E isso mata. E eu morri. Eu morri e nasceu outra. Uma que não consegue se preocupar com os outros, só consigo mesma. Porque sabe que se preocupar com os outros não lhe trará recompensa alguma. Que essa porra de retorno é bobagem. Mas aí, aos poucos, a casca vai se quebrando. E eu, aquela, de antes, renasço. Mais serena. E certa de que eu não sou de determinado jeito para agradar ninguém. Que eu não tenho que esperar recompensa por nada. Eu só tenho é que ter paz comigo mesma. Com a minha consciencia. Que não importa quem me julgue. Eu é que não posso me julgar culpada. Eu tenho sempre que ter o veredicto “inocente” na minha alma. Se eu faço algo que vai contra mim mesma, eu só me faço mal. Se eu sou boazinha, se eu ajudo quem nunca vai dar valor a isso, se eu não fodo com a vida de ninguém, e se isso não vai me trazer nada de bom, eu só tenho que saber o que isso vai trazer pra MIM. Pra MINHA consciencia. De noite, na hora de dormir. O que vai me fazer ter pesadelos? O julgamento dos outros ou o meu próprio julgamento que eu tento a todo custo manter embaixo do tapete? Eu ando me sentindo uma estranha para mim mesma porque eu SOU uma estranha. Tudo o que eu venho feito ultimamente não sou eu. Não é quem eu sou, por quem eu me conheço. É outra. E assim vai ser até eu realmente me entender e chegar ao ponto crucial em que eu vou saber quem sou eu. Sem pressa. Aprendendo, errando, levando porrada, tombos, quedas, sem ninguém pra aparar. Mas eu. Comigo mesma. Me analisando, me descobrindo, me entendendo. Ao menos hoje eu consegui ver isso. Que os meus atos só dizem respeito a mim. Que não é porque eu não tive “recompensa” em ter sido “boazinha”, que isso não vale nada, não presta pra nada. Pode não valer mesmo, e não presta pra nada mesmo. Mas sou eu. É a minha natureza. E ir contra a minha natureza só por revolta ou amargura só faz mal a mim mesma. Só me mata. E eu não quero ter uma estranha vivendo no meu corpo. Eu não quero essa sensação de estar assistindo de camarote uma outra pessoa vivendo por/em mim. Não. Eu sou eu. Em paz comigo mesma. É tudo o que importa. É só o que importa.

Flores para o mundo...


pq hj eu to assim... =)
pq doar-se é bom
pq todos precisam de atos de delicadeza e doçura
pq fazer o bem faz realmente bem
pq... sei lá, pq tem dias em que eu flutuo, e não é preciso nenhum motivo especial pra isso
e pq eu hoje acordei com vontade de dar flores pro mundo.


Esse final de semana eu passei na minha mãe. Pra economizar na comida, hahaha. E, claro, curtir colinho de mãe, que é sempre bom. Mas a questã é que, no sábado de manhã eu fui me pesar e, oh, 57kg! Ok, 57 E NOVECENTOS GRAMAS, mas ainda na casa dos 57. E eu que estava achando que tinha engordado bem uns 3 kg. Fiquei toda feliz. Só que isso foi ANTES do final de semana, né? Ou melhor, no INICIO dele. Minha mãe me empanturrou de TANTA COISA, TANTA comida, TANTO doce, tanto troço, que hoje eu realmente acho que JÁ GANHEI os tais três quilos que até então estavam perdidos no centro da terra. Mãe, eu te amo, mas não posso passar mais do que três dias na sua casa, porque perco a noção e por pouco não saio comendo a parede da casa.

***

Eu ando tendo pesadelos. Muitos. Direto. Não tenho mais sonhos. Aquela coisa cute, legal, da qual vc curte lembrar. Não tenho. Só pesadelos. Ou estão invadindo minha casa, ou tem um homem me perseguindo, ou eu to numa enchente que nem tá acontecendo em Santa Catarina, ou eu to andando de madrugada numa praia deserta, morrendo de medo, etc, etc, etc. Não sei o motivo. Não entendo nada de psicologia, Jung, Freud, whatever. Acho que vou começar a ler livros sobre. Porque não é possível. Alguma razão tem, algum motivo. Tudo bem, eu ando vivendo um período bem confuso e de mudanças na minha vida, mas... será que eu não posso ter um sonhozinho legal, hein?! Poxa vida.

***
Leio que Maitê Proença e Paulinho Vilhena têm "se entrosado bastante fora das gravações". Sinto um misto de inveja E orgulho da Maitê.

***
Acabei de baixar o season finale de True blood! Não vejo a hora de assistir!

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Ódio


a Vivo não sabe o que significa "alguns instantes", porque saporra tá ruim desde semana passada, e eu pre-ci-so mandar mensagens gratuitas, cacete!
Sabe o que eu quero? Viver de amor. E é isso. Tem coisa melhor? Não. Então... só fica faltando acertar a mega-sena. Pronto. Eu seria feliz pra sempre.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Porque eu adoro essas coisas e porque vi no blog dela.

Onde está seu celular? Na mesa ao lado, do lado da minha bolsa.
E o amado? Qual deles? hahaha. Namorado tá na rua.
Cor do cabelo? Castanho
Sua mãe? Em casa
Seu pai? ahn... no limbo? não sei. os ossos estão no cemitério.
Minhas irmãs? Minha irmã tá na roça com meu filhote.
Seu filho? Não tenho
O que mais gosta de fazer? Viajar
O que você sonhou na noite passada? Ando tendo MUITOS pesadelos. Muitos, muitos, muitos. O horror, o horror. Ou estão invadindo a minha casa, ou estão assaltando a empresa, ou qualquer outra coisa assustadora.
Onde você está? No trabalho
Onde você gostaria de estar agora? ah... longe, bem longe. Em algum lugar onde não esteja chovendo. Na Bahia, eu acho.
Onde você gostaria de estar daqui a seis anos? NA ITALIA PELAMORDEDEUS!
Onde você estava há seis anos? Deixa eu ver nos meus outros blogs... hahaha. Mentira. Bem, não sei. Mas estava neste mesmo emprego. E em outra kitinete. E morava com meu ex. E tinha dinheiro para viajar.
Onde você estava na noite passada? Em casa.
O que você não é? Sociável
O que você é? Confusa.
Objeto do desejo? Uma passagem pra Itália!
O que vai comprar hoje? Ingresso pro filme "Romance", se meu chefe assim permitir e liberar namorado cedo.
Qual sua última compra? Um livro. =) Big loira e outras historias de Nova York - Dorothy Parker
A última coisa que você fez? Copiei e colei esse questionario
O que você está usando? Calça jeans, blusa de manga, sandália
Na TV? Todas essas séries listadas alguns posts abaixo
Seu cachorro? Não tenho
Seu computador? Tá ruim
Seu humor? Depende. Agora tá bom.
Com saudades de Alguém? DELE
Seu carro? Não tenho.
Perfume que está usando? Humor, da Natura
Última coisa que comeu? Pão com manteiga e nescau
Fome de quê? massas
Preguiça de? Pensar nos problemas
Próxima coisa que pretende comprar? Um varal de teto
Seu verão? Vai sobrar algum dinheirinho, se Deus quiser
Ama alguém? Claro!
Quando foi a última vez que deu uma gargalhada? Antes de ontem. Tantas que a barriga tá doendo até hoje.
Quando chorou pela última vez? Ontem. Sabe como é, num dia, gargalhadas. No outro, lágrimas.

Surpreeeeesaaaa!!!

Rá! Achei a música* e, guess what? Subi pra vocês! hahaha.

Um romance - Fabio Junior


* gente, eu trabalho. juro.

Na boa, me dá até enjôo de ler uma coisa dessas:






É preciso ter muita "não-vida" pra se interessar na rotina de casada da SANDY. Pelamordedeus. Caso de internação. Não sei o que é pior. Ter quem leia ou ter quem publique. Ou ter quem dê a entrevista e se disponha a passar esse tipo de informação. Sei lá. Me dá enjôo. Eu sei, cada um com seu cada um. Mas esse é o MEU blog e eu falo o que ME dá enjôo e o que não dá.
Ao menos tem o Hugh Jackman ali do lado pra fazer o enjôo passar. E a pergunta "E o Brad Pitt?". Façam-me o favor, né? Quem é Brad Pitt?

Sobre séries


Eu preciso dizer: Don Draper, I miss you.

***

Dexter tem falado diretamente comigo nesses três ultimos episódios. Vou te dizer. Aquele pai do Dexter é mesmo um cara sábio.

"Meu pai dizia para ter cuidado com o quanto achamos conhecer alguém"
"Vemos somente duas coisas nas pessoas: o que queremos ver, e o que elas nos mostram"
"Nunca subestime a capacidade das pessoas de te magoarem"

E eu pego pra mim os conselhos dados a um serial killer. Hohoho.

***

True blood: Mal posso esperar pra assistir o 11º episódio! Estou completamente viciada em True blood. Fico com pena quando o episodio acaba e eu lembro que vou ter que esperar 1 semana ainda para assistir o próximo. E pela primeira vez eu achei a Sooie uma chata de galocha. No 10º episódio. Até então eu a achava ok. Mas no décimo eu tive vontade de socá-la e jogá-la aos lobos. Ou lobisomens. Mas tirando essa pequena irritação, poxa vida, True Blood é demais. Os personagens – todos – são ótimos. Adoro o Lafayette, a Tara me irrita e me dá pena ao mesmo tempo, o Bill já estava me irritando e agora ganhou minha simpatia novamente e a maluca psicopata namorada do irmão da Sookie me dá medo. E todo mundo já sabe quem é o assassino, né? Ao menos eu desconfio. Não sei se é spoiller, mas enfim, se voce não quer saber, não leia, porque eu vou falar. Eu acho que o assassino é o marido da garçonete. Não tá meio óbvio? Talvez por isso NÃO seja, né? Hahaha. É que ele é muito perfeito. Ninguém é assim, tão perfeito. Então pra mim ele é o assassino. O que é uma pena. Eu bem queria que ele fosse perfeito.

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How I met your mother: meu coração fica um pouquinho menor a cada episódio. A série definitivamente não é mais a mesma. Ainda vale acompanhar, mas não é mais a mesma. Já estamos no oitavo episódio e só lembro de um que me arrancou gargalhadas. Mas é minha série do coração. Significa muito pra mim.

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Blood Ties: Segue boa e melhorando. Apesar de ser sobre vampiros, não tem nada a ver com True blood, que é infinitamente melhor. Mas também é BEM legal. E o vampiro é LINDO. Cada vez que ele morde um pescoço, eu fico desejando que fosse o meu. Pick, me! Pick me!

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Californication: Ufa! Me assustaram nos 2 primeiros episodios dessa temporada, mas já devolveram o meu Hank intacto. E a Beca... Beca rox! Orgulho da família e dos fãs da série. Hank me envolveu tanto na primeira temporada dessa série que tinha lugar cativo nas minhas imaginações eróticas. Hahaha.

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Grey’s Anatomy: voltando aos bons tempos. Alguém só precisa pedir pelamordedeus pra Shonda enterrar de vez o Denny. Querida Shonda, nós amávamos muito, muito, muito mesmo, o Denny. Mas UMA VEZ QUE VOCÊ O MATOU, por favor, deixe-o lá, morto, enterrado e longe da série. Não tem mais contexto pra ele. A Izzie daqui a pouco vai ter que ser internada no hospício.

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Dirty Sexy Money: Woooooow! Espetacular! O final do ultimo episódio me deixou de queixo caído e com essa cara de "WOW!" do inicio desse texto. Muito, muito, muito boa. Cada vez melhor. Mas o Nick como marido me irrita. Vontade de jogá-lo pela janela.

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Fringe: Ótima, ótima. Estou totalmente viciada. O pai do "Pacey" (me deu branco, eu não lembro do nome do personagem, e não dá pra procurar no google por enquanto) Dr. Bishop é uma figuraça. A série é boa porque não promete muito, mas tá mantendo o nível. Como posso explicar isso... a série não é nada "uaaauuuu, que série ma-ra-vi-lho-sa!", mas é uma série que ME deixa esperando ansiosa pelo próximo episódio. Enfim, EU gosto muito.

***

Heroes: PAREI de assistir. Já deu. Chega. Uma bosta.

Quando eu era pequena lá em Barbacena, a gente era pobre. Não, pobre eu sou hoje. A gente era BEM pobre. Tipo, roupa nova só 1 vez por ano, no natal. Presentes? Ou de natal ou de aniversário. Nunca os dois. Daí que eu estava lembrando do nosso primeiro disco. Ou LP. Long play. Como preferir. Eu só fui ter um disco pra chamar de meu aos 9 anos, por aí. Nem lembro exatamente o porquê da façanha. Discos. Um luxo. Provavelmente estávamos comemorando algo, não sei se o primeiro salário da minha irmã, hohoho, tadinha. Então saímos eu, minha mãe e minha irmã, à procura do disco preferido de cada uma. Eu, a besta, escolhi Xou da Xuxa. Toda pomposa, feliz da vida, realizada com aquela capa linda, aquele rosa lindo da blusa da Xuxa, fotos atrás da capa, brincando de “onde está wally” pra achar as paquitas nas fotos, etc. Um sonho. Minha irmã, sempre mais esperta, pediu RPM ao vivo. Espetáculo. Também várias fotinhas dos gostosos no encarte, etc. Minha mãe escolheu Fabio Junior. Não lembro exatamente qual era o lp, mas era bom. Tinha aquela musica, “Sem limites pra sonhar”, que ele cantava com a Bonnie Tyler. Bem, a questão é que tinha uma, UMA música daquele disco que me fazia chorar. É. Já aos 9 anos, uma troncha que chora com musiquinhas românticas que falam sobre um amor que dá certo, ou ao menos que pode dar certo. E eu achava aquela musica linda. LINDA. E já naquela época ficava voltando toda hora nessa musica. Ia lá na VITROLA, e voltava manualmente pro inicio da faixa. Morrendo de medo de quebrar a agulha, que era cara, hahaha. Bem. Daí que eu decorei a letra da musica toda, etc. Amava. Mas os anos passaram, tudo mudou e eu esqueci da música. Esqueci. Nem lembrava mais que a bendita existia. Pra dizer a verdade, eu nem lembrava que um dia minha mãe comprou um lp do Fábio Junior pra ELA. Até um dia desses. Um dia desses que EU NÃO SEI PORQUÊ eu lembrei da música. Assim, do nada. Do nada MESMO. E todas aquelas sensações vividas há não sei quantos anos atrás voltaram. Eu lembrei de tudo que eu senti na época. Do coração apertado, da vontade de gritar, dos suspiros por querer que alguém me amasse daquele jeito. E o pior. Continuo sentindo a mesma porra. A música ainda me faz encher os olhos de água. Ainda me faz dizer "own, que linda!". E desde então a música não sai mais da minha cabeça. Simplesmente não sai. Toda hora, do nada, eu lembro do refrão. E lembro de um trechinho. E fico viajando. E eu até agora não sei qual foi o motivo dessa bendita ter reavivado na minha mente. É uma música que ninguém conhece Ninguém lembra. Ninguém acha linda. Não toca nas rádios. Eu não tenho mais o disco. Eu não tinha como e nem porquê lembrar. Mas, é isso. A música que ressucitou na minha mente. Com vocês “Um romance”, Fábio Junior.

Ela chegou, e se sentou no bar
Vi meu destino mudar
As palavras, pra quê palavras
Se tudo é dito no olhar

Compreende, tenta compreender
Foi com você que eu sonhei
Realidade pode estar perto
Não custa nada perceber

Quantas vezes, eu pensei
Só me entregar ao amor que eu sonhei
E a razão da minha timidez foi natural
Oh, dá um sinal pro sonho virar real

Um romance pode acontecer
A o se esbarrar em alguém
Abre os olhos, sonha acordado
E não quer saber de mais ninguém

Quantas vezes, eu pensei
Só me entregar ao amor que eu sonhei
E a razão da minha timidez foi natural
Oh dá um sinal e mostra que me entendeu

Sei que um romance sempre pode acontecer
Mas não sei pedir se por direito é todo meu
Oh quantas vezes sonhei com você
Vê se entende, dá certo demais
Está tão perto
Do sonho virar real
real

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Em situações delicadas qualquer coisinha toma uma proporção muito maior do que a real. Não pela ‘coisinha’ em si, mas por tudo o que ela significa. Então qualquer furo de namorado se torna um imenso buraco, como se um meteoro tivesse caído ali. Ontem pelo telefone eu pedi pra namorado passar na minha casa hoje de manhã, pra me levar pro trabalho. Eu disse inúmeras vezes “se der pra você”, “se você quiser”, etc. E várias vezes namorado repetiu “dá, eu passo” , “eu quero, eu passo”. Pois bem. Daí que planejei tudo pra quê? Pra namorado passar hoje de manhã lá em casa. Você, querida leitora, passou? Nem ele. Tudo bem, ele avisou. Seis e quinze da manhã me manda um torpedo dizendo que tinha acontecido um imprevisto. Imprevisto de coo é rola. Fiquei muito poota. Mas muito. Não por ele não ter passado lá necessariamente. Mas, caramba, que merda de situação, né? Que que eu to fazendo nisso, meu deus? Eu sei o que eu to fazendo. Medo de ficar sozinha. Medo de abrir a relação e demorar, de novo, anos e anos pra encontrar alguém que me interesse E que tenha algum interesse em mim. Olha só a merda. Aí eu me sujeito a passar por esse tipo de situação. Qual terá sido o imprevisto? A esposa acordou mais cedo e ele não pode sair? A esposa quis fuder de manhãzinha? A esposa passou mal? Argh. Agora vê. Eu. Ainda questionando. No quinto episódio de Dexter, terceira temporada, teve uma cena que muito me serviu. Uma cena em que o pai dele diz que ele, Dexter, vai ter que escolher quem será a amante e quem será a esposa na vida dele. Era uma metáfora (espero que a figura de linguagem esteja certa, hahaha) para uma outra situação, mas teve uma frase que não mais saiu da minha cabeça. “Você vai ter que decidir quem vai ter prioridade, Dexter”. Quem vai ter prioridade? A esposa, ÓBVIO, sempre vai ter prioridade. Amante é quando der. Se der. Amante é step. É substituição. É, eu sei de tudo isso. Eu sempre soube. Juro, eu não tenho sentimentos fortes por ele. Eu tenho é medo de ficar sozinha. Não exatamente “medo”. Mas eu não quero ficar sozinha. E como eu não fico com qualquer um, eu fico com ele. Mas não dá. Não tá dando. Eu não nasci pra ser uma substituta. Pra me ver quando der, etc. Não. Meu temperamento não combina com isso. Eu não gosto de perder pra ninguém, hahaha. Deprimente. Mas é. Eu não gosto de ser preterida. E cada vez que isso acontece, o orgulho é ferido. É, não é por gostar dele, é orgulho ferido. Ao menos eu tenho algum senso a ponto de não deixar o orgulho falar tão alto e eu me enfiar a destruir o casamento dele. Tipo aquelas amantes, “ou ela ou eu”. Hahaha. Que horror. Não, eu não acho nenhuma graça nisso. É que eu rio nas piores situações, mesmo. Agora estou eu aqui. Muito puta com isso tudo, por estar sentindo isso, essa “frustração”, por não querer sentir isso, por não querer passar por essa situação, querendo dar um basta em tudo, e colocando tudo na balança pra ver o que realmente eu faço da minha vida. Saporra acabou com a minha segunda feira que, ironicamente, eu tinha planejado começar muito bem.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

"Yo estoy sen un puto man...Yo estoy na capa...La plata que me mata...¿La plata, donde está?"
(La plata - Jota Quest)

hahaha! to chegando à conclusão de que esse novo cd do Jota Quest foi feito pra mim.

Gente, pára tudo porque eu preciso falar sobre o Grammy "brasileiro" exibido ontem pela Band. O que foi aquilo??? O horror, o horror! Muita, muita, muita vergonha alheia! Um show de desorganização, gente perdida, câmeras perdidos, direção perdida, todo mundo perdido. Eu não sabia se ria (ao menos me fez rir muito) ou se me enfiava embaixo da cama, de vergonha. Alguns momentos que ficaram na minha mente:

momento mico (MICÃO): todo e qualquer momento em que a Daniela Cicarelli aparecia. Encurvada, sem postura, olho arregalado, apagada, cara de perdida, mecanica. O horror, o horror.

momento emoção sincera: Chitãozinho e Xororó no palco mandando a galera cantar e a mesma não decepcionou. Todo mundo cantou o refrão da música. Bacana, pra mandar o preconceito pra cucuia.

momento nojo: Champignon comemorando a premiação do CPM 22 (é que Charlie Brown Jr também estava concorrendo). Porra, até parece que aquela merda faz parte de alguma porra de banda. Recalcado do caralho, vai se fuder. Charlie Brown rox!

momento show: Irmãs Galvão. Tirem a Cicarelli do palco e coloquem as irmãs para apresentar a premiação. Têm super jogo de cintura, são engraçadas, sabem improvisar, sáo ó-te-mas. E fofas.

momento baba: Marina de la Riva! Sexy! Linda! Sedutora! ah sim, e Pepeu Gomes.

momento "não precisava": a premiação inteira. hahaha, brincadeirinha. mas a ceninha dos meninos do CQC com a Cica. Pra quê aquilo? Sem sentido, sem necessidade. Ainda agora sinto muita VA, vou te dizer.

resumindo: o grammy brasileiro só serviu para uma coisa: ver as pernas cada vez mais maravilhosas da Paula Toller (nesse caso, tapei os ouvidos e só olhei as pernas).

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Eu ando com um certo medo, uma certa paranóia, de que ELE descubra esse blog. Se isso acontecer, é o fim. E um fim apoteótico, diga-se de passagem. Já até pensei em colocar senha aqui pra ler, etc. Mas é um saco, né. E ao mesmo tempo que eu acho difícil alguém descobrir um blog anonimo, eu acho que, se você souber procurar, usar as palavras certas - ao menos se você conhece bem a pessoa e seus gostos e um pouco do seu jeito de escrever - no google, você acha fácil. Pode ser muita paranóia minha. Mas eu só sei é que todos os dias vou correndo no sitemeter pra ver quem entrou nesse blog. Vou digitar no google: "como se tira um blog do google?".


***


Idolos, né. Não preciso nem falar. Que os três menos votados dessa semana foram só os meus três preferidos. E saiu a Cassia. Sem comentários. Não assisto mais essa merda.

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Eu não consigo fazer sexo só por fazer. Não adianta. Não dá. Me sinto usada. Mesmo que não seja isso. Eu me sinto. Prefiro muito mais pegar o vibrador e gozar. Sozinha. E todas as vezes em que eu teimo e vou contra os meus proprios sentimentos, eu me fodo. Me fodo e fico me sentindo mal. Achando que sou a fodona e que consigo ter sexo só pelo sexo, só pelo prazer, só pelo gozo. Não dá. Eu não sou assim. Por que, eu queria saber, por que eu vou tanto contra mim? Por que eu faço essas coisas? Se eu sei como eu vou me sentir depois? É uma espécie de auto-boicote? É uma espécie de punição? É uma tentativa de me adaptar ao mundo e tentar sentir o mesmo que a maioria sente? Ou todo mundo sente a mesma porra de sentimento, mas ninguém fala? Eu não sei. Só sei é que eu insisto. E depois me sinto mal, mal, mal.

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Eu só sei é que o Fabio Assunção tá mal, hein? (e acabado. assim, de aparência. é, ele está.)

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"Será que é difícil entender por que eu ainda insisto em nós? Será que é difícil entender? Vem andar comigo..."

Claro. Novo cd do Jota Quest que eu acabei de baixar e olha a letra da primeira musica que eu coloquei pra ouvir. (e foda-se quem acha Jota Quest ruim, ok? Eu amo. AMO a voz do Rogério Flausino. É.)

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Eu só sei é que eu ando mal. Mal, muito mal. Mal porque não sei por onde ir. Mal porque estou perdida. Estou em um labirinto dando voltas e voltas, tentando sair, tentando voltar, tentando entrar, tentando, me atropelando, caindo, levantando, me sujando toda de lama, me arranhando e sem ver a saída. Sem saber sequer se quero sair (consegui montar uma frase quase toda com palavras iniciadas em 's', mas ok). A fase mais perdida da minha vida. Meldels.

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Aliás, eu estava pensando. É estranho e engraçado. O tempo. Em uma das fases mais doídas, perdidas e rasgantes da minha vida, o tempo muda. Só chove. Como se eu controlasse o tempo. Como se o tempo acompanhasse minhas emoções. Como se só o tempo mesmo soubesse como está aqui dentro. Essa chuva toda. Essa loucura toda. Esses poucos dias de sol. Mas, bem, um sol. É inacreditável isso. Mas o tempo nunca esteve assim, tão doido, tão sem saber o que ser, tão cinza e chuvoso e nebuloso. E eu também.

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Sempre quis ser a Tempestade (e a Vampira. e a Psylocke). Relevem.

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Eu só sei também é que tenho que tomar uma decisão. Tenho. Preciso. Tá na hora. Tomar decisão nunca foi o meu forte. Ao menos não pra minha vida. Decidir pros outros é comigo mesmo. E, na boa, decido certo. Agora eu quero alguém pra decidir pra mim.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Eu sou uma pessoa desprezível. Ridícula. Egoísta. Bem, tudo isso se resume melhor com o "desprezível". Fiquemos com ele então.

Sexta feira teve show do Maroon 5, minha banda preferida e-v-e-r, aqui no Rio. Eu não pude ir. Não tive dinheiro (oh!) pra comprar o ingresso. Também não quero saber de nada do show. Não quero saber se foi bom, se foi ruim. Aliás, cheguei a torcer pra que tivesse sido ruim, hohoho. Não quero nem pensar nisso. Quero esquecer que houve um show. Eu não fui. Eu não pude estar lá. Eu não quero saber.

Namorado me deu a senha de acesso do celular pela internet. Para que eu pudesse mandar mensagens online de graça, etc. O que eu fiz? Fucei as contas dele. Claro. A doente. Eu só não contava com a competência da Vivo, que avisa por torpedo que o usuário fez tal e tal coisa. Tipo um histórico das ações no site. hahahaha. Eu não sabia onde enfiar minha cara. Sorte que namorado não se ligou muito na parte em que dizia "conta". Só se ligou na parte em que dizia "troca de senha" e isso eu tinha que fazer mesmo, e ia falar pra ele. Mas vê se a pessoa não é doente de fazer isso? Paranóica!

Eu meio que me desentendi com um dos meus melhores amigos. Não briguei, nem nada. Só uma troca de palavras mais forte e tal. Isso foi na quinta ou sexta feira. Hoje já é segunda. Ele não se pronunciou. Não mandou um email. Nem um torpedo. Nada. E eu? I don't care. Eu não estou nem aí. Eu acho que me tornei um ser frio, sem sentimentos. Tudo pra mim agora tá bom. Se quer falar, fala. Se não quer falar, não posso fazer nada. Ou eu evoluí muito como, cof, ser humano e respeito tanto o sentimento alheio que isso acaba parecendo uma frieza digna do Iceman, ou eu realmente virei a Icewoman. Não sei não, mas algo me diz que a segunda opção é a certa.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Enfeites de natal. Presentes de natal. Confraternização de Natal. Natal. Acho que esse vai ser o natal mais duro da minha vida. Nunca precisei tanto de um $uper pre$ente de Papai Noel. Oh, Lord. Ao contrário de muita, muita gente hoje em dia, eu adoro o natal. Mesmo com toda essa coisa de que natal é só mais uma data comercial, que as pessoas só pensam em presentes caros, que é uma época em que as pessoas só gastam e esquecem da essencia do espirito natalino, que o natal foi uma data criada pela Coca-cola, etc. Eu vou contra a onda e amo o Natal. Amo. Todo o clima. Todos os enfeites. Todas as decorações. E esse ano, mesmo dura, será um natal diferente. Eu tenho o L. Meu bebê. Meu sobrinho. E tenho a minha casa. Sem nada (muito engraçada, não tinha teto, não tinha nada), mas, bem, é o meu cantinho. E eu vou querer enfeitar de alguma maneira. Eu nunca fui muito boa com essas coisas. Decoração, etc. Eu nunca enfeitei minha casa pro natal. Mas também, minha ‘casa’ nunca foi uma casa pra se enfeitar. E agora é. Agora que eu não tenho dinheiro, hahaha. Que piada. Mas dane-se. Quem não tem cão, caça com gato. Vou começar a procurar um gato galhos pela rua e montar essa árvore linda aqui:



Junte-os com ajuda de arames formando uma espécie de copa de árvore.
Fixe-os em um vaso à sua escolha com seixo rolado ou brita.
Com ajuda de uma tinta spray (a utilizada aqui foi na cor branca) pinte todos os galhos e deixe secar.
Depois é só decorar com muita criatividade. Bolas diferentes, como as de espelho fazem bonito. E as luzes não podem faltar.
Para um visual mais regional e nem um pouco menos chique, você pode usar brinquedinhos de miriti como enfeites e envolver o vaso com juta. Fica rústico e muito chique!
A idéia também pode ser adaptada em menor escala para arranjos. Ficam lindos em aparadores, mesas laterais, próximos a espelhos e onda mais você quiser decorar.


Olha, nunca mais, quando eu quiser sair, chamar um amigo e ele disser que está sem dinheiro, nunca mais eu insisto se não for pra pagar. Porque, poota que pariu, como é chato você ter que ficar dizendo "não tenho dinheiro" e a outra pessoa não entender e ficar insistindo. É só dizer a palavra mágica: "é por minha conta", e tudo certo! Mas, alow, quando alguém diz que está sem dinheiro, ao menos no meu caso, é porque ela não tem mesmo nem um centavo nem dois reais pra passagem. É uma coisa tão simples, mas caramba, como é difícil das pessoas entenderem! Eu sei, eu já estive lá. Do outro lado. Do lado dos que não entendem. Mas verdade também que eu já disse a palavra mágica váarias e várias vezes. Não é por nada não, mas eu tenho senso. Ao menos algumas vezes. Agora, que eu já sei, vou ter sempre.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

"You got me begging you for mercy, why won't you release me?"

Meu cooooooooo que eu preciso que alguém me liberte. Eu mesma tiro as algemas, dou tchau e vou embora.
A pior coisa que alguém pode fazer consigo mesmo é se tornar emocionalmente dependente de alguém. Tornar-se dependente de alguém, por si só, em qualquer nível de dependencia, já é muito, muito ruim. Mas tornar-se emocionalmente dependente de alguém é a pior coisa que você pode fazer consigo. É uma armadilha, e é difícil às vezes não cair nela. Mas saia. Saia o quanto antes, saia assim que você tiver o primeiro centelho de luz pra te guiar pra fora. Saia, porque o buraco só tende a se abrir mais e mais e você só tende a cair mais e mais, e no fim, se destruir. Então saia. Logo. Não fiquei nem um segundo nessa. Porque isso te cega, né. Você fica um bom tempo sem conseguir enxergar um palmo à sua frente. Mas a luz sempre vem. Mais cedo ou mais tarde. E você tem que se agarrar a ela. E aí você volta a enxergar. No mais, é só cuidar para não cair de novo na mesma armadilha, porque, uma vez fora, wow, você não quer mais voltar mesmo. A sua vida é muito linda só com você nela. Se alguém aparece para dar um brilho extra, aproveite. Mas não esqueça que a sua vida é a sua vida sem precisar de ninguém. Só você. Pra fazer dela uma festa. Na verdade, pra fazer dela o que quiser. Só você. Pro bem ou pro mal. Faça a sua vida brilhar. Sem precisar estar apoiada em ninguém pra isso.
tãn-tãn-tãn-tãn-tãn-tãn. trrrtãn-tãn-tãn-tãn-tãn-tãn.

eu des
co-bri
que te-
nho-pro-ble-mas
não sei
so-lu
cio-nar
meus di-le-mas

Problemas - Wonkavision.

ou, se você preferir, a música da minha vida.


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aimeudeus, mega-sena (megassena?) acumulada, eu tenho que ganhar! Eu preciso! Urgente! Ah, é, eu tenho que jogar também, inclusive.

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Cara, tantas notícias cruéis e inacreditáveis com crianças pelos jornais que, sinceramente, me dá enjôo. Meu estômago revira. Muita crueldade, meu Deus. A humanidade está chegando ao limite, mesmo.

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Não consigo parar de ouvir o novo cd da Pink.

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Mais uma série para, ao que parece, me viciar. Só assisti ao primeiro episódio (duplo) até agora, e no início tava achando meio paradona, mas depois deu uma melhorada. Tá valendo. Vou baixar os outros episódios pra ver qual é a da série. Mas sério, eu quero virar vampira. Eu fico excitada com aquela coisa dos vampiros bebendo o sangue dos humanos e tal. Não parece que o humano quase goza quando está sendo "bebido" pelo vampiro? E o melhor, ele não se torna um vampiro! Ah, fala sério, onde estão os vampiros dessa cidade?

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Acho que meu humor hoje está um pouquinho melhor. Em compensação, a conta bancária... hohoho!

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Eu sinto como se minha imunidade estivesse baixa. Como se eu fosse um alvo fácil. Como se estivesse exposta. Fragilmente exposta. Não é como se tivesse baixado a guarda, porque quando a gente baixa a guarda, isso significa que você está dando uma chance. A si mesma ou ao outro, tanto faz. Mas é uma escolha consciente sua. Eu não baixei a guarda. Eu simplesmente não tenho mais forças, e nem ânimo, para sustentá-las. Eu sou um alvo fácil. Pra quem quiser atirar. Eu não tenho mais defesas, pois não tenho mais forças. Me sinto febril e só quero chorar. E dormir. E, lá no fundo, desejo com toda a minha vida que alguém enxergue através da capa, e me ajude. Pq eu não tenho mais forças. É como se eu afundasse lentamente. E ninguém vê.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

No final das contas, só quem perdeu fui eu.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Aviso

Estou respondendo os comentários na caixa de comentários... só pra constar! =)

Pára tudo

Michael Bublé faz show no Brasil com ingressos a R$ 1.000,00

Tá. Mas QUEM VAI? Porque, vamos combinar, né? Nem Madonna. Nem Diana Krall. Nem Joss Stone. Michael Bublé é o famoso QUEM pra cobrar isso? Olha... eu acho que ele vai tocar pras moscas. (ok, sempre tem uns malucos que não têm nada melhor pra fazer com o dinheiro, eu sei.)

Fotos de um domingão*

Eu, digo, Mandy, Billy, Magali e o burro. Meus amigos sempre presentes.



Almoço do domingão de uma pessoa que mora sozinha e não tem gás de cozinha ainda:



Aliás, gente, esse atum é apimentado MESMO. Eu não compro mais, hohoho.



Mensagem para você. (é. eu sei. meninas poderosas E celular pré-histórico. não. ninguém precisa dizer NADA.)



Arrisquei meus dotes culinários e fiz o complicadíssimo bolo de caneca no microondas



Dá pra ver melhor assim, eu acho...

Pra devorar com sorvete e assistindo A princesa e o plebeu





*em que a pessoua não tinha nada melhor pra fazer

Bem, voltando à nossa programação normal, vamos falar do que interessa: Botafogo nasceu pra ser injutiçado. Não é possível, né? Até na porra do concurso do Caldeirão do Huck o Botafogo perde injustamente! Não é porque é meu time não, juro. Não sou fanática, nem nada. Mas sou justa. E, caramba, ou aqueles homens todos foram comprados eram cegos ou então eu não sei, eu não tenho muito gosto pra mulher. Mas vamos lá, vai me dizer que isso:




é melhor que isso:


Não, né? Isso porque não dá pra colocar aqui o vídeo, porque aquela lá do Vasco anda que nem uma pata choca, toda desengonçada, etc. Mas quem é que foi eliminada no quesito beleza??? A do Botafogo, claro! Não tem jeito, mesmo, Fogão. É pênalti que não existe sendo marcado, é gol sendo impedido mesmo quando é válido, é musa perdendo pra outra mais feia no quesito beleza. Uma hora a roda gira, hein?! Esperamos. Pro lado certo, claro.

Da série: passe longe.

Eu ando tão... estranha. Perdida. Confusa. Triste. Insatisfeita. É tudo tão estranho, tão... não sei. Parece que não sou eu que estou vivendo. Parece que estou assistindo a vida de alguém. Parece que estou do lado de fora. Não estou ali. Ou melhor, aqui. O que eu quero não é o que eu tenho, o que eu tenho é bom, mas não é o que eu quero, todavia o que eu quero é impossível, então eu tenho que fazer do que eu tenho algo grande. Eu ainda sinto tanta falta DELE. Tanta, tanta. Tanta, que dói. Mas são tantas coisas a pensar. Foram cinco anos. CINCO anos. Quase ininterruptos. Pela internet. Sem nenhum contato físico. Sem um encontro. Sem uma camera. Sem sequer uma foto decente. Sem uma ligação. Sem sequer ouvir sua voz. Mas foi tão intenso. Tão concreto, tão real, que hoje eu sinto essa falta absurda DELE. O pior é eu pensar que o perdi, quando na verdade eu nunca o tive. Nunca. É tudo balela o que ele diz. Que agora estava quase. Balela. Se eu não tivesse começado a sair com namorado, tudo estaria exatamente do mesmo jeito. Mas mesmo assim, mesmo sabendo disso tudo, eu continuo sofrendo por ele. Deus, como pode? PorquÊ? Eu não entendo. Eu não sou uma adolescente, eu não sou uma romântica idiota. Não é isso. Mas é tão difícil de explicar. A nossa sintonia foi tão grande. Tão "perfeita". Eu sinto dentro de mim que ele é o homem da minha vida, e aí? Meu lado racional diz que, se ele fosse realmente o homem da minha vida, ele estaria ao meu lado a essa hora. Meu lado emocional diz que, de alguma maneira, em algum lugar, em algum tempo, nós vamos nos encontrar e nos amar pelo resto de nossas vidas. Argh. Me sinto tão idiota. Eu tento tanto lutar contra. Aliás, é por isso que estou com namorado. Pra não enlouquecer. Porque, veja, uma vez que eu o perdi (ELE), eu não posso mais ficar sozinha. Eu não tenho como. Não iria aguentar. Eu perdi o ex também. Eu perdi tudo de uma vez. Eu sou uma pessoa que dificilmente se interessa por alguém. Se eu terminar com namorado agora, provavelmente vou ficar sozinha por um bom tempo, já que não fico com ninguém por quem me interesse ao menos um pouco, e sou dificil de me interessar, isso leva anos. É necessário uma amizade antes. Eu sou complicada e dificil. Então eu não quero ficar sozinha, daí tenho que fazer do meu relacionamento com namorado algo legal. Mas quando me vejo sozinha, vem o vazio. A falta DELE. Tudo o que ele é. Toda a perfeição. Tudo o que temos em comum. Tudo vem à tona. Meu coração não bate mais forte por namorado. Eu não sinto frio na barriga por namorado. Nenhuma musica me lembra namorado. Mas tudo isso acontece com ELE. Que bosta. No entanto, eu não sei o cheiro DELE, eu não sei como é o toque DELE, eu não sei como é o beijo DELE. E tudo isso acontece com namorado. Quem é real? Quem é ilusão? Quem vale a pena? Ou o quê? Eu não tenho as respostas. E por isso fico tão confusa. Só sei é que, se ELE falasse "larga tudo e eu fico com você", eu largaria tudo sem pensar. Sem dúvida. Feliz. Mas ele não fala. E eu sei que ele não vai falar. Eu já sabia disso antes, e sei muito mais agora, já que, na visão dele, eu sou uma adúltera, hohoho. Uma zona. Minha cabeça, meus sentimentos, está tudo uma zona. Eu tenho que esquecer. Ou um, ou outro. Em termos práticos, eu tenho que esquecer DELE. Só falta dizer isso aos meus sentimentos.